Prezados amigos e amigas,

O presente Blog, tem a finalidade de ser mais um instrumento de valorização da família.
Por isso trará sempre artigos relacionados a esse tema, abordando os diversos aspectos que envolvem a formação de uma família sadia e segundo os preceitos cristãos, além de enfocar os diversos aspectos do relacionamento familiar.
Esperamos assim, que possa servir como um meio de reflexão, ajuda e fortalecimento àquelas famílias que encontram-se em situação difícil.

Que Deus nos ajude nessa empreitada.

Pedimos ainda que a Sagrada Família abençoe e proteja a todas as famílias do mundo inteiro. Amém !

José Vicente Ucha Campos
jvucampos@gmail.com
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sexta-feira, 28 de abril de 2017

LINDA DEFINIÇÃO DE FAMÍLIA !


"Família é um grupo de pessoas, cheias de defeitos, que Deus reúne para que convivam com as diferenças e desenvolvam a tolerância, a benevolência, a caridade, o perdão, o respeito, a gratidão, a paciência, tenham direitos e deveres, limites, enfim, que aprendam a AMAR; fazendo ao outro o que querem que o outro lhes faça, sem exigir deles a perfeição que ainda não temos. Nós não nascemos onde merecemos, mas onde necessitamos evoluir."
Papa Francisco

sábado, 22 de agosto de 2015

FRAUDE NA ENQUETE SOBRE O CONCEITO DE FAMÍLIA NO SITE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS


ESSE PAÍS NÃO É SÉRIO MESMO...

ATÉ A INSTITUIÇÃO QUE DEVE NOS REPRESENTAR E PRIMAR PELO CARÁTER, 

HONESTIDADE E JUSTIÇA, FRAUDA RESULTADO DE ENQUETE FEITA 

PELO SITE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS NA INTERNET.

PARECE UMA TREMENDA ARMAÇÃO PARA ARRUMAR UMA DESCULPA PRA 

ALTERAR O CONCEITO DE FAMÍLIA DO ESTATUTO.

QUE VERGONHA !!!

terça-feira, 14 de julho de 2015

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONTINUA COM ENQUETE SOBRE O CONCEITO DE FAMÍLIA

Já  registramos  no  nosso  blog  por  várias  vezes  a enquete  que  está  sendo  feita  pela Câmara dos Deputados, na internet, sobre o conceito de família. A pergunta é a seguinte:

"Você concorda com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família?"

Acontece que a enquete continua na internet, sem ser divulgada, e os que votaram no SIM, que chegou a mais de 65% há algum tempo atrás, agora está com 49,92%, ou seja, o SIM está perdendo, sendo ultrapassado pelos que votam no NÃO, o que significa a mudança do conceito de família, sabemos nós de que forma.

Não sabemos até quando irá essa enquete e porque quem a idealizou ainda não se fez por satisfeito, já que a mesma está sendo realizada há muito tempo e até agora o SIM sempre venceu. Tudo leva a que tenhamos a impressão de que estavam esperando o NÃO ultrapassar o SIM de maneira contundente, para encerrarem a enquete, e aí terem um motivo para alterarem o conceito de família no referido Estatuto.

Nós que defendemos o SIM, não podemos deixar isso acontecer. Por isso venho convocar a todos que defendem a família como Deus a criou, que votem maciçamente pelo SIM, dando uma resposta a quem quer descaracterizar essa instituição tão sublime e importante, instituída por Deus.

Eis a situação agora, dia 14 de julho de 2015:


Não podemos ficar quietos diante de tal descalabro.

Quem ainda não votou, não se omita, faça-o pelo link abaixo. 

É muito rápido e fácil:

Deus proteja a todas as famílias!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

quinta-feira, 18 de junho de 2015


CIDADÃOS DE ROMA DÃO EXEMPLO ÀS DEMAIS SOCIEDADES: GRANDE MANIFESTAÇÃO LAICA VAI DEFENDER A FAMÍLIA !

© SHUTTERSTOCK

“Defendamos nossos Filhos” promove a família natural diante das mentiras da teoria de gênero na Itália



Não partidária e não confessional; não contra o governo nem contra os homossexuais; a favor da família natural, que se baseia no casamento entre um homem e uma mulher abertos à vida e à criação amorosa dos filhos. Este é, em resumo, o objetivo da manifestação que vai acontecer em Roma neste sábado, dia 20, por iniciativa de grupos laicos e de leigos católicos agindo em parceria.

Várias características do evento são chamativas, a começar pelo fato de que não se trata de uma manifestação religiosa, mas sim civil, reunindo cidadãos comuns de diferentes crenças e orientações políticas.

Além disso, a manifestação não conta com uma organização "de cima para baixo", mas segue a dinâmica das emergências sistêmicas "de baixo para cima": ela começou com a ideia de um pequeno grupo de cidadãos italianos, que criaram a “Comissão Defendamos nossos Filhos” e organizaram reuniões em todo o país para informar as pessoas sobre a “teoria de gênero”, amplamente desconhecida do grande público.

Essa teoria, que não tem qualquer embasamento científico, prega que a identidade sexual masculina ou feminina não é natural, mas sim uma “construção social” imposta por contextos culturais “machistas e opressores”; se a sociedade “se livrasse dessa imposição cultural”, segundo os defensores da teoria, cada pessoa seria livre para “escolher seu próprio gênero”, num movimento que eliminaria toda diferenciação sexual entre homens e mulheres a fim de substituí-la por um “gênero fluido”, sem papéis definidos para os sexos masculino e feminino. Se fosse posta em prática, tal ideologia destruiria os conceitos básicos de família natural, com consequências sociais, morais e psicológicas imprevisíveis.

Embora não seja claramente divulgada ao grande público (propositalmente), essa teoria já vem se infiltrando há décadas nos governos de dezenas de países de todo o Ocidente graças ao trabalho agressivo de lobbies que se disfarçam de “promotoras da igualdade entre os sexos”. A ideologia de gênero já vem sendo aplicada nas escolas e está transmitindo às crianças ideias e conceitos ideológicos e cientificamente infundados sobre identidade sexual.

Na Itália, as reuniões organizadas pela Comissão Defendamos nossos Filhos foram o primeiro passo para uma reação em cadeia de vários segmentos da população, incluindo tanto associações católicas quanto grupos laicos. Esta foi a origem da manifestação agendada para o próximo sábado, que reage a dois fenômenos bem específicos: a “colonização ideológica da teoria de gênero nas escolas” e a “ideia de que as uniões civis homossexuais equivalem à família natural”. A proposta da manifestação não é impedir que os parceiros homossexuais se unam civilmente conforme desejarem: é apenas deixar claro que existe uma diferença objetiva entre a família natural e quaisquer outras formas de união, e que esta especificidade da família natural não pode ser ignorada pelas leis como se não existisse. A família natural, assim, demanda proteção jurídica e não relativização. Neste sentido, a manifestação quer mandar um claro recado ao parlamento italiano, que está discutindo o projeto de lei Cirinnà: o projeto propõe precisamente a equiparação, na Itália, entre as uniões civis homossexuais e a família natural.

Há projetos similares em dezenas de outros países, com muito pouca divulgação aos cidadãos. Por que será?

Fonte: Aleteia

sábado, 13 de junho de 2015

FAMÍLIAS PAULISTANAS DERROTAM A "IDEOLOGIA DO GÊNERO" NA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO


Na manhã de do dia 10 de junho último, católicos de todas as regiões de São Paulo e de algumas partes do Brasil saíram de seus lares para defender os princípios morais da Lei Divina na câmara de vereadores, dedicada à São José de Anchieta, padroeiro e fundador da capital paulista.

Em todos os aspectos, a diferença entre os defensores da Lei Divina, da família, e da civilização Cristã e os agitadores sociais era gritante. No plenário, felizmente, os agitadores, militantes da Ideologia de Gênero, estavam em menor número. Em sentido oposto, era predominante os católicos, ostentando crucifixos e cartazes.
Tais agitadores, entre eles alguns militantes homossexuais e feministas, sem fundamento algum, gritavam slogans ofensivos contra os princípios cristãos da família. Nos discursos dos vereadores contrários a tal Ideologia de Gênero, ao magote de agitadores não restava nada senão tentar interromper berrando seus slogans falaciosos típicos “fascista!, transfóbico (sic!)” e outros.
O único vereador que votou favorável à teoria de gênero, foi o próprio relator, Paulo Fiorilo (PT), de vida política iniciada nas Comunidades Eclesiais de Base (CEB’s) e ex-chefe de gabinete da ex-prefeita Marta Suplicy.
Depois de uma votação massacrante de 7 votos dos parlamentares para a retirada da Ideologia de Gênero contra apenas 1, já não adiantava mais os berros, calúnias, xingamentos e slogans repetidos dos inimigos da lei Divina. Vence a causa cristã.
A honra da Sagrada Cruz, fixada no alto do plenário, venceu mais uma vez e a maioria católica presente comemorava ostentando seus rosários. Para desagrado dos ativistas da Ideologia de Gênero  – ditos defensores do povo – só restava gritar de ódio contra o mesmo povo que agora derrotava sua teoria neo-pagã… a Ideologia de Gênero.
Assista a seguir ao vídeo da vitória da Família na Câmara Municipal de São Paulo:


Fonte: Instituto Plínio Corrêa de Oliveira

quinta-feira, 11 de junho de 2015

AONDE VAMOS CHEGAR? POLIAMOR: VEM AÍ A LEGALIZAÇÃO DO "CASAMENTO GRUPAL" ?


O sucesso da campanha na Irlanda pelo reconhecimento legal das uniões homossexuais como equivalentes ao casamento natural gerou grande excitação entre os defensores deste conceito no resto do mundo (ocidental, pelo menos).

A união homossexual, porém, não é a única forma de relacionamento que pretende ser equiparada ao matrimônio natural. Há uma longa fila de “amores” aguardando reconhecimento social e, nessa lista de espera, encontramos o assim chamado “poliamor”.

Na própria Irlanda, uma ex-participante do reality show Big Brother, chamada Jade-Martina Lynch, assumiu e explicou assim a sua vivência do “poliamor”: “A minha alma é tão livre que eu não poderia manter um relacionamento monogâmico”.

Uma definição divulgada pelo grupo californiano Saturnia Regna define o “poliamor” como

“muitos amores ou um amor compartilhado entre muitas pessoas. A palavra tem sido usada pelo menos desde o início do século XX para descrever a escolha de amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Esta forma responsável de não-monogamia não implica clandestinidade nem traição. O poliamor consiste em acordos mútuos com pessoas que você ama, mantendo tudo aberto e tratando as pessoas amadas de uma forma ética, consensual e comprometida”.


A palavra-chave nesta descrição é “não-monogamia”, ou seja, a manutenção estável de envolvimento sexual com mais de uma pessoa. O resto da definição parece até compatível com o mandamento de amar a todos: afinal, quem não concorda que devemos “tratar as pessoas amadas de forma ética, consensual e comprometida”?

O que não é muito claro é o que significa, exatamente, essa “responsável não-monogamia” que o “poliamor” propõe. A mídia ocasionalmente retrata o caso de pessoas “descoladas” que vivem suas “relações abertas” compartilhando a supervisão dos deveres escolares dos filhos, e situações do tipo. Soa “discreto e inofensivo” para a nossa modernidade. Mas há outros lados no “poliamor”.

O grupo Saturnia Regna, por exemplo, está anunciando nos Estados Unidos um programa de férias de verão “em um lindo resort do norte da Califórnia com uso opcional de roupa”. Em tal ambiente, a “comunidade poliamor” pode aprimorar habilidades como “a clarificação e a expressão de desejos, a gestão dos ciúmes, a expansão e o aprofundamento da intimidade e do relacionamento multi-parceiros”.

Esta proposta apresenta uma perspectiva de “exercícios interativos” em um contexto “propício para a expressão sensual em um grau não possível na maioria dos ambientes comuns”. A interpretação de que os participantes desses encontros não apenas correm nus ao ar livre, mas também “se engajam em interações afetivas com múltiplos parceiros, podendo, até, fazer amor à vista dos outros” é pouco exagerada (fica a dica de cuidado para os adeptos puritanos do poliamor...).

A propaganda chega inclusive a pincelar certo caráter de "virtude" nessa postura:

“A interação social no ambiente de uso opcional de roupas exige que as pessoas sejam mais respeitosas do que nos contextos comuns – e não menos. O poliamor e os relacionamentos abertos demandam que as pessoas sejam mais sensíveis aos sentimentos e desejos das pessoas com quem interagem – e não menos. Explorar o poliamor exige um nível mais alto de confiança, honestidade, vulnerabilidade emocional e disposição para enfrentar sentimentos desconfortáveis ​​do que é exigido em relacionamentos mais convencionais. Se você não é uma pessoa disposta e capaz de se comportar desta maneira, este evento provavelmente não é para você”.


O esforço para revestir uma orgia com matizes de “escola de sensibilidade” pode ser hilário por um lado, mas, por outro, é uma mostra perturbadora do futuro possível das relações sexuais reguladas só pela aparência de “amor”. O “poliamor” afirma que os seus “relacionamentos não-monogâmicos” são apenas “outra maneira de amar”. Mas não esclarece qual é a definição de “amor” em que tenta se basear.

Há algo que impeça o “poliamor” de conseguir, em breve, a equiparação legal ao casamento? Se nem a definição de casamento está clara hoje em dia, provavelmente não. E isso importa? Bom, importa para quem acha preocupante a institucionalização da instabilidade familiar. O divórcio já permite há décadas que os pais se separem e formem novos relacionamentos – e as estatísticas indicam que os filhos geralmente sofrem de modo bem considerável os efeitos dessa ruptura em termos de autoestima, segurança pessoal, rendimento escolar, amadurecimento afetivo. Se o “poliamor” chegar a ser reconhecido legalmente como equiparável ao matrimônio, o que as crianças acharão de si mesmas no meio disso tudo? E isso, importa?
Fonte: Aleteia

AONDE VAMOS CHEGAR ? 

E ONDE FICAM OS FILHOS NISSO ?

E A FAMÍLIA ?

É... COMO DIZ UM AMIGO MEU: 

AINDA NÃO CHEGOU O FIM DO MUNDO, 

MAS JÁ ESTAMOS NO ENSAIO GERAL !

segunda-feira, 8 de junho de 2015

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONTINUA COM ENQUETE SOBRE O CONCEITO DE FAMÍLIA

Há algum tempo atrás, registramos no nosso blog, a enquete que estava sendo feita pela Câmara dos Deputados, na internet, sobre o conceito de família. A pergunta era a seguinte:

"Você concorda com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família?"

Acontece que a enquete continua na internet, sem ser divulgada, e os que votaram no SIM, que chegou a mais de 65% há algum tempo atrás, agora está com 50,14%, ou seja, o SIM está correndo o risco de ser ultrapassado pelos que votam no NÃO, que significa a mudança do conceito de família, sabemos nós de que forma.

Não sabemos até quando irá essa enquete e porque quem a idealizou ainda não se fez por satisfeito. Tudo leva a que tenhamos a impressão de que estão esperando o NÃO ultrapassar o SIM de maneira contundente, para encerrarem a enquete, e aí terem um motivo para alterarem o conceito de família no referido Estatuto.

Nós que defendemos o SIM, não podemos deixar isso acontecer. Por isso venho convocar a todos que defendem a família como Deus a criou, que votem maciçamente pelo SIM, dando uma resposta a quem quer descaracterizar essa instituição tão sublime e importante, instituída por Deus.

Eis a situação agora, dia 08 de junho de 2015:


Não podemos ficar quietos diante de tal descalabro.

Quem ainda não votou, não se omita, faça-o pelo link abaixo. 

É muito rápido e fácil:

Deus proteja a todas as famílias!

sexta-feira, 1 de maio de 2015

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONTINUA COM ENQUETE SOBRE O CONCEITO DE FAMÍLIA


Há algum tempo atrás, registramos no nosso blog, a enquete que estava sendo feita pela Câmara dos Deputados, na internet, sobre o conceito de família. A pergunta era a seguinte:

"Você concorda com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família?"

Acontece que a enquete continua na internet, sem ser divulgada, e os que votaram no SIM, que chegou a mais de 65% há algum tempo atrás, agora está com 51,14%, ou seja, o SIM está correndo o risco de ser ultrapassado pelos que votam no NÃO, que significa a mudança do conceito de família, sabemos nós de que forma.

Não sabemos até quando irá essa enquete e porque quem a idealizou ainda não se fez por satisfeito. Tudo leva a que tenhamos a impressão de que estão esperando o NÃO ultrapassar o SIM de maneira contundente, para encerrarem a enquete, e aí terem um motivo para alterarem o conceito de família no referido Estatuto.

Nós que defendemos o SIM, não podemos deixar isso acontecer. Por isso venho convocar a todos que defendem a família como Deus a criou, que votem maciçamente pelo SIM, dando uma resposta a quem quer descaracterizar essa instituição tão sublime e importante, instituída por Deus.

Eis a situação agora, dia 01 de maio de 2015:


Não podemos ficar quietos diante de tal descalabro.

Quem ainda não votou, não se omita, faça-o pelo link abaixo. 

É muito rápido e fácil:

Deus proteja a todas as famílias!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONTINUA COM ENQUETE SOBRE O CONCEITO DE FAMÍLIA


Há algum tempo atrás, registramos no nosso blog, a enquete que estava sendo feita pela Câmara dos Deputados, na internet, sobre o conceito de família. A pergunta era a seguinte:

"Você concorda com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família?"

Acontece que a enquete continua na internet, sem ser divulgada, e os que votaram no SIM, que chegou a mais de 65% há algum tempo atrás, agora está com 50,15%, ou seja, o SIM está correndo o risco de ser ultrapassado pelos que votam no NÃO, que significa a mudança do conceito de família, sabemos nós de que forma.

Não sabemos até quando irá essa enquete e porque quem a idealizou ainda não se fez por satisfeito. Tudo leva a que tenhamos a impressão de que estão esperando o NÃO ultrapassar o SIM de maneira contundente, para encerrarem a enquete, e aí terem um motivo para alterarem o conceito de família no referido Estatuto.

Nós que defendemos o SIM, não podemos deixar isso acontecer. Por isso venho convocar a todos que defendem a família como Deus a criou, que votem maciçamente pelo SIM, dando uma resposta a quem quer descaracterizar essa instituição tão sublime e importante, instituída por Deus.

Eis a situação agora, ao amanhecer do dia 13 de abril de 2015:




Não podemos ficar quietos diante de tal descalabro.

Quem ainda não votou, não se omita, faça-o pelo link abaixo. 

É muito rápido e fácil:

Deus proteja a todas as famílias!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

JUIZ SAI EM DEFESA DO CASAMENTO TRADICIONAL E DESAFIA SUPREMA CORTE NOS EUA

Mart CC


Não existe nada na Constituição dos Estados Unidos que dê ao governo federal "a autoridade de profanar a instituição do casamento", declarou o juiz da Suprema Corte do Estado norte-americano do Alabama, Roy Moore.

O magistrado fez esta afirmação na semana passada ao escrever uma carta para o governador do Estado, Robert Bentley. Na carta, ele informa que vai continuar reconhecendo a lei estadual que define o casamento como a união entre um homem e uma mulher, apesar de uma recente decisão federal que considerou essa lei como inconstitucional.

Moore não é novo no mundo das controvérsias: ele é conhecido nos Estados Unidos por ter se recusado a retirar do tribunal estadual um monumento aos Dez Mandamentos.

Em 23 de janeiro deste ano, a juíza federal Callie Granade derrubou a proibição do casamento homossexual no Alabama, consagrada na Constituição do Estado após um referendo de 2006 em que a proibição foi aprovada pelo povo com 81% dos votos.

Granade determinou que a Emenda sobre a Sacralidade do Casamento e uma lei estadual proibindo o casamento entre pessoas do mesmo sexo violam as cláusulas da 14ª Emenda à Constituição dos Estados Unidos, sobre a Igual Proteção e o Devido Processo. A juíza escreveu em sua sentença que o Estado do Alabama deve “convencer o Tribunal de que as suas leis que restringem o direito fundamental ao casamento servem a um interesse público relevante”. Ela já rejeitou o argumento do Alabama de que o Estado tem o legítimo interesse de proteger os laços entre as crianças e os pais biológicos.

Moore, em sua carta ao governador Bentley, se queixou de que a destruição da instituição do matrimônio está sendo perpetrada por tribunais federais que "usam pretextos ilusórios baseados na Igual Proteção, no Devido Processo e nas cláusulas de Crédito e Fé da Constituição dos Estados Unidos".

"A nossa constituição estadual e a nossa moral estão sob o ataque de uma decisão do tribunal federal que não tem base na Constituição dos Estados Unidos", escreveu Moore, citando a 10ª Emenda, que diz que "os poderes não delegados aos Estados Unidos pela Constituição, nem proibidos por ela aos Estados, são reservados aos Estados respectivamente, ou ao povo".

Moore também afirmou ter recebido incentivo da Associação de Juízes do Alabama, que aconselhou seus membros a seguirem a lei estadual no tocante ao casamento entre duas pessoas do mesmo sexo. Aos juízes que disseram que reconheceriam tal tipo de união, Moore recorda que eles desafiariam as leis e a Constituição do Alabama. O magistrado também citou determinações de 2008 e 2009, segundo as quais uma decisão de Corte Distrital dos Estados Unidos não tem autoridade sobre o Supremo Tribunal do Alabama. Moore destacou ainda que o seu tribunal não é obrigado a acatar decisões do Tribunal de Apelações dos Estados Unidos.

A Procuradoria Geral do Alabama declarou que continuará se opondo a decisões federais que desafiem as leis estaduais. O governador do Estado divulgou um comunicado em que afirma: "O povo do Alabama votou a favor de uma emenda constitucional que define que o casamento se realiza entre um homem e uma mulher. Como governador, eu tenho de defender a Constituição [do Estado]. O governo federal não deve infringir os direitos dos Estados".

Provavelmente, a disputa terá de ser resolvida pela Corte Suprema dos Estados Unidos, que, em abril, avaliará dois casos de união entre pessoas do mesmo sexo.
Por: John Burger

Fonte: Aleteia

sábado, 31 de janeiro de 2015

POR QUE A FAMÍLIA NATURAL É MELHOR PARA OS INDIVÍDUOS E PARA A SOCIEDADE ?

Rasmus-Fritzon-CC

351 estudos de 13 países ressaltam os benefícios das famílias formadas por um pai, uma mãe e os filhos


É comum ouvir dizer: "muitos jovens, infelizmente, sucumbiram aos ídolos mundanos do prazer, do dinheiro e do poder"; “eles estão muito apaixonados por si mesmos e não sabem se envolver com outras pessoas. Eles não querem se casar; ou, quando casam, não querem ter filhos".

Bem, nós, católicos, podemos dizer a eles algumas coisas para que entendam que as famílias formadas de acordo com o plano de Deus vão lhes dar toda a felicidade que eles estão procurando.

Estamos totalmente comprometidos em promover o matrimônio sacramental e uma sólida vida de família. E, como antropólogos, nós já vimos em várias ocasiões que a verdade dos ensinamentos católicos pode ser demonstrada por estudos científicos. Nenhuma sociedade na história humana sobreviveu sem casamentos sólidos e sem uma sólida e natural vida de família. Nenhuma.

É claro que chegar até os jovens com esta mensagem é um tremendo desafio. É um desafio porque vivemos numa época em que muitas vozes na sociedade afirmam que o casamento e a família são meras convenções, construções sociais que podem ser reformuladas e reconstruídas da forma que bem quisermos. Essas vozes proclamam que a única coisa que importa é que duas pessoas se amem, não vindo ao caso se elas assinam ou deixam de assinar uma certidão de casamento nem se elas são ou não são pessoas de sexos diferentes.

Outras vozes afirmam que a família natural é obsoleta, uma coisa do passado que deve ser relegada às lixeiras da história. Outros ainda dizem que existem novas estruturas familiares que são tão boas quanto ou talvez até melhores do que a família natural. Muitos falam das vantagens de ser pais solteiros, de apenas morar junto com a namorada ou namorado, de se divorciar e voltar a casar tantas vezes quantas der vontade. Muitos elogiam os lares em que somente um dos pais biológicos está presente, acompanhado pela nova parceira ou parceiro; ou os lares em que nenhum dos pais biológicos está presente; ou até mesmo as “famílias” constituídas por uma única pessoa.

Uma família composta por um pai e uma mãe unidos em compromisso matrimonial para toda a vida e que criam os seus filhos naturais e adotados em conjunto é algo que alguns enxergam como apenas uma das muitas opções familiares, e, talvez, nem sequer a melhor ou a mais comum de todas as alternativas. A Igreja, como bem sabemos, nos diz que toda criança merece ter o seu pai e a sua mãe juntos, em uma união sacramental que dure a vida inteira.

E as ciências sociais? O que elas têm a nos dizer sobre este assunto que é, sem dúvida, o cerne dos debates culturais do século 21?

O sociólogo mexicano Fernando Pliego resolveu examinar uma série de estudos técnicos para tentar entender se as atuais estruturas múltiplas de família produzem o mesmo nível de bem-estar para os seus membros e para a sociedade. Ele reuniu abrangentes e confiáveis estudos sobre a composição familiar realizados em 13 países democráticos espalhados pelos cinco continentes. Pliego encontrou ao todo 351 estudos, todos alicerçados em censos, pesquisas nacionais e estudos científicos de no mínimo 800 casos familiares para comparar as diferentes estruturas de família. O material examinado por ele continha 3.318 análises estatísticas de dados sobre a saúde, a educação, a pobreza, o acesso a serviços básicos, a violência familiar, a violência sexual, os índices de suicídio e de dependência química, entre outros indicadores que comparavam a realidade encontrada nas várias estruturas familiares em questão.

Esses estudos, realizados em 13 países diferentes, de cinco continentes diferentes, apresentaram resultados que são surpreendentemente semelhantes e coerentes entre si. Quase todos os estudos demonstram que, quando o pai e a mãe vivem juntos com seus filhos naturais e/ou adotados, os benefícios para a família são notavelmente superiores. Os membros dessas famílias tradicionais gozam de melhor saúde física, sofrem menos doenças mentais, têm maior renda e conseguem empregos mais estáveis. Esses pais e seus filhos têm melhores condições de moradia, desfrutam de relacionamentos mais amorosos e mais cooperativos e protagonizam menos casos de violência física ou sexual. Além disso, quando os laços entre os pais e os filhos são mais positivos, a incidência do uso de drogas, álcool e tabaco é menor, as crianças são mais sociáveis e mais cooperativas, cometem menos delitos e apresentam um desempenho melhor na escola.

Pliego concluiu que a família natural se mostra muito superior às outras formas de organização familiar em termos de realização pessoal dos seus membros. Dos 351 estudos que ele analisou, 89,4 por cento concluíram que as famílias intactas produzem um nível mais elevado de bem-estar do que os outros tipos de família. Apenas um em cada dez estudos afirmava que todas as estruturas familiares produzem resultados semelhantes. E apenas uma fração insignificante dos estudos, de menos de 1 por cento, concluiu que outras estruturas "familiares" produzem um resultado geral melhor do que a família natural. No conjunto dos estudos analisados, portanto, as ciências sociais demonstraram com clareza que a família natural é superior a todas as outras formas de agregação familiar.

Atenção: não é o professor Fernando Pliego quem tira essas conclusões. Ele apenas analisou e compilou os resultados de 351 estudos baseados em milhares de pesquisas oficiais feitas em 13 países de todos os continentes. São as próprias ciências sociais que apresentam essas conclusões sobre a realidade da vida familiar.
 
Todo governo tem a obrigação de trabalhar em prol do bem comum dos seus cidadãos e de promover o seu bem-estar. Por este motivo, os governos cometem um grave erro ao fingirem que todas as estruturas familiares são iguais.

É evidente que os governos têm de prestar serviço a todos os cidadãos, sem nenhuma discriminação. Mas quando o assunto em questão é a forma de educar os jovens, de evitar os comportamentos antissociais, de combater o crime e de promover o bem-estar geral da população, os dados da sociologia apontam com clareza para os governos, como ajuda e apoio cientificamente embasado, a necessidade de promover a família natural. Fazer o contrário é agir contra os interesses dos cidadãos e incentivar comportamentos que levam a uma infinidade de resultados ruins.
 
Vemos nisto, mais uma vez, que a fé e a razão, quando bem entendidas, não podem estar em conflito. O que a Igreja nos ensina como verdade é confirmado pelas ciências sociais: o ser humano foi criado para viver e para amar no seio de famílias naturais e intactas, com um pai, uma mãe e seus filhos, biológicos ou adotados. Qualquer outra solução artificial está em desacordo com a nossa própria natureza.
Por: Steven W. Mosher

Fonte: Aleteia

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

FAMÍLIA - PROJETO ORIGINAL DE DEUS!


Por: Pe. Léo (Bethânia / Canção Nova)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

CÂMARA DOS DEPUTADOS CONTINUA COM ENQUETE SOBRE O CONCEITO DE FAMÍLIA


Há algum tempo atrás, registramos no nosso blog, a enquete que estava sendo feita pela Câmara dos Deputados, na internet, sobre o conceito de família. A pergunta era a seguinte:

"Você concorda com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto que cria o Estatuto da Família?"

Acontece que a enquete continua na internet, sem ser divulgada, e os que votaram no SIM, que chegou a mais de 65% há algum tempo atrás, agora está com 49,56%, ou seja, o SIM já foi ultrapassado pelos que votaram no NÃO, que significa a mudança do conceito de família, sabemos nós de que forma.

Não sabemos até quando irá essa enquete e porque quem a idealizou ainda não se fez por satisfeito. Tudo leva a que tenhamos a impressão de que estão esperando o NÃO ultrapassar o SIM de maneira contundente, para encerrarem a enquete, e aí terem um motivo para alterarem o conceito de família no referido Estatuto.

Nós que defendemos o SIM, não podemos deixar isso acontecer. Por isso venho convocar a todos que defendem a família como Deus a criou, que votem maciçamente pelo SIM, dando uma resposta a quem quer descaracterizar essa instituição tão sublime e importante, instituída por Deus.

Eis a situação agora, às 11:48h do dia 05 de dezembro de 2014:



Não podemos ficar quietos diante de tal descalabro.

Quem ainda não votou, não se omita, faça-o pelo link abaixo. 

É muito rápido e fácil:


Deus proteja a todas as famílias!

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

PAPA FRANCISCO: AS CRIANÇAS TÊM DIREITO A UMA FAMÍLIA COM PAI E MÃE

Papa Francisco cumprimenta uma família na Praça São Pedro (Foto L'Osservatore Romano)

O Papa Francisco interveio nesta manhã na sessão inaugural do Congresso Internacional sobre a complementariedade entre homem e mulher que acontece no Vaticano de hoje até a próxima quarta-feira, 19 de novembro, promovido pela Congregação para a Doutrina da Fé.

O Santo Padre disse que “a família continua sendo fundamento da convivência e a garantia contra a cisão social”, para depois dizer que “as crianças têm o direito a crescer em uma família, com um pai e uma mãe, capazes de criar um ambiente idôneo para seu desenvolvimento e amadurecimento afetivo”.

O Pontífice alertou sobre a armadilha “de ser qualificados com conceitos ideológicos” já que “a família é um fato antropológico e não podemos qualificá-la com conceitos de natureza ideológica que só têm força em um momento da história e depois caem”.

"Não se pode falar hoje de ‘família conservadora’ ou de ‘família progressista’: família é família; tem uma força em si”, destacou o Papa.

O Papa expressou o seu desejo de que o Congresso seja “fonte de inspiração para todos os que sustentam e reforçam a união do homem e da mulher no matrimônio como um bem único, natural, fundamental e belo para as pessoas, as famílias, as comunidades e as sociedades”.

Logo depois, o Santo Padre anunciou que participará do próximo Encontro Mundial das Famílias que será celebrado em setembro de 2015 na Filadélfia, Estados Unidos.

Durante a sua intervenção e em referência ao tema do Congresso, o Pontífice explicou que na complementariedade do homem e da mulher se baseia “o matrimônio e a família, que é a primeira escola onde aprendemos a apreciar os nossos dons e os dos outros, e onde começamos a aprender a arte de vivermos juntos”.

O Papa se referiu a também às dificuldades que se vivem na família, tais como o “egoísmo e o altruísmo, entre razão e paixão, entre os desejos imediatos e os objetivos a longo prazo” mas “as famílias oferecem também o lugar onde resolver estas tensões”.

Para o Papa Francisco, “quando falamos de complementariedade entre homem e mulher neste contexto, não devemos confundir tal termo com a ideia simplista de que todos os róis e as relações de ambos os sexos estão fechados em um modelo único e estático”. “A complementariedade assume muitas formas, porque cada homem e mulher dão a própria contribuição pessoal ao matrimônio e à educação dos filhos. A própria riqueza pessoal, o próprio carisma pessoal, e a complementariedade se converte assim em uma grande riqueza” que além de um “bem” é também “beleza”, disse aos participantes do Congresso.

O Santo Padre assegurou depois que “hoje, matrimônios e famílias estão em crise” porque “vivemos em uma cultura do provisório, na qual cada vez mais pessoas renunciam ao matrimônio como compromisso público”.

“Esta revolução do costume e da moralidade é frequentemente interpretada como ‘liberdade’, mas causa devastação espiritual e material a inúmeros seres humanos, especialmente aos mais vulneráveis”.

“E é cada vez mais evidente que o declínio da cultura do matrimônio está associado ao aumento da pobreza e a uma série de problemas sociais que atingem de modo desproporcional mulheres, crianças e idosos”, assegurou na nova Sala do Sínodo.

Por outro lado, o Santo Padre disse que “a crise da família originou a crise da ecologia humana, já que os ambientes sociais, como os ambientes naturais, têm necessidade de ser protegidos”.

Além disso, “a humanidade compreendeu a necessidade de enfrentar aquilo que constitui uma ameaça aos nossos ambientes naturais; somos lentos, inclusive em nossa cultura católica, em reconhecer que nossos ambientes sociais estão em risco”.

Portanto, “é necessário promover uma nova ecologia humana e fazê-la progredir” e insistir “sobre os pilares fundamentais que regem uma nação: seus bens imateriais”, sustentou o Papa Francisco.

“A família continua sendo fundamento da convivência e a garantia contra a divisão social”, indicou para depois dizer que “as crianças têm o direito de crescer em uma família, com um pai e uma mãe, capazes de criar um ambiente idôneo para seu desenvolvimento e seu amadurecimento afetivo”.

O Santo Padre quis recordar de novo a exortação apostólica Evangelii gaudim, na qual “coloquei o acento sobre a contribuição ‘indispensável’ do matrimônio na sociedade” uma contribuição que “supera o nível da emotividade e das necessidades contingentes do casal”. A seguir, mostrou-se contente “pela ênfase colocada em seu congresso sobre os benefícios que o matrimônio pode levar aos filhos, aos cônjuges mesmos e à sociedade”.

O Papa Francisco exortou logo os participantes do Congresso a enfatizarem que “o compromisso definitivo com a solidariedade, a fidelidade e o amor fecundo atende aos anseios mais profundos do coração humano”.

Por isso, convidou a terem sempre presente aos jovens que representam o futuro: “é importante que não se deixem envolver pela mentalidade daninha do provisório e sejam revolucionários para terem a coragem de criar um amor forte e duradouro, quer dizer, de ir contra corrente”.

Fonte: Acidigital

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

PRÓ-VIDA E ESPECIALISTA EM BIOÉTICA RATIFICA: "A RELATIVIZAÇÃO DA FAMÍLIA FRAGILIZA TODAS AS DEMAIS INSTITUIÇÕES"

(Nagy-bagoly Ilona / Dreamstime.com |Adaptada por FidesPress.com)

ENQUETE SOBRE O ESTATUTO DA FAMÍLIA

“A população brasileira espera que Congresso Nacional brasileiro e outras Casas de Lei aprovem e promovam propostas relativas aos autênticos direitos humanos, à vida e à família”, afirmou, em entrevista a ACI Digital, o professor Hermes Rodrigues Nery, diretor da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, e coordenador do Movimento Legislação e Vida e especialista em Bioética.

Com o fim de debater o conceito de família, desde fevereiro deste ano, uma enquete propõe a seguinte questão no site da Câmara dos Deputados: “Você concorda com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto (6583/2013) que cria o Estatuto da Família?” A enquete bateu recorde de público se tornou a mais votada da história do site com 3.977.309 de acessos. No momento, o ‘sim’ está empatado com o ‘não’. Segundo professor Hermes, a grande participação dos internautas na enquete reflete a preocupação população brasileira com o tema.

“A maioria da população brasileira rechaça a implantação de uma cultura de morte que nos leva à perda do sentido da vida, dos valores éticos e direitos naturais, dos quais deriva todo o direito positivo. Como também não aceita a implantação de uma educação sexual escolar hedonista, propositalmente dissociada da ideia do matrimônio e da construção da família como seu fim natural e, em vez disso, centralizada na genitalidade, na ideologia de gênero e que promove o homossexualismo entre crianças e jovens", destacou.

Ele reforçou que a família, conforme o direito natural, é a primeira e principal de todas as instituições humanas. E alertou sobre os riscos de uma má compreensão do verdadeiro conceito familiar. “Relativizada a sua identidade enquanto instituição protetora e promotora da pessoa humana, todas as demais instituições ficam fragilizadas”, advertiu.

O professor observou que “desde os anos 80, por consenso estratégico, elaborado pelas grandes Fundações que promovem o aborto, as políticas de controle populacional têm sido apresentadas propositadamente camufladas sob a aparência de uma falsa emancipação da mulher e da defesa de pretensos direitos sexuais e reprodutivos”.

“Esses ‘direitos’ são difundidos através da criação e do financiamento de uma rede internacional de organizações não-governamentais (ONGs) que promovem o feminismo, a educação sexual liberal e o homossexualismo. Tudo isso distorce o conceito de família e compromete assim a dignidade da pessoa humana”, explicou.

Dessa forma, é importante que a população busque informações em fontes confiáveis, para não ser enganada, especialmente por meio de termos ambíguos.

“O Magistério da Igreja é rico em documentos que enaltecem o matrimônio (elevado pela Igreja à condição de sacramento). Na carta às Famílias, São João Paulo II, sobre o matrimônio diz que "o homem e a mulher constituem entre si a comunhão íntima de toda a vida, ordenada por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à procriação e educação da prole. Somente uma tal união pode ser reconhecida e confirmada como 'matrimônio' pela sociedade. Ao contrário, não o podem ser as outras uniões interpessoais que não obedecem às condições agora recordadas, mesmo se hoje, precisamente sobre este ponto, se difundem tendências muito perigosas para o futuro da família e da própria sociedade".

Sobre os termos ambíguos, que relativizam “os conceitos cristãos na sociedade altamente secularizada de hoje, de fortes apelos consumistas e hedonistas”, ele orienta que os católicos que querem se aprofundar sobre o tema e saber quais os termos utilizados pelas Fundações, Ongs e ativistas antivida e antifamília, leiam o livro "Lexicon - termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas", produzido pelo Pontifício Conselho para a Família.

Para participar da enquete, confirmando que “a família é naturalmente formada pela união entre homem e mulher, e aberta a fecundidade” é necessário votar ‘Sim’, acessando o sitewww.camara.leg.br ou através do link: http://bit.ly/1m4WcuQ  

Entendendo a diferença entre os dois projetos que estão tramitando:

PL 6583/2007

Chamado "Estatuto da Família" (no singular), tramita na Câmara dos Deputados e define a família "como o núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher." Por conta desse projeto de lei é que a Câmara fez a enquete.

(Nesse projeto o conceito de família continua existindo mesmo quando o marido ou a esposa não está mais presente, quando a família é formada somente por avós e netos, mãe e filho, pai e filho etc., porque a figura paterna e a figura materna permanecem presentes e proporcionam, respectivamente, a formação natural da identidade masculina e da identidade feminina).

PL 2285/2007

Tramitou na Casa de Leis, com o nome parecido, mas no plural, “Estatuto das Famílias”, evidentemente com uma proposta bem diferente deste atual. Tramitou até 2010, e hoje está no Senado, cujo teor visa garantir direitos para todas formas de "configurações familiares".

Esse projeto, de autoria do Deputado Sérgio Barradas Carneiro, propõe a revogação de todo o Livro IV (Do Direito de Família) do Código Civil de 2002, além de uma série de outros dispositivos de direito material e processual ligados a este ramo do Direito, dispersos em outros documentos, tais como a Lei de Alimentos (Lei 5478/68) e o Código de Processo Civil (Lei 5.869/73).
Por Cláudia Brito de Albuquerque e Sá
Fonte: Acidigital


CONVOCAMOS A TODOS OS QUE LUTAM PARA QUE O CONCEITO DE FAMÍLIA, 
CONFORME INSTITUÍDA POR DEUS, 
CONTINUE A NORTEAR NOSSAS VIDAS, 
VOTEM SIM.

NÃO VAMOS NOS OMITIR. ESSA É A HORA!

Abaixo o resultado parcial da Enquete, às 16:45h do dia 17/11/2014.


NÃO VAMOS PERMITIR QUE ISSO CONTINUE!