Prezados amigos e amigas,

O presente Blog, tem a finalidade de ser mais um instrumento de valorização da família.
Por isso trará sempre artigos relacionados a esse tema, abordando os diversos aspectos que envolvem a formação de uma família sadia e segundo os preceitos cristãos, além de enfocar os diversos aspectos do relacionamento familiar.
Esperamos assim, que possa servir como um meio de reflexão, ajuda e fortalecimento àquelas famílias que encontram-se em situação difícil.

Que Deus nos ajude nessa empreitada.

Pedimos ainda que a Sagrada Família abençoe e proteja a todas as famílias do mundo inteiro. Amém !

José Vicente Ucha Campos
jvucampos@gmail.com

sábado, 9 de agosto de 2014

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA 2914


PARTICIPE COM TODA A SUA FAMÍLIA!

PROCURE A SUA PARÓQUIA E VEJA AS ATIVIDADES PROGRAMADAS 
PARA ESSA SEMANA!

APROVEITE ESSA SEMANA E REZE PELA SUA FAMÍLIA
E PELAS 
FAMÍLIAS DO MUNDO TODO!

DIVULGUE ESSA SEMANA PARA SEUS PARENTES E AMIGOS!

DURANTE ESSA SEMANA, VALE A PENA REFLETIR SOBRE A MÚSICA 
DO PADRE ZEZINHO: "FAMÍLIAS DO BRASIL

Eis a letra:

Um lar aonde os pais ainda se amam
E os filhos ainda vivem como irmãos
E venha quem vier encontra abrigo
E todos tem direito ao mesmo pão;

Onde todos são por um e um por todos
Onde a paz criou raízes e floriu,
Um lar assim feliz,
Seja o sonho das famílias do brasil!

Os filhos qual rebentos de oliveira
Alegrem os caminhos de seus pais
E façam a família brasileira
Achar seu amanhã na mesma paz!

Onde todos...
Que os jovens corações enamorados,
Humildes e aprendendo o verbo amar,
Não deixem de sonhar extasiados,
Que um dia também eles vão chegar!

Onde todos...
Que aqueles que se sentem bem casados
Deu certo o seu amor, o amor valeu,
Não vivam como dois alienados:
Partilhem esta paz que deus lhes deu!

Onde todos ...

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

A IGREJA NO BRASIL E O SÍNODO SOBRE A FAMÍLIA

A IGREJA NO BRASIL E O SÍNODO SOBRE A FAMÍLIA
Centro de Estudos e Formação do Sumaré – Rio de Janeiro
11 de Março de 2014
É uma alegria participar deste encontro dos que trabalham como párocos no Brasil da Congregação dos Claretianos! Creio que o tema sobre o Sínodo sobre a Família, além de ser atual, é de interesse dos párocos, assim como tem uma ligação com o que vivemos no consistório extraordinário em Roma no mês passado.
O Papa Francisco, ao convocar um sínodo sobre a família, em duas sessões anuais, demonstra a preocupação da Igreja com o momento presente. O questionário de consulta costumeiro foi divulgado pela imprensa como uma grande novidade e, com isso, se difundiu e gerou expectativas as mais diversas. Creio que isso depois irá repercutir no trabalho em nossas paróquias.
O resultado da primeira consulta já chegou a Roma, vinda dos cinco continentes. Segundo algumas informações, foi um dos questionários que mais obteve participação das conferências episcopais. Isso demonstra o interesse pelo assunto.
Eu mesmo, depois de ouvir a famosa conferência do Cardeal Walter Kasper – “O evangelho da família” – no consistório dos Bispos e participar da discussão, vi como o tema suscita interesses e discussões várias.
As preocupações variam de acordo com a região do mundo de onde provém a intervenção. Algumas questões sobre a poligamia na África, questões de falta de liberdade em países asiáticos, belos exemplos citados sobre o papel dos cristãos nesse contexto, as dificuldades ocidentais nesse tempo de mudança de época...
Para aqueles que trabalham no dia a dia com as famílias e inseridos num mundo em que todos os valores são questionados e onde nossas famílias vivem suas crises e dificuldades, sem dúvida que esse tema é assaz importante e desafiador.
A instituição familiar sofreu profundas mudanças durante o século XX. Esta questão é uma das grandes preocupações da Igreja, principalmente por que traz graves consequências para o seu trabalho evangelizador e pastoral. Por isso, podemos afirmar que não foi sem motivos que o Papa Francisco convocou um Sínodo sobre este tema. A Igreja no Brasil não passou incólume por essas mudanças e desenvolveu inúmeras iniciativas pastorais para o enfrentamento das novas situações e, por isso, tem muito a contribuir para com este Sínodo.
De fato, os grandes movimentos culturais da década de 60 do século passado acabaram por gerar um processo de profundas transformações na configuração social da família. As novas compreensões de liberdade e de amor livre, sem nenhum tipo de comprometimento com valores éticos e com a dignidade humana abriram as portas para que os verdadeiros valores morais sobre a família deixassem de ser respeitados, inclusive no plano legal, e abrissem caminhos para que a sociedade assumisse, aos poucos, novas configurações de vida afetiva.
Desde que foi legalizado o desquite no Código Civil de 1916, e que foi uma primeira forma de separação legal que, embora não possibilitasse nova união conjugal, abriu-se caminho para um processo que foi se alargando nas décadas seguintes. O matrimônio passou a ser questionado e, aos poucos, foi perdendo a sua dimensão de sacralidade para ser reduzido ao plano natural, ou então teve a sua dimensão sacra resguardada em uniões irregulares a partir de algumas instituições religiosas, como a autointitulada “Igreja Católica Brasileira”, entre outras, que passaram a promover a celebração do matrimônio entre pessoas desquitadas, que não poderiam contrair nova união nem no plano civil nem na Igreja Católica Romana.
O passo seguinte foi a aprovação da Lei do Divórcio. O primeiro passo foi a inclusão na Constituição Federal de 1969, de que a Lei do Divórcio poderia ser aprovada através de emenda constitucional. A partir de então, a Igreja passou a desenvolver um intenso trabalho em prol da pastoral familiar, sendo que a sua maior expressão foi a Campanha da Fraternidade de 1977, que teve como tema: Fraternidade e Família, e como lema: Comece em sua casa. Apesar dos esforços desenvolvidos pela Igreja, o Senador Nelson Carneiro apresentou a emenda constitucional número 09, instituindo o divórcio no Brasil. Esta emenda foi regulamentada pela Lei número 6.515/1977, a Lei do divórcio que, porém, era limitado. Foi a Constituição de 1988 que instituiu o divórcio sem limitação numérica, e que foi regulamentada pela Lei 7841/1989. Por fim, a Lei 11.441/2.007 possibilitou que o divórcio consensual pudesse ser realizado no próprio Cartório, sem necessidade de mais ações judiciais.
Durante este período, a Igreja no Brasil não mediu esforços para atuar com eficácia na área familiar, como a Campanha da Fraternidade de 1994, que teve como tema: A fraternidade e a família, e como lema: A família, como vai? e a publicação do Diretório Nacional da Pastoral Familiar.
No dia 05 de maio de 2011, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a união estável entre pessoas do mesmo sexo no Brasil e, em 14 de maio de 2013, o Conselho Nacional de Justiça aprovou uma resolução que converte todas as uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo em casamento, e obriga todos os Cartórios do Brasil a fazerem o casamento.
Esses fatos jurídicos nos mostram uma mudança social e cultural. O individualismo, o subjetivismo, o imediatismo e a vulgarização dos relacionamentos fazem com que a família seja confrontada com novas formas de vida afetiva. Portanto, não se trata apenas de um problema localizado, o problema familiar. Trata-se de uma nova mentalidade que precisa ser compreendida e confrontada pelos valores cristãos.
Os bispos no Brasil, reunidos em Aparecida no ano passado, na sua Assembleia Geral, aprovaram um estudo sobre a renovação da paróquia, que aborda pastoralmente esta questão. Este estudo apresenta a seguinte proposta: Valorizar a família, santuário da vida, os grupos de casais que se apoiam mutuamente, promovendo encontros entre as famílias, são exemplos de iniciativas para conscientizar as pessoas sobre a importância da família na vida de cada um. Acolher, orientar e incluir nas comunidades aqueles que vivem numa outra configuração familiar são os desafios do presente.
Para que esses desafios sejam assumidos, é importante que, em primeiro lugar, a Pastoral Familiar seja assumida como transversalidade na pastoral de conjunto, ou seja, todas as pastorais, naquilo que lhes é específico no seu campo de atuação eclesial e social, devem abordar a questão familiar seja no âmbito da formação, para que os verdadeiros valores sejam inculcados na mente e no coração dos fiéis, seja no âmbito do acompanhamento de casais, principalmente os que se encontram em dificuldades, como também no âmbito da acolhida das pessoas que se encontram em situação irregular perante a Igreja.
O Sínodo dos Bispos sobre a Família pretende enfrentar esta grave situação, que não é apenas brasileira. A Igreja precisa, mais do que nunca, ser profética diante desta questão, mostrando os desígnios de Deus para a humanidade, principalmente no tocante à vida conjugal. Não podemos menosprezar ou desprezar todo o rico conteúdo dos nossos documentos ao longo dos séculos. Não podemos escamotear valores em vista de uma mera satisfação de desejos que são ilegítimos e que são reivindicados por uma sociedade que apela para argumentos inconsistentes como, por exemplo, o da normalidade, como se o número de casos fosse critério moral. Não podemos nos esquecer das exigências evangélicas, pois, se renunciarmos a elas, perdemos a nossa própria identidade eclesial e, com ela, a nossa razão de ser.
Mas a Igreja também precisa ser pastora. Inspirada no seu divino Mestre, que é o Bom Pastor, ela precisa agir. É claro que devemos considerar que esta atuação é profética, pois o pastor conduz o rebanho. Mas também não podemos nos esquecer de que o pastor deve reunir, congregar o rebanho. Nesta questão, tem grande importância o múnus santificante da Igreja, que nos une ao Senhor, de modo especial através do sacramento da Eucaristia. Em vista disso, não podemos medir esforços pastorais no sentido de que problemas possam ser superados como, por exemplo, uniões ilegítimas que podem ser regularizadas pelo Sacramento do Matrimônio ou problemas que podem ser superados através de Tribunais Eclesiásticos. Mas também devemos acolher aqueles que não podem participar plenamente da Eucaristia. Assim, temos algumas experiências sendo desenvolvidas pela Igreja como, por exemplo, as Pastorais de Casais em Segunda União. Mas é claro que precisamos alargar muito o nosso horizonte neste sentido.
Muitas propostas sobre a maneira de dinamizar a questão nos tribunais eclesiásticos foram proclamadas nessas discussões; a experiência controversa da igreja ortodoxa com relação à pratica de um segundo matrimônio, a discussão e perguntas sobre o perdão do pecado da separação, a problemática da comunhão sacramental aos que tiveram um novo vínculo e os aprofundamentos sobre a comunhão espiritual. Estão abertos os questionamentos sobre possíveis soluções, evidentemente desde que não se traia o Senhor Jesus Cristo.
Mas, sem dúvida, o grande segredo está no acompanhamento personalizado dos casais, com uma proximidade que os ajude a ir vencendo as dificuldades e lutando para que a fidelidade ao chamado persista mesmo em meio às tempestades da vida.
O Bom Pastor cuida do rebanho! O cuidado do rebanho exige que conheçamos as suas necessidades para que possamos satisfazê-las, e isso nem sempre é tarefa fácil. Para que isso seja possível, precisamos nos lembrar de que Deus ama o pecador e nós devemos ser expressão desse amor. É a prática da caridade que revela o Deus amor e conduz o coração humano para Ele.
Este Sínodo é necessário e oportuno e não podemos perder esta hora de graça. O fato de o Papa Francisco ter nomeado o Cardeal Raymundo Damasceno Assis, um cardeal brasileiro, como um dos presidentes do Sínodo sobre a Família nos mostra a importância da Igreja no Brasil diante de tão grave momento histórico e pastoral. Esta importância não pode ser minimizada ou negligenciada. Deus e a história vão cobrar a nossa atuação.
É o Senhor que conduz a sua Igreja ao enfrentar o tema do Evangelho da Família. É o mesmo Senhor também que vai acompanhar este caminho iniciado no último Consistório de fevereiro passado e durante o próximo Sínodo dos Bispos.
A história da humanidade nos mostra que a Igreja, conduzida pelo Espírito Santo, sempre foi vitoriosa diante dos mais difíceis desafios que lhe foram impostos no decorrer dos séculos. Que a Igreja no Brasil se una em todos os sentidos para que possamos fazer do Sínodo para a Família um grande momento de graça em vista da construção de uma nova sociedade mais justa e fraterna, da qual a família é a base. 
            † Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ
Fonte: ARQRIO

terça-feira, 5 de agosto de 2014

SÍNODO DOS BISPOS SOBRE A FAMÍLIA - OUTUBRO 2014

CARTA DO PAPA FRANCISCO
ÀS FAMÍLIAS

Queridas famílias,
Apresento-me à porta da vossa casa para vos falar de um acontecimento que vai realizar-se, como é sabido, no próximo mês de Outubro, no Vaticano: trata-se da Assembleia geral extraordinária do Sínodo dos Bispos, convocada para discutir o tema «Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização». Efetivamente, hoje, a Igreja é chamada a anunciar o Evangelho, enfrentando também as novas urgências pastorais que dizem respeito à família.

Este importante encontro envolve todo o Povo de Deus: Bispos, sacerdotes, pessoas consagradas e fiéis leigos das Igrejas particulares do mundo inteiro, que participam ativamente, na sua preparação, com sugestões concretas e com a ajuda indispensável da oração. O apoio da oração é muito necessário e significativo, especialmente da vossa parte, queridas famílias; na verdade, esta Assembleia sinodal é dedicada de modo especial a vós, à vossa vocação e missão na Igreja e na sociedade, aos problemas do matrimónio, da vida familiar, da educação dos filhos, e ao papel das famílias na missão da Igreja. 

Por isso, peço-vos para invocardes intensamente o Espírito Santo, a fim de que ilumine os Padres sinodais e os guie na sua exigente tarefa. Como sabeis, a esta Assembleia sinodal extraordinária, seguir-se-á – um ano depois – a Assembleia ordinária, que desenvolverá o mesmo tema da família. 

E, neste mesmo contexto, realizar-se-á o Encontro Mundial das Famílias, na cidade de Filadélfia, em Setembro de 2015. Por isso, unamo-nos todos em oração para que a Igreja realize, através destes acontecimentos, um verdadeiro caminho de discernimento e adote os meios pastorais adequados para ajudarem as famílias a enfrentar os desafios atuais com a luz e a força que provêm do Evangelho.

Estou a escrever-vos esta carta no dia em que se celebra a festa da Apresentação de Jesus no templo. O evangelista Lucas conta que Nossa Senhora e São José, de acordo com a Lei de Moisés, levaram o Menino ao templo para oferecê-Lo ao Senhor e, nessa ocasião, duas pessoas idosas – Simeão e Ana –, movidas pelo Espírito Santo, foram ter com eles e reconheceram em Jesus o Messias (cf. Lc 2, 22-38). Simeão tomou-O nos braços e agradeceu a Deus, porque tinha finalmente «visto» a salvação; Ana, apesar da sua idade avançada, encheu-se de novo vigor e pôs-se a falar a todos do Menino. 

É uma imagem bela: um casal de pais jovens e duas pessoas idosas, reunidos devido a Jesus. Verdadeiramente Jesus faz com que as gerações se encontrem e unam! Ele é a fonte inesgotável daquele amor que vence todo o isolamento, toda a solidão, toda a tristeza. No vosso caminho familiar, partilhais tantos momentos belos: as refeições, o descanso, o trabalho em casa, a diversão, a oração, as viagens e as peregrinações, as acções de solidariedade... Todavia, se falta o amor, falta a alegria; e Jesus é quem nos dá o amor autêntico: oferece-nos a sua Palavra, que ilumina a nossa estrada; dá-nos o Pão de vida, que sustenta a labuta diária do nosso caminho.

Queridas famílias, a vossa oração pelo Sínodo dos Bispos será um tesouro precioso que enriquecerá a Igreja. Eu vo-la agradeço e peço que rezeis também por mim, para que possa servir o Povo de Deus na verdade e na caridade. A protecção da Bem-Aventurada Virgem Maria e de São José acompanhe sempre a todos vós e vos ajude a caminhar unidos no amor e no serviço recíproco. De coração invoco sobre cada família a bênção do Senhor.

Vaticano, 2 de Fevereiro – festa da Apresentação do Senhor – de 2014.

FRANCISCUS

Fonte: Vaticano

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA 2014


A Semana Nacional da Família será celebrada de 10 a 16 de agosto. O tema central deste ano é "A espiritualidade cristã na família: um casamento que dá certo", que  propõe  a prática espiritual do casal e em  família. O  evento  é  motivado  pela  Comissão Nacional da  Pastoral Familiar, organismo  vinculado à Comissão Episcopal para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Criada em 1992, a  Semana  Nacional  da  Família é um evento anual e integra o calendário das paróquias e comunidades de todo o Brasil.  Para animar a atividade, a  Comissão Nacional elabora o subsídio  "Hora da Família", que começou a ser editado desde a vinda de São João Paulo II ao Brasil, em 1994, e passou a ser publicada anualmente, estando em sua 18ª edição.

Viver a espiritualidade
Para o bispo de Camaçari (BA) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família, dom João Carlos Petrini, o tema proposto para este ano quer ajudar as famílias na vivência da espiritualidade. De acordo com o bispo, "são gestos de espiritualidade que podem fazer a grande diferença na convivência dos esposos, no crescimento dos filhos na fé, na renovação da alegria pelo amor que se renova no dia a dia pelo dom da graça de Deus".
Hora da Familia 2014O subsídio "Hora da Família" é organizado em duas partes, sendo sete encontros de reflexão sobre a família e dez celebrações como Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Avós, Aniversário de Casamento, Família Cidadã e Eleições, e ainda uma celebração especial para a Copa do Mundo 2014.

Encontros no "Hora da Família 2014"
1º - A espiritualidade cristã na família
2º - A prática espiritual do casal / família: comunhão e fidelidade
3º - Família de Nazaré, modelo de espiritualidade pela confiança e obediência
4º - A Eucaristia Dominical: expressão maior de espiritualidade
5º - A religiosidade e piedade populares no exercício da espiritualidade cristã
6º - Família, Igreja Doméstica: lugar especial de espiritualidade cristã
7º - Desafios da espiritualidade cristã na família pela comunhão


Para adquirir o subsídio
Entre em contato com a Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar. Telefone: (61) 3443-2900 ou envie seu pedido para o e-mail vendas@cnpf.org.br. Informações pela Loja Virtual: www.lojacnpf.org.br.
Fonte: CEPVF/CNPF/CNBB

quinta-feira, 31 de julho de 2014

ENTENDA A DIFERENÇA ENTRE A CABEÇA DO HOMEM E A DA MULHER

Uma forma criativa de explicar o funcionamento da cabeça do homem e a da mulher, 
exemplificando suas diferenças e a importância disso dentro do casamento.

Vale a pena assistir!



quarta-feira, 30 de julho de 2014

ARIANO SUASSUNA E O VERDADEIRO HERÓI



QUEM SEU FILHO ESTÁ COLOCANDO COMO HERÓI 
EM SUA VIDA?

Vale a pena refletir!
Fonte: Estou Feliz

terça-feira, 29 de julho de 2014

POR QUE DEUS PEDE UM CASAMENTO PARA SEMPRE E COM A MESMA PESSOA?

Quando se perde a noção de Deus, dissolve-se a concepção do amor.


Existem ensinamentos de Jesus que provocam desconforto, porque, ao nosso ver, seriam limitadores da liberdade e do desejo de construir a felicidade. 
"Não lestes que o Criador, no começo, fez o homem e a mulher e disse: Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e os dois formarão uma só carne?" (Mateus 19,4-6).

Esta frase pronunciada com autoridade por Jesus, contradizendo também a lei mosaica, suscitou debates, divisões, cismas no interior da Igreja. E também dor por parte de muitos que, tendo fracassado no próprio casamento, buscaram refazer-se na vida afetiva e hoje se sentem excluídos ou rejeitados pela Igreja porque não podem comungar.

Trata-se de um dos ensinamentos que não é facilmente compreendido. Como pode Deus reivindicar que uma união conjugal seja para sempre, se nós somos vulneráveis, tão inclinados ao mal, frágeis, sentimo-nos frequentemente incapazes de ser fiéis aos nossos compromissos perenes? Pode existir uma união para sempre? E se errarmos?

Por outro lado, muitos defendem a possibilidade de dissolver o matrimônio levando em consideração o fato de que o amor seria inconstante, ou que não exista um afeto que possa ser duradouro por causa da contingência do homem. Por que Deus pede união matrimonial para sempre e com apenas uma pessoa? Talvez não nos conheça, ou não sabe do que somos feitos?

A defesa da indissolubilidade está na argumentação da sua negação. Deus sabe do que somos feitos e por isso acredita em nós. Ele conhece perfeitamente tudo o que somos capazes, nós, porém, por causa do nosso pecado, pouco a pouco nos esquecemos. Somos pecadores, Ele sabe muito bem, mas somos também seres redentores, e esta redenção é o que permite fazer de nós novas criaturas. Somos feitos para o amor, que não é somente uma possibilidade humana, mas também um dever metafísico. Quem não ama perdeu a sua humanidade e o sentido daquilo que é.

Para acreditar na indissolubilidade matrimonial é necessário acreditar na fidelidade, e para acreditar na fidelidade é necessário acreditar no amor. Mas para acreditar no amor é fundamental acreditar em Deus. Não se pode acreditar no amor verdadeiro se não acreditarmos em Deus.

Para que o amor seja eterno e perene depende do fato de acreditar que existe um Deus que é amor. Isso porque as definições “para sempre” (caráter infinito), “desde sempre” (eternidade), perfeição e transcendência, são ligadas ao Criador. Quando se perde a noção de Deus, dissolve-se a concepção do amor.

Ninguém crê tanto no amor humano como Deus, que sabendo como somos, permitiu nos dar sempre através de todas as gerações a oportunidade de aprender Dele que é o nosso melhor Mestre. E nos propõe um modelo de trindade terrena na qual a experiência amorosa possa ser vivida nesta vida.

Negar Deus é negar a eternidade, e com isso sucumbe a ressurreição e seremos condenados ao nada.

Se deixarmos o amor como puro mecanismo fisiológico, estaremos expondo-o à sensibilidade da pele que quer sempre dar prazer a si mesma. Somente quando compreendemos que Deus existe, que “é amor” e que nos amou com amor eterno, podemos viver a experiência da doação, do “sim” para sempre sem medo de errar. Mas sobretudo sem deixar aquele “sim” à mercê dos instintos viscerais que pedem cada dia mais como uma enorme serpente que devora a si mesma pela cauda.

O amor humano está ligado a Deus. A incredulidade, o ateísmo, são a morte do “amor para sempre”; e se não existe este amor para sempre, estamos condenados a viver desejando o que não é possível. Aquilo que nos espera é a ausência de sentido.

Fonte: Aleteia

segunda-feira, 28 de julho de 2014

PANAMÁ SERÁ A SEDE DO PRIMEIRO CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE PASTORAL FAMILIAR

Adicionar legenda

      De 4 a 9 de agosto de 2014,     acontece o 1º Congresso Latino-Americano de Agentes de Pastoral Familiar (I Colpafa) promovido pelo CELAM, na cidade do Panamá.


O tema proposto para o encontro será "Família e desenvolvimento social para a vida completa e comunhão missionária", em comunhão com o próximo Sínodo Extraordinário dos Bispos sobre a Família, convocado pelo Papa Francisco.
O Congresso é coordenado pelo Departamento de Família e Vida da Juventude CELAM, que em nota, explicou que "a ideia de organizar busca redescobrir a identidade da pastoral familiar da América Latina, para a vida plena e comunhão missionária. A proposta é que a conferência possa contribuir para formação dos agentes da família, a partir de estudos socioeconômicos e políticos, sociais e famílias valor de prioridade como fonte de desenvolvimento social.
A coordenação nacional da Pastoral Familiar, bispos referenciais e assessores do Brasil participarão do evento. A conferência será realizada em três etapas: 1) para compartilhar a vida e espiritualidade 2) identificar os desafios e horizontes pastorais, e 3) a construção de linhas de ação pastoral.
Outras cinco temáticas nortearão as reflexões durante o evento, são elas: (família e educação, comunicação familiar e da vida familiar, da família e da economia, e familiares e Nova Evangelização).
Com as exposições sobre a família e seu vínculo com a educação, a comunicação, a vida quanto às políticas públicas, a economia e a nova evangelização, busca-se dar a conhecer as dimensões e os desafios da família hoje.

Portanto, haverá uma análise das dificuldades, adversidades e se observará as possibilidades de desenvolver, “segundo o projeto de Deus”, linhas de ação frente a cada realidade.

Durante o congresso, na terça-feira 5, quarta-feira 6 e quinta-feira 7, serão apresentados três testemunhos de famílias.

No evento estarão presentes diferentes Bispos do CELAM e delegados da Pastoral Familiar e Pastoral Juvenil de 22 países como a Argentina, Brasil, Colômbia, México, Venezuela, Costa Rica, Honduras, República Dominicana, entre outros.

Fonte: RCR

quinta-feira, 24 de julho de 2014

AMOR VERDADEIRO ENTRE NETO E AVÓ

Entrevista com Fernando Aguzzoli Peres que fala 
do seu amor pela avó


AMOR VERDADEIRO ENTRE NETA E AVÓ


Jovem que foi cuidada por avó na infância carrega idosa 
para o trabalho todos os dias para evitar 
deixá-la na solidão

Huang Li Hua, de 24 anos, do sudoeste de Chongqing, município da China, contou que seus pais, quando ela era uma criança, precisavam ir trabalhar e, como resultado, eles a enviavam para ficar com a avó Wan Zongsiu, de 88 anos, no campo. Hoje, depois de vários anos, é ela que cuida e leva a avó para o trabalho.
“Ela nunca me deixou trancada em casa, se ela estava indo ao mercado, visitar amigos ou trabalhar nos campos, ela me levava junto. E eu nunca quis nada mais, havia sempre boa comida para comer e muito amor,” disse Huang.
Pouco tempo depois ela começou a ir para a escola e voltou para a cidade de seus pais, mas nunca esqueceu o seu tempo com a avó.
Huang Li Hua cuida de sua avó e a leva para trabalhar todos os dias, mesmo que seja precisoo carrega-la, retribuindo o carinho que recebeu na infância.
Depois de deixar a escola, ela foi pela primeira vez trabalhar na província do leste da China, em Guangdong, onde ganhou dinheiro suficiente para voltar para casa de seus pais e começar seu próprio negócio, um restaurante de fast food na cidade.

Ela disse: “Eu tenho tudo que eu quero na minha vida agora. Um namorado que eu amo muito e um negócio que está indo bem. Por isso era natural para mim que eu devesse pensar em minha avó, que me deu tanto amor e cuidou de mim.”

Huang levou a avó para a cidade e passou a cuidar da idosa, levando-a para trabalhar todos os dias no restaurante.

Apesar de sua avó nem sempre se sentir bem o suficiente no trajeto, ela ainda faz o percurso diário mesmo que sua neta tenha que carregá-la.



Fonte: R7

O CICLO DA VIDA EM FAMÍLIA


sábado, 19 de julho de 2014


quarta-feira, 16 de julho de 2014

A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA NO MUNDO

 
A Igreja não analisa os desafios da família na postura simplista de “pode-não pode” mas parte da análise da ‘crise antropológica aguda’ que vivemos.

A família, como vai?

O Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, em artigo publicado pelo jornal O Estado de São Paulo, destaca o papel fundamental da família na sociedade e a preocupação da Igreja em tratar os desafios por ela enfrentados.
 
O texto do Cardeal parte da decisão do Conselho de Direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em seu 26° período de sessões de “Proteção à Família”, que aprovou uma resolução na qual a família é reconhecida como o núcleo “natural e fundamental da sociedade”, destacando “o direito a proteção por parte da sociedade e o Estado”.
 
“Pareceria que a ONU aprovou o óbvio ao se referir ao direito das crianças, pois é difícil imaginar que alguém possa afirmar o contrário” – afirma D. Odilo-.
 
Dom Odilo recorda que “mesmo em tempos de crise, a instituição familiar tem merecido o melhor dos esforços da Igreja, para ampará-la e fortalecê-la em sua dignidade e função social”. A Igreja Católica “não desconhece as dificuldades que sacodem a instituição familiar; mas não a considera como um barco à deriva, que deva ser abandonado à própria sorte”, afirma. 
 
“Compreende-se, assim, por que o papa Francisco convocou uma assembléia extraordinária do Sínodo dos Bispos, com o objetivo de tratar dos atuais desafios da família, que interpelam também a missão da própria Igreja”.  
 
Dom Odilo Scherer cita o Instrumento de trabalho do Sínodo sobre a família, elaborado a partir das respostas a um amplo questionário espalhado pelas dioceses do mundo inteiro.
“As respostas trataram de uma lista extensa de situações vividas pela família, que vão da difusão dos ensinamentos da Igreja sobre a família e o casamento, e sua recepção, ao trato da Igreja com tais questões, às pressões culturais, econômicas e morais sofridas pela família; mas também contemplam as atuais realidades familiares, como as novas uniões depois de uma separação ou divórcio e sua participação na vida da Igreja; as uniões sem formalização alguma, nem civil, nem religiosa; a aparente descrença no casamento e na família e a transmissão responsável da vida; a educação dos filhos, cada vez mais fora da responsabilidade dos pais; as uniões de pessoas do mesmo sexo, com a pretensão de ter status de casamento e família; as políticas contrárias ao casamento e à família em várias partes do mundo…”.
 
O que leva a Igreja a refletir sobre essas questões, “é a preocupação com as pessoas envolvidas nessas diversas situações concretas, sem abandoná-las, nem lhes dar a impressão de que a Igreja e o próprio Deus não têm mais nada para lhes oferecer”, afirma D. Odilo. “O Evangelho, de toda maneira, continua sendo “boa nova” de salvação e de vida para todos; as dificuldades atuais não são, nem devem ser, a referência última para a família e a pessoa humana”.
 
O Cardeal destaca que “não se espere que o Sínodo vá enfrentar esses temas de maneira pragmática, buscando apenas chegar a um simplista “pode-não pode”. As questões são profundas e não dependem de uma atitude voluntarista da Igreja, amoldável aos humores do tempo e dos movimentos culturais”. “Elas se inscrevem numa crise antropológica e cultural aguda, que atinge a própria pessoa humana, sua identidade e sentido”.
 
“Quando o ser humano é apreciado apenas do ponto de vista instrumental e utilitarista, ele passa a ser objeto de uso e meio para atingir objetivos de outras pessoas, da sociedade ou do Estado; e já não é mais vista um fim em si mesmo, como ensinava Emmanuel Kant: ‘o ser humano nunca deve ser tido como um meio, mas sempre como um fim em si mesmo’”.
 
Para D. Odilo “essa verdadeira deturpação do sentido do ser humano também leva à concepção da vida como aventura voltada sobre o próprio indivíduo, para o usufruto das sensações do momento, sem o horizonte da alteridade, no qual ele encontra a sua verdadeira expressão e sua realização mais plena”, o que gera uma grande “desorientação nas relações humanas, no sentido do amor, bem como nas instituições sociais mais elementares, como o casamento e a família, anteriores à própria sociedade organizada e ao Estado”.
 
A assembleia extraordinária do Sínodo é uma etapa do “caminho sinodal”, que se concluirá na 14ª assembleia ordinária do Sínodo, em outubro de 2015. Por fim, o Cardeal explica que “agora, o objetivo é fazer uma reflexão aprofundada sobre a situação da família e do casamento, para compreender melhor os motivos da sua crise e discernir sobre as novas perspectivas que se abrem para a missão da Igreja”.
 
Maria Emilia Marega Pacheco
 
Fonte: Blog Carmadélio

sexta-feira, 11 de julho de 2014

O CARDEAL BALDISSERI FALA SOBRE OS CONTEÚDOS DA PRÓXIMA ASSEMBLÉIA EXTRAORDINÁRIA DO SÍNODO SOBRE A FAMÍLIA

2014-07-10 L’Osservatore Romano
Foi como se tivesse sido desenhada a imagem-tipo da família, com todas as suas luzes e todas as suas sombras, pronta para ser retocada de modo a poder entrar legitimamente a fazer parte dos tesouros a defender a nível universal, como património da humanidade. É o conteúdo do Instrumentum laboris, documento que os padres sinodais utilizarão na próxima assembleia extraordinária de Outubro.

 
Caberá a eles evidenciar os claros e os escuros, as figuras pouco nítidas, as imperfeições e os retoques a serem feitos. Caberá a eles focalizar a luz sobre as problemáticas atuais, sem se deixar condicionar pela pressão mediática privilegiando alguns aspectos em detrimento de outros. O trabalho que os espera é notável, as expectativas também, porque a Igreja, mas inclusive as outras religiões, os Estados e as sociedades esperam respostas sobre o tema da família. Destas situações fala o cardeal Lorenzo Baldisseri, secretário-geral do Sínodo dos bispos, numa entrevista ao nosso jornal.
 
O Papa Francisco observou várias vezes que existe o risco de que a opinião pública seja induzida a considerar o Sínodo como um debate sobre os divorciados e os recasados. O que se pode fazer para restabelecer a óptica correta?
 
Estou convicto de que a publicação do Instrumentum laboris favorecerá a correta colocação do tema ao qual nos referimos. De fato, da leitura do texto intui-se que a assembleia especial do próximo mês de Outubro tratará a família na sua complexidade e urgência, enfrentando todos os aspectos que lhe dizem respeito, citados no documento, o qual contém as respostas às 38 perguntas do questionário distribuído a seu tempo aos episcopados e às instituições de direito. Gostaria de recordar que o documento se compõe de três partes, com respectivos capítulos, subdivididos em 159 números, entre os quais só alguns se ocupam do tema sobre o qual o senhor fala. A progressiva atenção à vastidão da temática familiar que se desenvolve organicamente no documento trará compreensão e clareza para todos e diminuirá a tendência, inclusive a nível mediático, a privilegiar alguns aspectos em relação a outros. Devemos ter presente sobretudo que os vários temas estão estreitamente ligados entre si e para que haja um sadio e correto entendimento, estudo e, eventualmente, um ponto de resolução devem ser considerados no seu conjunto e em igual medida.
Fonte: News.va
 
INSTRUMENTUM LABORIS
(síntese)
 
A família, lugar exemplar de evangelização

110. De entre os agentes da transmissão da fé, as respostas dão amplo destaque à figura da família. Por um lado, a mensagem cristã sobre o matrimónio e a família é um grande dom que faz da família um lugar exemplar de testemunho da fé, dada a sua capacidade profética de viver os valores fundamentais da experiência cristã: dignidade e complementaridade do homem e da mulher, criados à imagem de Deus (cf. Gn 1, 27), abertura à vida, partilha e comunhão, dedicação aos mais frágeis, atenção à educação, confiança em Deus como fonte do amor que une. Muitas Igrejas particulares insistem e investem energias na pastoral familiar, precisamente nesta perspectiva missionaria e testemunhal. 
 
111. Por outro lado, a família, para a Igreja, tem a responsabilidade de educar e transmitir a fé cristã desde o início da vida humana. Daqui nasce a profunda ligação entre a Igreja e a família, com a ajuda que a Igreja deseja dar à família e a ajuda que se espera da família. Muitas vezes, as famílias estão imersas em fortes tensões por causa dos ritmos de vida, do trabalho cada vez mais incerto, da precariedade galopante, da fadiga da responsabilidade educativa que cada vez é mais árdua. As próprias famílias que tomaram consciência das suas dificuldades sentem a necessidade da ajuda da comunidade, do acolhimento, da escuta e do anúncio do Evangelho, do acompanhamento na sua missão educativa. O objectivo comum é que a família tenha um papel cada vez mais activo no processo de transmissão da fé.
 
112. As respostas dão conta das dificuldades e necessidades que emergem de várias famílias hodiernas, incluindo as cristãs: a necessidade de apoio expresso, de modo cada vez mais evidente, em várias situações de dor e de fracasso no educar à fé, sobretudo as crianças. Várias respostas abordam a constituição de grupos de famílias (locais ou ligados a experiências e movimentos eclesiais) animados pela fé cristã. Ela permitiu a tantos casais enfrentarem melhor as dificuldades que vieram ao seu encontro, dando assim um testemunho claro da fé cristã.
 
113. Estes grupos de famílias, de acordo com muitas respostas, são um exemplo dos frutos que o anúncio da fé gera nas nossas comunidades cristãs. As respostas a este respeito demonstram um certo optimismo na capacidade que muitas comunidades cristãs têm, apesar da situação de provisoriedade e de precariedade em que se encontram, na fidelidade à celebração comum da sua fé, a disponibilidade, ainda que limitada em recursos, para acolher os pobres e viver um testemunho evangélico simples e quotidiano.
 
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segunda-feira, 7 de julho de 2014