Prezados amigos e amigas,

O presente Blog, tem a finalidade de ser mais um instrumento de valorização da família.
Por isso trará sempre artigos relacionados a esse tema, abordando os diversos aspectos que envolvem a formação de uma família sadia e segundo os preceitos cristãos, além de enfocar os diversos aspectos do relacionamento familiar.
Esperamos assim, que possa servir como um meio de reflexão, ajuda e fortalecimento àquelas famílias que encontram-se em situação difícil.

Que Deus nos ajude nessa empreitada.

Pedimos ainda que a Sagrada Família abençoe e proteja a todas as famílias do mundo inteiro. Amém !

José Vicente Ucha Campos
jvucampos@gmail.com

quinta-feira, 26 de maio de 2011

APRESENTADO O ENCONTRO MUNDIAL DAS FAMÍLIAS 2012

ROMA, quarta-feira, 25 de maio de 2011 
Começou a contagem regressiva para o evento que transformará Milão na capital mundial da família entre 29 de maio e 3 de junho de 2012. 
Ali acontecerá o Encontro Mundial das Famílias, um acontecimento desejado por João Paulo II em 1994, e que nesta edição tem como tema: “A família: o trabalho e a festa”.
A um ano do acontecimento, a Sala de Imprensa vaticana acolheu nessa terça-feira uma conferência de apresentação do documento publicado pela Libreria Editrice Vaticana que recolhe o tema do encontro e oferece as trilhas de reflexão para sua preparação.
O documento foi publicado em italiano, inglês, espanhol, francês, alemão, português e polonês. Reúne dez catequeses bíblicas, modeladas sobre a forma da lectio divina, acompanhadas por textos do magistério. O material encerra com perguntas para os casais e para os grupos familiares e as comunidades.
Tudo isso junto a obras artísticas que ilustram os principais conteúdos: da Sagrada Família de Rembrandt ao Grupo Familiar de Henry Moore, ou as Bodas de Caná de Paolo Veronese.
Os textos das catequeses, realizados pela diocese de Milão e pelo Conselho Pontifício para a Família, articulam-se em três grupos: família, trabalho e festa. 
Durante a coletiva de imprensa, o cardeal Dionigi Tettamanzi, arcebispo de Milão, afirmou que este subsídio articula “o caminho de tantas dioceses no mundo e quer ser um instrumento útil não só para as iniciativas da pastoral familiar e do trabalho”.
“A questão – explicou é que o trabalho e a festa são dimensões antropológicas de todo lugar e de todo tempo e incidem sobretudo na estruturação da família. Nosso ser católicos converte-se assim em um modo singular e original – segundo a verdade do Espírito do Senhor Jesus – de viver desafios que são extamente os de cada família”.
Dom Franco Giulio Brambilla, bispo auxiliar de Milão e coordenador do grupo para a redação das catequeses preparatórias, explicou que as palavras “família, trabalho e festa formam um trinômio que parte da família para abri-la ao mundo: o trabalho e a festa são formas como a família vive o ‘espaço’ social e o ‘tempo’ humano”.
“As catequeses – explicou o bispo – tentam desfazer o nó do tema da tensão entre família e sociedade. A família tende a viver seu próprio mundo na esfera privada e a sociedade pensa-se e projeta-se como um conjunto de indivíduos”.
“À vida civil – destacou – custa levar em conta os vínculos sociais que a precedem, e empurra a família para seu regime de segregação, enquanto que a experiência familiar vive a fragilidade e é particularmente vulnerável aos processos sociais, em particular os que incidem na vida cotidiana, como o trabalho e o tempo livre. Portanto, as catequeses partem da vida cotidiana para abri-la ao mundo”.
“Assim – prosseguiu o bispo auxiliar de Milão – as atuais relações familiares, por um lado, devem-se colocar de forma realista nas formas atuais com as que o trabalho e o tempo livre influenciam na vida de casal e a educação dos filhos.”
“Por outro lado, poderão se converter em ocasião para transformar o mundo mediante o trabalho e para humanizar o tempo mediante o sentido cristão da festa, em particular do domingo.”
Por sua parte, o cardeal Ennio Antonelli, presidente do Conselho Pontifício para a Família,  destacou que no Encontro Mundial se dará um espaço especial para as crianças, de modo que passa acontecer “quase um congresso paralelo para elas”.
Ele disse que os dois últimos dias do evento contarão com a presença de Bento XVI, que presidirá às celebrações culminantes.
Na internet: www.family2012.com
Fonte: www.zenit.org

KIT ANTI-HOMOFOBIA AFETA DIRETAMENTE CONCEPÇÃO SOCIAL DE FAMÍLIA


Nesta quinta-feira, 19, o ministro da Educação (MEC), Fernando Haddad, se pronunciou mais uma vez sobre as supostas alterações no chamado "kit anti-homofobia". O material foi elaborado por entidades de defesa dos direitos humanos e pretende combater a violência contra homossexuais nas escolas públicas do país.


A iniciativa deste projeto tem gerado polêmicas entre diversos setores da sociedade que acreditam que o material pode estimular a prática da homossexualidade. A Carta aos bispos da Igreja Católica sobre o atendimento pastoral das pessoas homossexuais, divulgada pela Congregação para a Doutrina da Fé, afirma que o debate de quaisquer projetos legislativos deve, em primeiro lugar, evidenciar a defesa e promoção da vida da família. 

Ainda de acordo com o documento, o fato de denunciar as injustiças contra as pessoas homossexuais não pode conduzir à afirmação de que a condição homossexual não seja desordenada. O texto aponta, assim, as consequências ao se reforçar tal atitude:      

"Quando tal afirmação é aceita e, por conseguinte, a atividade homossexual é considerada boa, ou quando se adota uma legislação civil para tutelar um comportamento ao qual ninguém pode reivindicar direito algum, nem a Igreja nem a sociedade em seu conjunto deveriam surpreender-se se depois também outras opiniões e práticas distorcidas ganham terreno e se aumentam os comportamentos irracionais e violentos". 


O documento afirma ainda que "a Igreja não pode se despreocupar de tudo isto e, por conseguinte, mantém firme a sua posição clara a respeito. Posição que não pode, certamente, modificar-se sob a pressão da legislação civil ou da moda do momento". 



A Igreja - continua o texto - é consciente de que "a opinião segundo a qual a atividade homossexual seria equivalente à expressão sexual do amor conjugal ou, pelo menos, igualmente aceitável, incide diretamente sobre a concepção que a sociedade tem da natureza e dos direitos da família, pondo-os seriamente em perigo". 


A prática homossexual


Segundo o Catecismo da Igreja Católica (CIC), no páragrafo 2358, os homens e as mulheres com tendências homossexuais devem ser acolhidos com "respeito, compaixão e delicadeza".

"Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição", acrescenta ainda o documento.

Contudo, o CIC também enfatiza que a sexualidade humana é fruto do amor entre um homem e uma mulher. Os atos de homossexualidade não seriam, portanto, aprovados pois caracterizam atos "intrinsecamente desordenados". "São contrários à lei natural, fecham o ato sexual ao dom da vida, não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira" (CIC 2357).    

O Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Antônio Augusto, afirmou que o casamento é uma tendência de atração física e afetiva que acontece entre o homem e a mulher. "Isso não é produto de uma cultura ou de mudanças jurídicas. Não é questão de legislação, é natural do ser humano", reforçou.

E ao recordar a recente aprovação do STF acerca da união homoafetiva, Dom Antônio, contestou a ideia atual de que existam outras formas naturais de união: "Existe um discernimento do estado de vida e as primeiras escolhas são pelo matrimônio. Isso se evidencia na nossa sociedade, na qual a família ainda prevalece; embora outros queiram dizer que há outras formas de união ou que a família mudou seu estatuto, ou ainda que suas características mudaram muito com a cultura moderna. Mas isso não é verdade".

Fonte: Canção Nova Notícias

quarta-feira, 25 de maio de 2011

VATICANO LANÇA DOCUMENTO SOBRE FAMÍLIA E TRABALHO

Na manhã desta terça-feira, 24, foi lançado o documento “A Família: o trabalho e a festa”, catequeses preparadas para o 7º Encontro Mundial das Famílias que acontecerá em Milão, Itália, entre os dias 30 de maio e 3 de junho de 2012.
Durante a coletiva de imprensa no Vaticano, foi apresentado também o novo site do Pontifício Conselho para a Famíliaonde é possível obter informações sobre as atividades do dicastério e seus principais projetos.
No site há também um espaço dedicado ao próximo Encontro Mundial das Famílias onde será possível a visualização do documento “A Família: o trabalho e a festa”.  

Na coletiva de imprensa, o presidente do Pontifício Conselho para a Família, Cardeal Ennio Antonelli, recordou que neste ano comemora-se o 30º aniversário da criação deste dicastério do qual ele é presidente e também do Pontifício Instituto João Paulo II para estudos sobre matrimônio e família. Assim, o encontro em Milão será um congresso teológico-pastoral que nos três primeiros dias contará com a presença do Papa Bento XVI.


"Um subsídio precioso para a preparação deste evento é o livro das catequeses com o tema do encontro “A Família: o trabalho e a festa”, feitos sob os cuidados do Pontifício Conselho para a Família e da Arquidiocese de Milão, que compreende 10 catequeses bíblicas e textos do magistério”, disse Dom Antonelli.

O Arcebispo de Milão, Cardeal Dionigi Tettamanzi, salientou que as catequese podem ajudar no caminho de tantas dioceses em todo mundo e se tornar referência útil não somente para as iniciativas das pastorais familiares e de trabalho. 

Para o bispo-auxiliar de Milão, Dom Franco Giulio Brambilla, coordenador do grupo de trabalho no evento e vice-presidente do Comitê científico preparatório do Congresso teológico-pastoral, as catequeses formam um trinômio que parte da família para abri-la ao mundo.


“O trabalho e a festa são modos no qual a família habita no espaço social e vive no tempo humano. O primeiro grupo de catequeses se baseia no modo de viver em casa”, esclareceu Dom Brambilla.


Segundo o coordenador, é necessário que as casas se tornem espaços de acolhimento, lugares onde é construída uma profunda unidade entre o casal e seus filhos. 

O segundo grupo de catequeses aborda a vida cotidiana a partir do trabalho. “O trabalho não pode ser somente meio de sustento econômico, mas deve se tornar um lugar de identidade pessoal e de relação social”, destaca o bipo-auxiliar de Milão.

Já a terceira parte das catequeses se concentra sob o estilo no qual as famílias festejam, lembrando que no contexto atual muitos deixaram de ver o domingo como tempo de festa. 

Por isso, Dom Brambilla destaca que as famílias precisam colocar no seu estilo de vida o sentido da festa, vendo no domingo também um momento para o encontro da comunidade.
Fonte: Canção Nova Notícias

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A IGREJA CATÓLICA ACEITA A PRÁTICA DO ABORTO EM CONDIÇÕES ESPECIAIS?

O aborto já há algum tempo é um dos temas mais quentes e discutidos pela sociedade. Existem aqueles que o defendem pura e simplesmente, existem aqueles que o defendem em “casos especiais” e, graças a Deus, aqueles que o recusam sob todas as formas e situações.

A Igreja Católica Apostólica e Romana, estou falando assim para diferenciar de algumas igrejas “católicas” que existem por aí, mas que não são a verdadeira Igreja de Jesus Cristo, como a nossa, rejeita o aborto sob qualquer forma, condição ou situação, pois entende que quem nos deu a vida foi Deus e só Ele, então, tem o direito de tirá-la, se quiser. 
E ainda mais: sendo Deus a essência do Amor , de forma alguma poderia concordar com uma prática criminosa e de total desamor por um ser humano que está vivo no ventre de sua mãe. 
E a sua Igreja, desta forma, é coerente com os ensinamentos e a vontade de Deus. Por isso queridos amigos, não pode existir católico verdadeiro que aceite o aborto seja na condição que for. 
Infelizmente, vemos por aí, algumas pessoas que se dizem católicas e aceitam o aborto em situações “especiais”. Isso não existe. Ou se é católico verdadeiro e se aceita a doutrina da Igreja ou é melhor mudar de religião e parar de dizer que é católico. 

A Igreja católica não é uma religião feita “ao gosto do freguês”, ou seja, que cada um pode ter a sua “doutrina particular” que atenda aos seus interesses pessoais e particulares ,e continuar sendo católico. Ou se aceita Jesus Cristo com tudo o que Ele ensinou e nos pede que sigamos, ou, não o aceitamos. Mas, aí, é bom procurar outra igreja que atenda aos seus interesses e deixar de dizer por aí, que é católico.

Vale aqui ressaltar, que o ser humano não é uma simples soma de células reunidas ao acaso. Deus é que está na origem da vida de cada pessoa. Vejamos o que nos diz Gn 1, 26-27: “Então Deus disse: Façamos o homem à nossa imagem e semelhança...Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher”.

Uma discussão que alguns que defendem o aborto gostam de fazer é questionar quando realmente é considerado o nascimento do neném. Alguns dizem que o novo ser só é considerado uma criatura, quando nasce da mãe. Outros que só existe um novo ser a partir do sexto mês de gravidez, outros a partir do terceiro mês de gravidez, e assim por diante. A Igreja católica tem uma posição bastante clara a esse respeito, determinando que, ao ser o óvulo da mãe fecundado pelo espermatozóide do pai, ali, naquele momento, já existe um novo ser humano. 

As Sagradas Escrituras fazem menção a esse momento tão maravilhoso, como podemos ver no Salmo 139, 13-15: “Sim! Pois tu formaste os meus rins, tu me teceste no seio materno. Eu te celebro por tanto prodígio e me maravilho com tuas maravilhas! Conhecias até o fundo do meu ser: meus ossos não te foram escondidos quando eu era feito, em segredo, tecido na terra mais profunda. Teus olhos viram o meu embrião. No teu livro estão todos inscritos os dias que foram fixados e cada um deles nele figura”. Ou em Jr 1, 5: “Antes que no seio fosses formado, eu já te conhecia; antes do teu nascimento, eu já te havia consagrado”. Ou ainda em Lc 1, 15: “porque será grande diante do Senhor...e desde o ventre de sua mãe será cheio do Espírito Santo”.

Por tudo isso queridos amigos, rejeitem qualquer tipo de prática abortiva e lutem sempre pela vida, mesmo que por isso, venham a ser achincalhados ou intitulados de retrógrados. Nós não devemos nos preocupar com isso e sim quem é a favor do aborto, pois como nos falou o nosso querido Papa Bento XVI: “Católico que é a favor do aborto deve se auto-excluir do catolicismo. 
Que Deus os acompanhem e os iluminem!

Fonte: Blog Alicerçando a Fé (http://bit.ly/g0LDDk)

domingo, 15 de maio de 2011

FELICIDADE DOS FILHOS É COMPROMISSO DOS PAIS

Primeiros anos de vida são essenciais para mostrar aos filhos que são amados e protegidos

A família é um sistema vivo, em contínua mudança e transformação. Os contextos mudam, os filhos crescem e os pais também, e cada um deve fazer a sua parte como elemento participativo, exercitando a flexibilidade e o reconhecimento.

É fundamental um terreno de amor, afetividade, cumplicidade, intimidade e respeito entre os membros da família. Para isso, o comprometimento maior é inicialmente dos adultos. A comunicação e o diálogo são pontos fundamentais, mas, além de informar, emoções, sentimentos e energia também devem ser transmitidos.

Ter um filho é uma grande responsabilidade. Ele chega com um "cartão de existência" para os pais que diz: "estou aqui, cheguei, o que vocês me oferecem?".

Começa, então, a missão dos pais de cuidar e de educar. E, essa relação inicial é o alicerce para formar laços fortes e, consequentemente, a criação de uma família unida.

A construção da realidade é diária e subjetiva.  É importante se colocar no lugar do outro e ver a realidade com os seus olhos. Inclusive, os primeiros anos de vida são essenciais para mostrar aos filhos que são amados e protegidos e que podem contar com os pais, reforçando assim a autoestima e autoconfiança da criança.

O efeito principal para elas é a criação de bases emocionais sólidas, afim de que se tornem mais preparadas para enfrentar com segurança o mundo externo, acreditando que viver é sinônimo de ser feliz e se realizar, e não de sofrer. Mesmo que o relacionamento entre o casal tenha dificuldades, a continuidade de ter o pai e a mãe como referência deve ser evidenciada, assegurando sua participação, independente de ter ou não a co-presença dos dois.

Além dos pais, é por meio das relações com os avos, tios e primos que a criança se reconhece como pertencendo a uma genealogia, a uma descendência e vive as primeiras experiências de relação social. Os parentes não só ajudam na transmissão de valores e identidade familiar entre as gerações, como também atuam com uma ação de apreciação, reconhecimento e valorização, sem carregar isso com as expectativas que, muitas vezes,  os pais têm.

Se preocupar menos com o supérfluo e o material, e mais com o tempo dedicado ao convívio, a ouvir, é essencial para se conhecer profundamente. Muitas vezes, o filho quer a presença dos pais e recebe um brinquedo, quer falar e ser ouvido e é ligada a TV, quer chorar e ser acolhido e é desqualificado.

É preciso cuidar da família como um ser vivo, que precisa de atenção, dedicação e amor, pra sobreviver saudável e não se perder na solidão emocional. Cuidar das relações, do coração e do espírito, e alimentar, além do corpo, a mente e a alma dos filhos.

No exemplo e na coerência de nós adultos, os nossos filhos se espelham, constroem o caráter, a identidade e a relação com a vida. Como diz o padre italiano Don Redento Tignonsini, seria um compromisso dos pais permitir que os filhos possam falar, em relação a eles: "Por 'culpa' dos meus pais... sou feliz".


Por: Eduardo Shinyashiki

domingo, 8 de maio de 2011

MÃE: MULHER INVISÍVEL

Vejam queridos amigos o testemunho dessa mãe, que com certeza representa todas as mães do mundo, quando se acha uma mulher invisível.
Será que outras mães não poderíam dar esse mesmo testemunho?
Vejamos:

MÃES QUE REMAM CONTRA A MARÉ !

Estas seis mães não só têm 44 filhos entre si, mas elas são mulheres belas, vibrantes e trabalhadoras, ocupadas na missão de divulgar a beleza do que elas consideram “a maior profissão da terra”: o papel de mãe.

Juntadas pela dinâmica líder pró-vida e mãe de nove filhos, Jenn Giroux, essas seis mulheres começaram a viajar pelos Estados Unidos em fevereiro de 2010, com uma apresentação que elas chamam de “Falando do Papel de Mãe”.

Elas dão testemunho para mulheres em faculdades, em conferências femininas e em colégios, apresentando uma perspectiva “contracultural” do papel de mãe. Fundadora e ex-diretora executiva de Human Life International America e fundadora da Associação de Famílias Grandes (AFG), a enfermeira diplomada Jenn Giroux possui vários títulos, mas considera seu papel de mãe como a realização suprema. Conhecida por suas palestras e artigos sobre os danos espirituais e físicos da contracepção, o plano de Giroux para as apresentações “Falando do Papel de Mãe” evoluiu a partir de suas palestras públicas.“Há uma necessidade imensa no mundo de mostrarmos o lado positivo do papel das mães e mais uma vez elevar o papel das mães ao respeito que merece”, Giroux disse numa entrevista telefônica para LifeSiteNews.com enquanto estava viajando com suas cinco amigas para um compromisso de palestra.

“É a maior profissão da terra para as mulheres e tem sido completamente denegrida pelo movimento feminista”.“Falando do Papel de Mãe” teve sua apresentação de estreia na cidade de Notre Dame em fevereiro passado. Desde então, as seis mães realizaram reuniões em Missouri, Nebraska e Indiana e suas próximas reuniões estão agendadas para Ohio, Kansas e Washington. “Tentamos ir a todos os lugares para onde somos convidadas”, disse Giroux, que recentemente começou comercializar as palestras.

“Falando do Papel de Mãe”

“Uma das coisas mais engraçadas”, Giroux relata, são as imensas fotos ampliadas de suas famílias que as seis mães colocam em tripés durante suas palestras. “Levamos essas coisas imensas”, ela ri, “mas é estupenda a resposta que obtemos por causa das fotos”.“Queremos que as outras mulheres vejam os quadros visuais belos de nossos filhos”, disse Giroux, que declarou que muitas vezes compartilha, em tom de brincadeira, com a audiência o número de partos naturais e cesáreos de que as seis mães se gabam.

A líder pró-vida começa a apresentação falando dos danos espirituais e físicos da contracepção. “A maioria das meninas não ouve falar disso”, disse Giroux, falando dos comprovados e elevados riscos de maior incidência de câncer de mama como consequência dos anticoncepcionais. “É importante que as mulheres e meninas novas ouçam isso”.“Nossa geração está completamente cheia de mágoas e remorso pós-anticoncepcional”, disse ela. “Ficamos sem fôlego em nossa primeira palestra com o grande número de mulheres que se identificou com o que estávamos dizendo… queremos dar testemunho para a geração mais nova de mulheres, de modo que elas não repitam nossos erros”.

Embora Giroux inicie as palestras falando acerca da contracepção, a maioria da apresentação consiste em testemunhos pessoais das mães, nenhuma das quais é palestrante profissional.Uma mãe reconta como ela foi informada na mesa do parto com seu segundo bebê que nem ela nem o bebê provavelmente sobreviveriam. Tanto a mãe quanto seu bebê viveram. Mais tarde, ela recusou o conselho do médico para ter uma ligadura de trompas e prosseguiu tendo mais sete filhos.No testemunho de outra mãe, ela diz de sua escolha de ter uma ligadura de trompas com a idade de 26 anos. Ela então “vai contando os detalhes de seu testemunho de remorsos” que terminou numa reversão da operação e o nascimento de seu menino depois de três filhas.A apresentação busca mostrar os aspectos belos e positivos do papel de mãe que se perderam na sociedade, disse Giroux. “Precisamos realmente mostrar-lhes a beleza dos filhos, que é a real mensagem positiva de mostrar para elas os belos frutos de aceitar os presentes de Deus que são os filhos”.Outra mãe conta o testemunho doloroso de seu primeiro bebê, que nasceu morto.

Uma contabilista que planejou e calculou toda a sua gravidez, ela conta a humildade que aprendeu na mesa do parto entregando tudo a Deus. Ela narra como ela aprendeu a confiar em Deus e mais tarde teve quatro filhos.Contudo, outro testemunho de confiança vem da mãe que falou diretamente com as mulheres que têm desculpas financeiras para não terem filhos. “Estou aqui para conversar com qualquer uma que diz que não tem condições de ter filhos”, diz ela. Embora ela e seu marido “não tenham condições” de ter uma família grande, ela diz à audiência como por meio de trabalho duro e confiança em Deus, eles tiveram onze filhos.

Mães “normais”

“Tentamos dar a elas um quadro muito realista do que é ter uma família grande”, Giroux disse para LSN das mães que representam uma variedade de estilos de vida, de mães que trabalham fora a mães que permanecem no lar.Onde os meios de comunicação estão constantemente bombardeando as mulheres com a ideia de que elas não deveriam ter muitos filhos porque arruinará suas carreiras, mudará sua aparência física ou alterará seu estilo de vida tranquilo, Giroux e sua equipe estão ali para levantar-se como “contracultural”.“Estamos tentando deixá-las saber que as mães que aparecem na TV são completamente anormais”, disse Giroux. “O grande segredo de ter filhos perdeu-se” por meio da contínua mentira do público secular.Em tom de risada, ela narra os testemunhos das moças universitárias que olham para ela espantadas ao saber que ela tem nove filhos e responde: “Caramba! Mas você é tão normal!”“Estamos respondendo às jovens: ‘Sabem de uma coisa, meninas? Vocês podem ter tudo o que querem. Podem cuidar de si, ter filhos, se sair bem, serem mães ativas, trabalharem fora de casa e terem um casamento forte e terem uma grande família’”, disse Giroux.

“Entregue tudo a Deus”

Para uma sociedade que apoia a ideologia de um ou dois filhos, essas seis mães desafiam as mulheres a “entregar tudo a Deus” e serem abertas às ilimitáveis bênçãos provenientes dEle.Giroux disse que frequentemente muitas mulheres expressam para ela remorso por terem tido apenas um filho ou o sofrimento que elas têm de serem filha única. Ela cita o Papa João Paulo 2, dizendo: “O maior presente que você pode dar a seu filho é um irmão”.Entretanto, Giroux argumenta que a campanha “Falando do Papel de Mãe” não é forçar todas as mulheres a terem famílias maiores, muito embora as mães realmente promovam famílias grandes.“Nossa mensagem não é apenas ‘tenha muitas filhos’ porque ter 10 filhos não é para todas as mulheres”, Giroux disse para LSN. “Nossa mensagem é ‘confie em Deus’ e aceite os belos presentes que são os filhos”.“Todos nós dizemos que o casamento e o papel de mãe são estressantes e têm momentos desafiadores, mas as bênçãos em muito superam as dificuldades. Tivemos momentos muito assustadores onde tivemos de confiar em Deus em nosso papel de mãe e como resultado fomos abençoadas com os filhos que temos”.

Fonte: Site da Comunidade Shalom - Blog Carmadélio

quinta-feira, 28 de abril de 2011

42 MILHÕES DE ABORTOS PROVOCADOS NO MUNDO POR ANO. QUEM CHOROU POR ELES ?


Steve Mosher

Os meios de comunicação estão alvoroçados com os números da humanidade. Em algum momento durante a parte final deste ano ou começo do próximo ano — a data exata está ainda um pouco vaga — haverá, pela primeira vez na história, 7 bilhões de pessoas vivas no planeta ao mesmo tempo.

Especialistas  já estão, com o maior estardalhaço, escrevendo sobre esse assunto em todas as partes. A revista National Geographic está aproveitando o ano inteiro para denunciar esse aumento nos números, provocando uma reação em cadeia de inúmeros artigos, vídeos dissimulados e fotos arranjadas avisando acerca dos desastres da “explosão populacional” que supostamente nos aguardam.

Outras organizações estão agindo na base do puro pânico também. Participantes de uma mesa-redonda na Associação Americana para o Avanço da Ciência, abandonando a objetividade científica em favor de uma ciência fajuta, reclamaram do crescimento exponencial da população e seus efeitos no meio-ambiente. Horas depois dessa reunião, a internet estava pegando fogo com manchetes assustadoras.

Yahoo News nos avisou que o “Planeta poderá ficar ‘irreconhecível’ em 2050”.
O jornal iraniano Teheran Times gritou “Será que a humanidade conseguirá sobreviver com uma população de mais de 10 bilhões de pessoas?” (Que o Irã, graças a uma campanha nacional de esterilização organizada pelos aiatolás, esteja hoje tendo muito poucos filhos para manter a atual população parece ter escapado à atenção do jornal.)

No Instituto de Pesquisa de População, temos uma reação diferente para o bebê que marcará a passagem para sete bilhões de pessoas. Embora a população mundial tenha dobrado e então dobrado de novo no século passado, mais pessoas significam mais prosperidade. Os seres humanos estão atualmente mais ricos, mais saudáveis e mais instruídos do que nunca. A percentagem de pessoas aprisionadas na pobreza continua a diminuir.

Aliás, o que nos preocupa não é um futuro com excesso de filhos, mas com escassez. Os índices de natalidade em todos os continentes estão caindo. O fato é que os números nunca mais ficarão o dobro de novo, e é muito improvável que cheguemos mesmo a passar os 8 bilhões.

Se não fosse pelo aborto legalizado, é claro, já estaríamos em 8 bilhões. Pior do que alguma tribo primitiva, nós que nos consideramos modernos criamos o hábito de matar nossos filhos, e estamos fazendo essa matança num índice alarmante. De acordo com o relatório mais recente do Instituto Alan Guttmacher, há 42 milhões de abortos provocados no mundo inteiro a cada ano.

O relatório de 2011 desse instituto que está ligado à Federação de Planejamento Familiar também declara que o número de abortos foi ainda mais elevado no passado recente: “O número de abortos provocados diminuiu no mundo inteiro entre 1995 e 2003, dos aproximadamente 46 milhões para aproximadamente 42 milhões.

Cerca de uma de cada cinco gravidezes no mundo inteiro acaba em aborto provocado”. Nós realmente não sabemos quanta credibilidade dar a esses números. Afinal, o Instituto Guttmacher não tem nenhum meio de obter estatísticas exatas de muitos países com elevados índices de aborto. Só o governo chinês provavelmente realiza de 10 a 14 milhões de abortos por ano em suas mulheres. O total global real pode ser mais elevado do que 42 milhões. Mas vamos presumir que o Instituto Guttmacher esteja correto em termos gerais e fazer alguns cálculos simples. Com 40 milhões de abortos por ano, levaria apenas 25 anos para eliminar 1 bilhão de bebês.Considerando que o negócio do aborto realmente decolou por volta de 1960, provavelmente eliminamos quase o dobro desse número, ou dois bilhões de seres humanos em gestação. Pense nisso.

Durante os cinquenta anos passados, de forma silenciosa e sem fanfarra, em cidades e municípios comuns, em dezenas de países no mundo inteiro, talvez dois bilhões de bebês foram assassinados. Eles morreram sem que ninguém ficasse sabendo, muitas vezes sem que ninguém chorasse por eles, cujos assassinatos só são reconhecidos de vez em quando

O século XX foi o mais violento em qualquer medida. Trinta e sete milhões de pessoas foram mortas na 1ª Guerra Mundial. Mais de 60 milhões pereceram na 2ª Guerra Mundial. Seis milhões de judeus e outros seis milhões de católicos morreram nos campos de concentração de Hitler. Vinte milhões morreram nas mãos das autoridades soviéticas. Sessenta e cinco milhões de chineses foram assassinados pelo Partido Comunista, enquanto quarenta e dois milhões mais morreram de fome durante o Grande Salto para Frente de Mao. E assim por diante.

Mas esses números ficam pequenos em comparação com o volume imenso de bebês que foram assassinados nesses últimos cinquenta anos. No mínimo, esse número de abortos provocados é um acontecimento demográfico de proporções gigantescas.

À medida que a raça humana celebra sua marca de 7 bilhões de membros neste outono, precisamos fazer uma pausa para nos lembrar do um ou dois bilhões que caíram — e ainda estão caindo — vítimas das facas cirúrgicas dos médicos aborteiros. Que eles descansem em paz.

Fonte: Site da Comunidade Shalom - Blog Carmadélio

terça-feira, 26 de abril de 2011

AMOR INCONDICIONAL DE PAI. LIÇÃO PARA TODOS NÓS!

Vejam meus amigos que lição de amor de um pai para com um filho. São atitudes dessas que nos fazem acreditar que nem tudo está perdido nesse mundo, pois o amor ainda prevalece.



quinta-feira, 21 de abril de 2011

POR QUE SERÁ QUE AS MÃES GRITAM TANTO COM SEUS FILHOS ?


























SERÁ QUE ELAS NÃO TÊM MOTIVOS SUFICIENTES ?

segunda-feira, 18 de abril de 2011

PESSOAS SEPARADAS QUE HAVIAM SE CASADO NA IGREJA CATÓLICA, PODEM SE CASAR NOVAMENTE NA IGREJA?

P: Pessoas separadas, que haviam se casado na Igreja Católica, podem se casar novamente na Igreja?
R: Não.

O casamento na Igreja Católica é indissolúvel. Só se desfaz com a morte de um dos cônjuges.
No entanto é possível em certos casos, julgar se o casamento feito anteriormente na Igreja, foi mesmo válido e se houve ou não o sacramento. Há situações específicas  em  que  o  sacramento  não  acontece,  mesmo  os  noivos  tendo  participado  da  cerimônia.

Essa é uma confusão que muitos católicos fazem, quando falam em anulação do casamento. Isso não existe, pois como falei acima, para a Igreja de Jesus Cristo, o casamento é indissolúvel. O que pode existir é o caso, muito específico e especial, em que o sacramento não aconteceu, como também mencionamos acima.

O Código de Direito Canônico, estabelece algumas regras que norteiam os tribunais especiais que analisam se o sacramento aconteceu ou não. Se for considerado que não existiu, os cônjuges ficam livres para se casarem na Igreja Católica em nova cerimônia e não em novo sacramento, ou seja, não se pode ter o mesmo sacramento pela segunda vez.

Esses Tribunais, no nosso caso, tem a sua primeira instância no Rio de Janeiro e a segunda instância em São Paulo, que analisam previamente se o processo de nulidade é passível de ser encaminhado para a decisão final em Roma, na Santa Sé, ou não. Desta forma, só a Santa Sé, pode dar o veredicto de dizer que houve ou não o sacramento. Esses processos normalmente são complicados e demorados, pois é necessário uma análise  muito  detalhada  e  profunda  antes  de  se  considerar  um  sacramento  como  não  tendo  existido.

O que aconselhamos às pessoas separadas que queiram se casar na Igreja Católica, após já terem se casado antes, é procurarem seus sacerdotes e conversarem com ele, que fará uma primeira análise do caso, e se achar que a situação é passível de ser encaminhada como um processo de nulidade, o fará, e o encaminhará às instâncias competentes.

Existem igrejas por aí de outras denominações e que se dizem católicas, que fazem todo tipo de casamento e em qualquer situação, não considerando a doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana. Isso caracteriza mais um negócio do que uma celebração de fé baseada nos ensinamentos de Jesus Cristo, contidos nas Sagradas Escrituras. São igrejas que fazem qualquer coisa a gosto do “freguês”.

Vale ressaltar, no entanto, que a Igreja Católica não discrimina os casais de segunda união, tendo para eles sempre um lugar onde poderão ouvir a Palavra, participar das Missas, comungarem espiritualmente, perseverarem na oração, participarem da comunidade paroquial, etc. Só não poderão receber os demais sacramentos, enquanto se mantiverem nesta situação.

Para as pessoas que já foram casadas na Igreja e agora estão separadas e se mantenham segundo os preceitos da doutrina católica, como por exemplo, cultivando a castidade etc, não há problemas de receberem os demais sacramentos, desde que estejam preparadas para isso.

Por: José Vicente U.Campos

sábado, 16 de abril de 2011

SANTA SÉ NA ONU: "NÃO SE DEVE TER MEDO DE TER FILHOS."

Dom Chullikatt aborda políticas errôneas de controle da população.

NOVA YORK, sexta-feira, 15 de abril de 2011.
O observador permanente da Santa Sé nas Nações Unidas se opõe a que a fertilidade humana e o crescimento da população sejam algo a temer.

Dom Francis Chullikatt fez uma declaração na última terça-feira, com um discurso na 44ª Sessão da Comissão sobre População e Desenvolvimento, sobre "Fecundidade, Saúde Reprodutiva e Desenvolvimento".

Ele ressaltou que, "infelizmente, muitos dos debates de hoje ainda se deixam levar por um falso conceito segundo o qual, no contexto do crescimento da população, o próprio ato de dar a vida é mais temido que desejado".

"Esse tipo de pensamento se baseia em um individualismo radical, que considera a reprodução humana como uma mercadoria que deve ser regulada e melhorada para promover uma maior eficiência de mercado e de desenvolvimento."

E continuou: "Como pode este ponto de vista estar em consonância com os objetivos das Nações Unidas?"

Dom Chullikatt afirmou que "esta interpretação errônea leva a uma visão distorcida, segundo a qual o crescimento da população, especialmente entre os pobres, deveria diminuir para poder combater o analfabetismo, a pobreza e a desnutrição".

"Isso está baseado na teoria, consistentemente refutada, de que o aumento da população devastará o meio ambiente, conduzirá a uma concorrência global e a uma batalha pelos recursos, além de enfraquecer a capacidade das mulheres de interagir plenamente na sociedade", disse.

Sexualidade humana

"Estes receios contribuem para o avanço da tecnologia de formas de reprodução que maculam a natureza da sexualidade humana", destacou Dom Chullikatt.

Ele observou que "a combinação desses conceitos equivocados tem levado muitos governos nacionais a adotarem leis e políticas que desestimulam os pais a exercer o seu direito fundamental e inderrogável de ter filhos, livres de toda coerção, e que, às vezes, consideram ilegal que uma mãe dê à luz ou que uma criança possa ter irmãos e irmãs".

O prelado pediu que, "em vez de focalizar as políticas e recursos financeiros nos esforços destinados a reduzir o número de pessoas pobres através de métodos que banalizam o casamento e da família e negam o próprio direito à vida dos não-nascidos, concentremos esses recursos na prestação da assistência prometida para o desenvolvimento de cerca de 920 milhões de pessoas vivem com menos de US$ 1,25 por dia".

E prosseguiu: "Alimentemos os cerca de um bilhão de pessoas estão desnutridas e prestemos assistência adequada aos nascimentos, para reduzir a incidência de mortalidade infantil e materna".

"Cumpramos a nossa promessa de proporcionar educação primária aos 69 milhões de crianças em risco de tornar-se outra geração que não tem assistência básica."

O arcebispo concluiu afirmando que "as crianças de hoje serão os cidadãos de amanhã, que têm muito a oferecer para o bem-estar e para o bem comum de todos".

Fonte: Site www.zenit.org

quarta-feira, 13 de abril de 2011

OS PAIS E O ALCOOLISMO DE SEUS FILHOS



EXAGERO
No Brasil, a maioria dos jovens bebe
entre quatro e cinco doses em duas horas

Sabe aquele hábito de alguns brasileiros de deixar o bebê molhar a chupeta no chope do pai? E aquele outro de permitir que crianças de 10, 12 anos bebam uma taça de espumante nas festas de fim de ano? São muito menos inofensivos do que parecem.

De acordo com a American Association for the Advancement of Science, a AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), práticas como essas podem ter consequências nefastas no futuro.

Baseada em dois trabalhos recentes – a Pesquisa Nacional sobre o Uso de Drogas e Saúde e um estudo realizado pela Universidade de Boston –, a entidade concluiu que quem trava o primeiro contato com a bebida antes dos 15 anos tem cinco vezes mais chance de se tornar um adulto alcoólatra, em comparação com quem prova bebida aos 21.

Apoiada nisso, a AAAS está encampando um movimento para que o primeiro gole seja postergado ao máximo e acaba de lançar o livro “Delaying That First Drink: a Parent’s Guide” (Adiando o Primeiro Drinque: um Guia para os Pais). “Começar a consumir bebidas alcoólicas mais tarde pode fazer a diferença no resto da vida”, diz Aimee L. Stern, autora do livro.

O fato de o primeiro drinque acontecer cada vez mais cedo é um fenômeno mundial. E quase sempre os pais, mesmo inconscientemente, são os responsáveis por despertar o hábito na criança e no adolescente.

No Brasil, dados deste ano do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), revelam que a idade média do primeiro gole em estudantes do ensino fundamental (8º e 9º ano) e ensino médio (1º a 3º ano) de escolas particulares é 12 anos.

Nos Estados Unidos, os meninos começam a beber aos 13 e as meninas, ainda mais jovens, aos 11. Segundo o Cebrid, 46% dos estudantes declararam ter recebido a primeira oferta de álcool de um familiar em sua própria casa. “A criança que molha a chupeta no chope pode não se embriagar, mas reconhecerá o gostinho e se acostumará ao sabor de algo que não lhe fará bem nos anos que virão”, esclarece a psi quiatra Camila Magalhães Silveira, coordenadora do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa).

A AAAS defende que os pais mudem de postura em prol da saúde dos filhos. “É preciso dar o exemplo, não deixar bebidas expostas em casa e conversar muito”, diz Shirley Malcom, diretora de pesquisas do órgão. “Geralmente, os pais passam a se preocupar com o filho que consome álcool quando ele começa a dirigir, mas deveriam começar a conversar sobre o assunto quando ele está no quinto ano e continuar discutindo até que ele os ouça”, diz.

O desenvolvimento físico e mental do bebedor precoce é prejudicado. Como parte de seu cérebro ainda está em formação, tem mais chance de desenvolver tolerância ao álcool e de beber cada vez mais com o tempo. Estudos também mostram que o jovem que bebe, mesmo pequenas quantidades, apresenta dificuldade em aprender ou memorizar fatos. Um dos maiores especialistas em dependência química do Brasil, o psiquiatra Arthur Guerra afirma que o álcool abre as portas para os entorpecentes. “Quem começa a beber aos 12 anos tende a experimentar maconha e outras drogas anos depois”, diz ele.

Se tomar o primeiro gole antes dos 15 anos é prejudicial, o que dizer do adolescente que invariavelmente fica bêbado quando bebe? “No Brasil, o jovem bebe no padrão binge”, diz Camila. O padrão binge é quando a pessoa ingere grandes quantidades de álcool num curto período de tempo com o objetivo de se embriagar. Isso significa cinco ou mais doses, no caso dos homens, e quatro ou mais doses, no caso das mulheres, em duas horas. Quando o corpo absorve grandes quantidades de álcool, a pessoa entra em coma e pode morrer. “Quem é jovem e segue esse padrão tem 15 vezes mais chance de se tornar um adulto alcoólatra”, alerta Camila. Na opinião da psiquiatra, o jovem que bebe no padrão binge deve buscar tratamento.

Quando os pais estão conscientes do problema, a maior dificuldade talvez seja conversar com o adolescente. O livro “Delaying That First Drink” – disponível na internet – propõe uma abordagem científica, sobretudo quando as clássicas proibições e ameaças não funcionam. “O jovem precisa saber como o álcool é prejudicial ao seu corpo, do sistema digestivo aos sistemas nervoso central e reprodutivo”, diz Shirley. Camila também deixa a sua dica: “A melhor hora para conversar não é quando o filho chega embriagado em casa, mas no dia seguinte”, diz ela.

Um estudo americano mostra que, quando pais e filhos conversam sobre álcool, a porcentagem daqueles que consomem bebidas cai entre 18,8% e 16,2%.

Fonte: Revista Isto É

segunda-feira, 4 de abril de 2011

QUANDO UM "NÃO" DITO AGORA SE TRANSFORMA EM VÁRIOS "SIM" NO FUTURO

Não me lembro da primeira vez que a minha mãe me disse que não podia fazer alguma coisa, mas recordo que foram muitas. E como lho agradeço agora! Fui uma menina irrequieta que já aos quatro meses tinha caído da cama duas vezes, que arrasava tudo o que as suas mãos pequeninas podiam alcançar; que aos quatro anos, sem querer, claro, tinha colocado fogo a um quarto de brinquedos; aos 7, por se perder dos pais, acabou numa enrascada uma vez que não sabia como regressar a sua casa, e aos 12 ensinava as amigas a fumar.

Os meus pais depressa aprenderam, sem receber nenhum curso de Escola de Pais, que uma das fórmulas-chave de me amar era ensinar-me que existem limites em todos os campos: físicos, psicológicos e éticos. Os limites para o ser humano não são obstáculos à liberdade, são precisamente os caminhos a seguir para que esta possa escolher o bem, a verdade e o amor, que não são pouca coisa.

Um elemento imprescindível na educação é saber dizer ”não”. As atuais gerações de pais de família dão a impressão de ter horror a esta palavra. Treme-lhes a voz quando têm que pôr um limite, e até se sentem culpados quando o fazem. O bom educador não necessita levantar a voz, basta-lhe, em muitas ocasiões, um olhar para dizer “isso não se faz”, porque se sente seguro de estar fazendo o que está certo.

A diferença psicológica fundamental entre a criança e o adulto reside em que o primeiro desconhece quais são os seus limites, até onde pode chegar nos seus desejos, o que o favorece ou o que o prejudica, o que é o bem e o que é o mal .

A sábia natureza organizou de tal maneira a coisas que o período de amadurecimento de uma “cria humana” é dos mais lentos comparado com outros mamíferos. Quantos anos depende uma criança do adulto para poder subsistir por si mesmo? Esses anos são vitais não só pela necessidade de receber o alimento, mas também pela necessidade de EDUCAR A LIBERDADE HUMANA EM FUNÇÃO DO AMOR.

Herber Macuse foi um dos pensadores que mais intercederam nos anos 60 pelas teorias da total permissividade sexual na criança, para lhe evitar traumas futuros. Das 34 crianças “usadas” como objetos da sua experiência num jardim de infância americano, durante 5 anos, em que nunca se lhes disse “não” a nada, 12 suicidaram-se antes dos 55 anos, 18 apresentaram sérios problemas de adaptação e convivência e 4 levaram uma vida aparentemente normal.

A violência nas escolas, a falta de disciplina, o aumento da delinquência juvenil, o vandalismo, o uso do próprio corpo e do alheio como instrumento do prazer, as dependências do álcool, das drogas, da pornografia, etc. são fenômenos globais da sociedade ocidental. Todos estes comportamentos – esclarece o psicólogo Tony Anatrella, na sua obra “O sexo esquecido” – dos quais cada vez mais pessoas se queixam com um sentimento de impotência e de saturação, não estão a acontecer por acaso. A sociedade criou as condições objetivas para que se desenvolvam e não é justo afirmar, como fazem alguns sociólogos, que estão sistematicamente relacionados com o desemprego e a crise econômica. Na realidade estes comportamentos demonstram bem que há uma desresponsabilização da sociedade.

E uma das causas principais para este fato foi o medo que nos transmitiram para educar, de vez em quando, com um “não” necessário. O “não” é um termo politicamente incorreto, inimigo da tolerância, da permissividade, embora se bem utilizado, seja o elemento-chave para formar inteligências abertas, vontades livres e afetividades sãs.

Por detrás de cada “não” durante a formação, há milhões de “sim” no futuro da vida dessa criança. Um “não” a um ato egoísta é dizer “sim” a muitos atos de generosidade, um “não a um comportamento sexual separado de um amor verdadeiro, é o princípio de uniões estáveis e felizes, um “não” à negligência, é um “sim” à responsabilidade e ao espírito de luta, e um “não” à curiosidade mórbida de torturar um animalzinho sem necessidade alguma, é também um “sim” ao cuidado com o planeta e ao desenvolvimento da responsabilidade ecológica.

Fica demonstrado que um “não” a tempo, pode ser saudável, para o ser humano de hoje e para a sociedade do futuro.”
Por Nieves García

Fonte: Site da Comunidade Shalom - Blog Carmadélio