Prezados amigos e amigas,

O presente Blog, tem a finalidade de ser mais um instrumento de valorização da família.
Por isso trará sempre artigos relacionados a esse tema, abordando os diversos aspectos que envolvem a formação de uma família sadia e segundo os preceitos cristãos, além de enfocar os diversos aspectos do relacionamento familiar.
Esperamos assim, que possa servir como um meio de reflexão, ajuda e fortalecimento àquelas famílias que encontram-se em situação difícil.

Que Deus nos ajude nessa empreitada.

Pedimos ainda que a Sagrada Família abençoe e proteja a todas as famílias do mundo inteiro. Amém !

José Vicente Ucha Campos
jvucampos@gmail.com

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

POR QUE SE CASAR NA IGREJA, SEGUNDO JOÃO PAULO II

                                                                                                                                     © GIANCARLO GIULIANI/CPP

“Para a maioria das pessoas, as núpcias celebradas na Igreja são ainda um atrativo: desejam celebrar o matrimônio religioso. Por que é assim? Karol Wojtyla se perguntava já tempos antes de se tornar papa, como demonstra um artigo até agora inédito que apareceu recentemente em uma seleção de textos escritos por ele entre 1952 e 1962, intitulada: “Educar e amar. Escritos sobre o matrimônio e a família” (Cantagalli, Itália).

No texto, de extraordinária atualidade, Wojtyla ressalta que o casamento celebrado na Igreja é mais atraente que o realizado em um Cartório Civil para “a grande maioria das pessoas”, também aqueles “não muito crentes”.

Em primeiro lugar, escrevia Wojtyla, é preciso esclarecer o que significa celebrar o casamento na Igreja. Assim como no casamento civil – explica –, no religioso existem dois momentos, o contrato e a declaração, mas enquanto no primeiro caso a declaração está nos acordos da sociedade, do poder civil, o matrimônio religioso “olha muito mais alto e assume o caráter tipicamente religioso, até mesmo solene. É o juramento a definir o caráter religioso da declaração. O ato não tem sentido se não se aceita a existência de Deus. O juramento chama o Senhor como testemunha”. 

Por que se casar na Igreja?

“Antes de tudo”, responde João Paulo II, “porque isto corresponde plenamente à dignidade e ao valor da pessoa humana. Sabemos que o matrimônio sacramental é o fundamento da ligação indissolúvel do homem e da mulher, e somente esta visão do matrimônio permanece em certo relacionamento com a dignidade da pessoa humana, em certo relacionamento com aquilo que o homem é”. 

“A pessoa possui um particular valor, e tal valor da pessoa merece uma particular afirmação. A pessoa não pode se tornar um objeto a se utilizar - e assim seria se as relações sexuais não fossem mantidas pela instituição do matrimônio, da instituição do matrimônio monogâmico e indissolúvel.”

Existe uma outra razão, que “começa a se formar na nossa consciência quando com os olhos da fé olhamos o destino e a vocação de cada ser humano”.

“O ser humano é destinado não somente a cumprir grandes obras neste mundo, a subjugar a terra, a criar a cultura e a civilização, mas o homem - a pessoa humana - é chamado a encontrar pessoalmente Deus, a unir-se definitivamente a Deus. Cada homem possui este destino e cada um é chamado a isto, mesmo quando ainda pouco percebe.”

Se é assim, serve “um voto (juramento), um ato de virtude religiosa até que dois batizados, dois crentes, homem e mulher, possam se unir no matrimônio e iniciar as relações sexuais mediante as quais duas pessoas se doam reciprocamente”, porque “o Senhor deve, de qualquer maneira, ceder; Ele que tem o direito a cada pessoa humana em um certo modo o deve permitir. E é aquilo que acontece no momento da celebração religiosa das núpcias, enquanto ambos se ajoelham, sentindo sob si a majestade divina, vendo diante de si a grandeza do Seu amor e compreendendo plenamente o Seu direito sobrenatural sob cada um deles”.

“Enquanto ambos juram, prometendo-se o amor, a fidelidade e a honestidade conjugal, pelo próprio fato do juramento recebem do Senhor a permissão, o direito de pertencer um ao outro.”

“Por que se casar na Igreja?”, perguntava-se Wojtyla. “Porque o casamento se torna um sacramento que transmite os recursos da redenção de Cristo, aquela força sobrenatural que permite aos homens, que permanecem seres humanos, viver segundo o plano de Deus, viver como filhos de Deus”. 

Para viver o matrimônio deste modo, conclui, “no momento da celebração os esposos devem atingir a graça, acolher na alma tantas daquelas energias sobrenaturais que permitem que eles correspondam ao pensamento de Deus, ao grande plano do Criador e Redentor”.

Em relação a este grande plano, de fato, o homem “se encontra em um nível inferior e frágil”, e para viver no matrimônio segundo o plano de Deus “deve sempre transcender-se, sair fora daquilo que comporta a própria fraqueza. Saírem juntos, ambos”. 

Fonte: Aleteia

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

terça-feira, 14 de outubro de 2014

BIENAL DE SÃO PAULO 2014 - UM GRANDE DESRESPEITO A FÉ CATÓLICA

Sua Excelência Reverendíssima, Dom Antonio Rossi Keller, postou uma nota de repúdio aos sacrilégios que estão acontecendo na 31ª Bienal de artes de SP.
Segue a nota do nobre bispo de Frederico Westphalen:

O buraco sem fim da Bienal de São Paulo, ou a decadência da Arte…

Q
uem se atreveu a visitar a 31ª Bienal de Artes de São Paulo, certamente teve uma triste surpresa.

A pseudo arte apresentada nesta versão da mostra deste ano nada mais é do que um puro e simples incitamento à legalização do aborto, tudo isto misturado com o vilipêndio do sentimento religioso, especialmente no que se refere à fé católica.

“A exposição ‘Errar de Deus’ expõe a figura sagrada de Jesus Cristo crucificado sendo devorada por corvos. Na sequência, uma imagem de Nossa Senhora com o Menino Jesus toda coberta por baratas e escorpiões. Adiante, uma serpente enroscada no corpo da Virgem Maria, com o claro intuito de inverter o conceito católico da Virgem esmagando a cabeça da serpente. (Gen 3, 15). A Santa Ceia dentro de uma frigideira, para ser fritada, e uma imagem de Nossa Senhora prestes a ser triturada por um ralador de cozinha. Ao final dessa exposição, os guias da Bienal orientam os visitantes a assinarem uma petição ao Papa Francisco, pedindo a ‘abolição total do inferno’. A maioria dos visitantes nem a lê, e assina sem perceber que o abaixo-assinado é promovido pelo CIHABAPAI (Clube dos Ímpios, Hereges, Apóstatas, Blasfemos, Ateus, Pagãos, Agnósticos e Infiéis).


Seu filho ou parente será convidado a assinar esse pedido unindo-se a tal clube! Há também ‘a sala chamada ‘Deus é [palavra impublicável]’, com obras que subvertem ícones católicos, como uma Virgem barbada’. A mesma sala ‘registra corpos andrógenos e relações homoeróticas em frente a imagens religiosas como a Virgem de Guadalupe’ (OESP 31/8/14). Ainda na mesma exposição, a obra Casa particular, que de acordo com o site oficial da Bienal, ‘encena a última ceia de Jesus com seus discípulos em um dos prostíbulos da rua San Camilo, em Santiago [do Chile]. Nessa ação, uma das prostitutas, sentada no centro da mesa, assume o duplo papel de Cristo e de Pinochet, dizendo (…), depois de oferecer pão e vinho: ‘este é meu corpo, este é meu sangue’’.



Uma das exposições disponibiliza cartões postais comemorativos da quebra de igrejas, imagens e conventos pelos comunistas, durante a guerra civil espanhola (1936-39). Ali pode-se também encontrar uma exposição chamada ‘Espaço para Abortar’ que inclui vários ‘úteros’ gigantes. O objetivo é que as mulheres entrem neles e gravem ‘testemunhos’ de experiências, advogando a legalização do aborto no Brasil! (Cfr. El Pais, 4/9/14)”. (Agência Fidespress).
Ou seja, convenhamos, aí, de arte, pouco ou nada existe. O que de fato se pretende com um acinte destes é agredir o sentimento religioso de nosso povo. Pura e simples intolerância religiosa, marcada pela absoluta ignorância, pior ainda, a intenção de “desmontar” os valores sagrados da fé. Dentro de um quadro justificativo de uma pretensa “liberdade de expressão”, o que na verdade se quer é destruir e ridicularizar valores e princípios religiosos.
A intolerância religiosa, um conjunto de ofensas a crenças e à religião, é crime de ódio que fere a liberdade e a dignidade humana de quem tem o direito de crer e de ver respeitados seus princípios religiosos. As liberdades de expressão e de crença religiosa são asseguradas pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pela Constituição Federal. Todos devem ser respeitados e tratados de maneira igual perante a lei, independente da sua opção religiosa. Isto significa que ninguém tem o direito de ridicularizar a crença dos demais, mesmo sob o pretexto de arte.

O Brasil, como um país de Estado Laico, além de separar governo de religião, tem em sua Constituição Federal a garantia de tratamento igualitário a todos os seres humanos, quaisquer que sejam suas crenças. Dessa maneira, a liberdade religiosa está protegida e não deve, de forma alguma, ser desrespeitada.

Os direitos de criticar dogmas e encaminhamentos de uma religião são assegurados pelas liberdades de opinião e expressão. Todavia, isso deve ser feito de forma que não haja desrespeito e incitamento ao ódio ao grupo religioso a que é direcionada a crítica.
Portanto, esta vergonhosa Bienal apresenta-se, nada mais nada menos do que uma ofensa grave aos fiéis católicos, já que além da ridicularização do sentimento religioso, vilipendia objetos de culto religioso católico, utilizando-se das imagens sagradas para transmitir grotescas mensagens antirreligiosas.
Uma boa forma de protestar contra esta grave situação será aquela de não ir a esta Bienal, cabendo aos pais de alunos não permitir que seus filhos visitem a mesma nas visitas organizadas pelas escolas.
Rezemos pelo Brasil, que se vê às voltas com tais situações vergonhosas para uma Sociedade que pretende ser pluralista e democrática.
Fonte: Fidespress

POR QUE SERÁ QUE AS PESSOAS TÊM TANTO INTERESSE EM DESRESPEITAR A FÉ CATÓLICA?

O QUE LEVA ESSAS PESSOAS A FAZEREM ISSO? A DESRESPEITAREM A FÉ DE MILHÕES DE PESSOAS PELO MUNDO A FORA?

POR QUE ESSAS PESSOAS SE SENTEM TÃO INCOMODADAS COM A FÉ CATÓLICA?

O QUE ELAS QUEREM ESCONDER NO FUNDO DE SUAS MENTES DOENTIAS?

SÓ PEÇO A DEUS QUE TENHA PIEDADE DE TODAS ELAS, E PERMITA QUE ELAS TENHAM TEMPO PARA SE CONVERTEREM E PEDIREM PERDÃO A DEUS ANTES DE SUAS MORTES.

FAMÍLIAS CATÓLICAS :

NÃO VISITEM, NEM DEIXEM SEUS FILHOS, PARENTES E AMIGOS VISITAREM ESSA BIENAL DO LIXO.

Infelizmente, isso que está acontecendo em São Paulo, trata-se de uma tática já bastante disseminada nos dias de hoje: utilizar a liberdade artística e de expressão para atacar a Religião.
Não é possível que o autor de uma imagem que mostra a Virgem Maria envolta por baratas e escorpiões queira simplesmente expressar seu "talento artístico". Qual seria o objetivo de sua obra senão o de escarnecer dos católicos e do catolicismo? Ou teria a obra um sentido tão hermético que apenas o próprio autor o compreende?
A verdadeira liberdade deve ser usada com responsabilidade e com respeito. Disfarçar o ataque à Religião sob a desculpa de liberdade artística é uma tática cínica que não engana ninguém. 
Por essa razão, pedimos que você CATÓLICO, assine uma petição para enviar um e-mail à organização da Bienal de SP e pedir a suspensão da exposição de todas as peças blasfemas presentes na edição de 2014.
Para assinar a petição, click no link abaixo:
CATÓLICOS,
NÃO VAMOS NOS OMITIR DA DEFESA DA NOSSA FÉ!
POR FAVOR, ASSINE!

domingo, 12 de outubro de 2014

OUTUBRO ROSA - TODOS CONTRA O CÂNCER DE MAMA



ATENÇÃO MULHERES!
PROCUREM UM MÉDICO SE:


sábado, 11 de outubro de 2014

12 DE OUTUBRO - DIA DAS CRIANÇAS


CONFORME INSTITUÍDO POR DEUS


AS CREATED FOR GOD !

AMOR VERDADEIRO !


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

O CASAMENTO NÃO É UM CONTRATO, É UMA VOCAÇÃO

                                                                                                                                                                © Sabrina Fusco
                A Igreja precisa sempre anunciar a indissolubilidade do matrimônio,                                                             mas ela também vive no mundo

Na manhã desta sexta-feira, 10 de outubro, os leigos que estão participando como auditores no sínodo sobre a família, os quais deram seus testemunhos no decorrer do últimos dias, puderam completar suas intervenções, assim como os padres sinodais.


Filhos, casamento, divórcio e consequências



Hoje um dos olhares do sínodo foi dedicado aos 
filhos. Algumas questões foram levantadas pelos próprios padres sinodais a respeito dos efeitos que os filhos sofrem de casamentos rompidos. 



Como a Igreja pode auxiliar as crianças que sofrem os efeitos dodivórcio? Crianças que muitas vezes parecem bolinhas de ping-pong, indo de um lado a outro. Passam a semana com um dos pais, o fim de semana com outro e assim por diante. 



Outra questão levantada nesta manhã foi a respeito dos filhos dehomossexuais. Mesmo a Igreja não acolhendo e não aceitando a união homossexual, não pode fechar as portas aos filhos. É preciso cuidar deles.



Um dos padres sinodais relembrou a necessidade de se ver a situação do casamento atual pela perspectiva dos filhos e completou: “Irmãos, sou filho de divorciados e vivi, como filho, os estigmas do divórcio sobre meus pais e sobre mim”.



Indissolubilidade do casamento e fidelidade



Nossas Igrejas estão cheias de viúvas e viúvos do divórcio. Pessoas que são fiéis às leis da Igreja, ou seja, ao seu matrimônio, mas foram abandonadas pelo(a) companheiro(a). A Igreja precisa sempre anunciar a indissolubilidade do matrimônio, mas ela também vive no mundo. Qual caminho de penitência e reconciliação é preciso elaborar para trazer essas pessoas de volta?



Povo de Deus



A voz dos leigos participantes: “que os bispos tenham uma atenção especial à formação permanente dos sacerdotes, do ponto de vista antropológico e teológico, mas também nas habilidades de comunicação. Os sacerdotes, além de acompanhar os fiéis em seus caminhos espirituais, devem saber explicar com argumentos em contextos pacíficos e de conflitos os ensinamentos da Igreja sobre o matrimônio e a família. Que o amor conjugal e a família ocupem o lugar correspondente na oração dos sacerdotes e dos bispos. É preciso falar desses temas nas homilias, de maneira convincente, persuasiva, conectando a Palavra de Deus com a vida cotidiana das famílias. Para muitos dos fiéis a missa dominical é o único meio de formação”.



“A vocação ao matrimônio não é um contrato, é o amor como dom, não como uso. É preciso respeitar mais o sacerdócio dos leigos. A misericórdia e a verdade não são opostas, a misericórdia é vivida dentro da verdade. Por que não abrimos nossos tribunais eclesiásticos aos leigos, especialmente às mulheres, que com seu espírito feminino têm tanto a contribuir?”, questionou um dos padres sinodais.
Fonte: Aleteia

quarta-feira, 8 de outubro de 2014


terça-feira, 7 de outubro de 2014


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

PRÁTICA DE AUTOMUTILAÇÃO ENTRE ADOLESCENTES SE DISSEMINA NA INTERNET E PREOCUPA PAIS E ESCOLAS

ATENÇÃO PAIS, PRESTEM ATENÇÃO NO COMPORTAMENTO 
E ISOLAMENTO DE SEUS FILHOS DENTRO DE CASA 
E NA ESCOLA CONVERSEM COM SUAS PROFESSORAS 
CASO CONSTATEM ALGO DE ANORMAL


Cortar na própria carne não é uma metáfora para muitos adolescentes. A disseminação da prática da automutilação em redes sociais dá uma pista sobre um problema que, no Rio, preocupa um número crescente de especialistas e escolas, que têm organizado palestras e eventos sobre o tema.
Psiquiatras cariocas já falam em “epidemia” de um castigo autoinfligido para, na ótica dos jovens, minorar sofrimentos emocionais ou psicológicos. E alertam: grande parte dos pais sequer percebe que os filhos têm se cortado com canivetes, lâminas de barbear e até lâminas de apontadores de lápis.
Administradora de uma das páginas sobre automutilação no Facebook, com mais 10 mil “curtidas” em menos de um mês de criação, A., de 15 anos, diz que o intuito não é incentivar, mas ajudar os jovens que sofrem do mesmo problema, sem julgá-los. Na rede, eles postam fotos das feridas e trocam experiências e telefones para formar “grupos de autoajuda” pelo aplicativo Whatsapp. A menina conta que fez o primeiro corte com um compasso há três anos e, desde então, só conseguiu ficar sem se mutilar por, no máximo, cinco meses.
— Começou na sala de aula, e me arrependo bastante. Falo muito com os curtidores da página para nunca darem o primeiro corte, pois se torna um vício. Depois desses meses, meus cortes, que antes eram leves, acabaram só aumentando e ficando fundos, deixando cicatrizes — conta A., aluna de um colégio estadual do Rio que diz ter aderido aos cortes por conta de traumas de infância e familiares, sobre os quais se recusa a falar.
O pai dela mora em Minas Gerais, e a mãe, no Rio, não desconfia do problema. Há uma semana, a adolescente foi chamada pela direção de sua escola, que percebeu o comportamento:
— As diretoras conversaram bastante comigo, e implorei que não contassem para minha mãe. Prometi que não ia me cortar mais lá dentro. Mas (ao fazer isso), sinto alívio na dor sentimental, troco-a pela física. Pelo menor por um momento eu me sinto livre de tudo. Esse é o problema: acaba dando vontade de me cortar compulsivamente.
Na última edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais (DSM-5, na sigla da Associação Americana de Psiquiatria), a automutilação sem intenção de suicídio ficou sob observação para ser tratada como um transtorno isolado, apesar de estar comumente associada a comportamentos obsessivos compulsivos e outras síndromes, como a de Borderline. De acordo com o psiquiatra Olavo de Campos Pinto, membro do International Mood Center e ex-professor da Universidade da Califórnia (EUA), o principal público atingindo são meninas de 13 a 17 anos. A internet tem papel preponderante na disseminação atual da prática, que ele chama de epidêmica.
— Nessa idade, a pessoa não tem a personalidade formada e assume um comportamento de grupo altamente perigoso. As redes sociais são multiplicadores, o principal combustível, e (a automutilação) está se tornando uma epidemia. É uma maneira de lidar de forma impulsiva e destrutiva com frustrações e ansiedades. Tenho visto cada vez mais casos na pré-adolescência. É assustador — diz Campos Pinto. — Estudos de condução nervosa sugerem que, quando há uma sensação de frustração, o corte alivia a dor psíquica. Há um alívio imediato, mas, quando passa, vem uma sensação de vergonha, de arrependimento, de ser descoberto no seu ato.
Anteontem, o Colégio Sacré-Coeur de Marie, em Copacabana, Zona Sul do Rio, realizou uma palestra sobre o tema com psicólogas. O público-alvo eram alunos do 7º ano, e a programação fez parte de um evento em que os adolescentes escolhem os assuntos debatidos. Alguns choraram, outros saíram do auditório durante a apresentação. Orientadora educacional do ensino fundamental II, Clícia Belo conta que os primeiros casos surgiram quando a cantora teen Demi Lovato assumiu que se automutilava. As redes sociais trouxeram de novo o fenômeno à tona.
— Há uma percepção de que está numa crescente muito grande, sobretudo por causa das redes sociais, como produção de autossubjetividade. Muitos acabam praticando algum episódio para tentar acompanhar um grupo. A escola é espaço de possibilidades de coisas que, em casa, não se pode conversar pela sensação de incompreensão, inutilidade, culpa, desamparo e desamor — explica Clícia.
Aluno do 7º ano, X., de 12 anos, faz terapia há quatro e diz que às vezes sente vontade de se cortar, mas que nunca teve coragem:
— Penso em me cortar, mas sinto que não posso fazer isso e sinto dores de cabeça, nervosismo, aflição, muito estresse. Fico tremendo às vezes, e o pensamento dói. Mas sinto que não posso me automutilar porque seria muito torturante. Não posso contar para os meus pais para não envergonhá-los. Contei para minha terapeuta, e ela fez com que eu pensasse que não vai durar para sempre. Procuro me distrair e ver um filme.
A psicóloga clínica Elisa Bichels diz que já atendeu a mais de 80 pacientes de 13 a 16 anos com casos de automutilação, todos de classe média e alunos de escolas particulares do Rio. Segundo ela, além dos cortes, há outras formas de autoagressão como queimaduras, menos usuais. Ela também afirma que o aumento da incidência está ligado às redes sociais.
‘Aniversário’ da cicatriz
— Há quem se utilize de um ato autolesivo pela dor, mas outros (o fazem) porque todo mundo está fazendo, para ver qual é. A questão maior é convencê-los de que as informações da internet não são verdadeiras. Para dar vazão instantaneamente àquela angústia enorme, eles deslocam o sofrimento.
Por isso, vira uma compulsão. Eles ficam prestando atenção ao corte, comemoram o aniversário da cicatriz…. Muitas vezes já consegui evitar lesões conversando com eles pelo WhatsApp — conta Elisa.
A terapeuta cognitivo-comportamental explica que a duração do tratamento depende da gravidade das lesões e do tempo das práticas de automutilação. Para além do óbvio risco de infecções e doenças, há as marcas psicológicas, mais difíceis de apagar. Aluna de uma escola particular de Santa Cruz, Zona Oeste da cidade, Y., de 15 anos, está se tratando há um ano, mesmo período em que está sem se cortar, depois de sua mãe ver as marcas e cicatrizes em suas coxas. Ela conta que descobriu a prática em páginas no Tumblr.
Coordenadora de saúde da escola municipal do Ginásio Experimental Olímpico Juan Antonio Saramanch, em Santa Teresa, Angélica Bueno diz que o problema já foi detectado ali:
— São meninos e meninas de, às vezes, 12 anos. Estamos tratando dessa questão com as famílias e com profissionais da saúde.
A reportagem de Lauro Neto, publicada pelo jornal O Globo.      
Matéria reproduzida do site: Comunidade Shalom/Blog Carmadélio

SÍNODO DOS BISPOS - CHEGOU O MOMENTO DE DISCUTIR A FAMÍLIA

Família Cristã

Pensar a família como um todo é pensar o futuro da sociedade. Com esta ideia no pensamento, o Papa Francisco resolveu dedicar o primeiro sínodo do seu pontificado ao tema da família. São vários os assuntos que vão ser debatidos, pois a família toca em diferentes realidades, e aqui mostramos apenas algumas das questões que vão estar em causa. A expetativa é grande, mas não são de esperar grandes decisões no final deste sínodo extraordinário.


Texto Ricardo Perna

O Papa Francisco surpreendeu o mundo, (mais uma vez, dirão alguns), quando, em outubro de 2013, anunciou a realização de um Sínodo sobre a Família. A surpresa não veio do anúncio do Sínodo em si, mas em tudo o que veio depois. Desde logo, a realização de dois sínodos, um com carácter extraordinário, para 2014, outro ordinário, em 2015. No dia do anúncio, o Pe. Lombardi, da sala de imprensa da Santa Sé, explicava que «esta é a forma com que o Papa pretende fazer um caminho de reflexão na unidade da igreja, promovendo a participação responsável do episcopado de todas as partes do mundo». Conhecido por ser um homem de consensos, Francisco mostrou isso mesmo logo em novembro, quando chegou às dioceses de todo o mundo o Lineamenta, o documento preparatório que é habitualmente enviado a todos os bispos. Juntamente com o documento, a indicação expressa de que o mesmo deveria ser distribuído a todos os movimentos, congregações e pessoas individuais interessadas em enviar as suas respostas sobre a realidade da sua igreja local. Apesar de esta intenção teórica estar sempre presente nos sínodos anteriores, foi a primeira vez que ela foi vincada desta forma.


As respostas foram em grande número, e provocaram algum burburinho à medida que as opiniões foram sendo conhecidas, já que muitas iam criticavam a doutrina da Igreja em alguns temas.
No entanto, Francisco conseguiu o que queria: pôs grande parte do mundo crente e não crente a falar sobre a família, os seus desafios, forças e fraquezas. Além disso, criou uma expetativa sobre o sínodo que irá fazer com que as suas conclusões sejam escutadas com a maior das atenções.
Este sínodo que se inicia a dia 5 deste mês vai servir para ouvir os presidentes das conferências episcopais de todo o mundo falar sobre a realidade local da igreja relacionada com os temas da família. Vai ser uma reunião global essencialmente de auscultação, da qual não são esperadas nenhumas conclusões definitivas, sejam elas pastorais ou doutrinais. O Papa quer consolidar o conhecimento da realidade da igreja nos diferentes países do globo, complementando as respostas que recebeu do questionário mundial com as opiniões, de viva voz, dos presidentes das conferências episcopais de todo o mundo, que lhe trarão a experiência pastoral de cada país e as dificuldades específicas de cada região do globo.


Muitas pessoas aguardam este sínodo de outubro com a expetativa de que saiam respostas claras, e esse poderá ser o principal risco de todo este entusiasmo que rodeia o encontro, já que não se afigura plausível que, com um novo sínodo daqui a um ano, desta reunião saiam grandes decisões.
Outra dúvida é saber se Francisco irá promover mudanças doutrinais ou pastorais dentro da Igreja. Apesar de ser olhado por todos como um progressista, a verdade é que o Papa não tem “inovado” a doutrina da Igreja como alguns setores da Igreja esperavam, antes tem inovado pela prática pastoral e pela abordagem aberta e próxima das pessoas. Por isso, a dúvida sobre eventuais mudanças doutrinais mantém-se e apenas poderá ser esclarecida depois dos Sínodos. Certo é que Francisco pretende que a família volte a ganhar o relevo que os últimos anos lhe foram roubando enquanto célula base da sociedade e da felicidade do ser humano.

Temas sobre os quais o Sínodo se vai debruçar:

Divorciados e recasados


Podendo não ser o mais importante ou que afete mais pessoas, este é o tema de quem toda a gente fala. O sofrimento causado pelo afastamento dos sacramentos de todos os divorciados recasados é sentido por grande parte da igreja local. A grande dúvida não está na necessidade de acolhimento destas pessoas, mas sim na possibilidade de lhes voltar a dar acesso aos sacramentos, mesmo sabendo que vivem em pecado, segundo a Igreja.
O Cardeal Kasper defende a reintegração destas pessoas, após um período de penitência e reflexão interior, mas muitos apontam a indissolubilidade do matrimónio descrita na Bíblia como algo que inviabiliza esta opção, apesar dos cristãos ortodoxos terem encontrado nos mesmos textos bíblicos uma forma de justificar essa segunda união.
Viver uma vida de abstinência parece dura aos olhos de muita gente, mesmo dentro da igreja, e há ainda quem defenda que, se a pessoa não for a responsável pelo divórcio, tem o “direito” de ser desligada desse vínculo e procurar outra pessoa com quem partilhar a sua vida.

A fé na família

Cultivar a fé na família será o problema mais perene de todos, apesar de ser aquele sobre o qual menos se fala. Cada vez mais a família apresenta um défice na capacidade de educar os seus filhos na fé, e muitas crianças chegam à catequese nas paróquias sem o mínimo de vivência cristã. Esta é uma questão puramente pastoral, sobre a qual o Sínodo irá certamente debruçar-se. A catequese familiar é um movimento que tem conhecido uma expansão grande e pode ser uma opção válida no sentido de envolver os pais na educação cristã dos seus filhos. Esse envolvimento também contribui para que as crianças não abandonem a catequese e na se desliguem da Igreja na idade adulta.
Responsabilizar e formar pode ser a chave para se criarem comunidades católicas maiores e mais empenhadas no futuro.

Processos de nulidade e preparação para o matrimónio


Associado às questões dos divorciados, surge hoje a necessidade de agilizar os processos de nulidade, que visam perceber se a união assumida pelo casal no momento do matrimônio existiu ou não.
O presidente do Tribunal eclesiástico de Lisboa, Pe. Ricardo Ferreira, admite que se possa «abdicar da confirmação do segundo tribunal na generalidade dos casos, e guardar essa opção apenas para quem decida recorrer da sentença preferida pelo tribunal eclesiástico de primeira instância», o que significaria uma diminuição do tempo necessário para o processo que já foi bastante diminuído com o aumento dos recursos humanos nos tribunais). Também a nível dos custos é possível já hoje que estes sejam diminuídos ou anulados no caso de dificuldades financeiras, o que facilitará o acesso de mais pessoas aos mesmos.
Juntamente com a questão da nulidade, está a questão da preparação para o matrimónio. Muitos dos casamentos hoje são nulos por falta de maturidade dos noivos no momento da celebração, e isso é culpa, em grande parte, da fraca formação que é dada a esses noivos. Os cursos de preparação para o matrimónio não chegam a toda a gente, e os sacerdotes não se negam a casar ninguém, mesmo que vejam claramente que não estão preparados ou conscientes do que vão fazer. Isso pode mudar se a Igreja apostar de forma mais clara na obrigatoriedade da formação dos noivos e tiver uma postura mais firme na decisão de celebrar ou não certos matrimónios. Diminuirá o número de casamentos, mas também o número de divórcios e situações dolorosas para as pessoas envolvidas.

Novos conceitos de família

Filhos de pais separados, adultos em situação irregular que prestam serviço na paróquia, uniões de facto, casamento homossexual, adoção homossexual… são várias as matérias que provocam uma mudança no panorama familiar da sociedade contemporânea. A existência destes modelos e o que é possível fazer para os acolher dentro da doutrina da Igreja será certamente um dos temas a debater no sínodo. O Papa já mostrou estar aberto e disponível para acolher todos na Igreja, mas também não se mostrou disponível para mudar a doutrina da Igreja para que isso aconteça. Partirá das pessoas compreender o que se espera de um católico, e da Igreja entender que a realidade mudou e que há que fazer novo entendimento de coisas que poderiam não ser admissíveis em tempos. Sem colocar a doutrina em causa, não se anteveem soluções fáceis, nomeadamente no caso das uniões homossexuais.

Matéria reproduzida do site: http://sinododafamilia.blogspot.pt/


                  

A FAMÍLIA EXPLICADA PELO PAPA FRANCISCO



Um livro que recolhe uma espécie de manual com os pontos mais significativos propostos pelo Papa Francisco, um pequeno instrumento, como uma “catequese popular” sobre o tema família, com o título: “Em família com Papa Francisco” (Aldo Maria Valli, Editora Ancora, publicado na Itália).

O livro descreve os problemas da família e apresenta possíveis soluções, ressalta Valli: “segundo o Papa Francisco, existe sempre um sadio realismo que emerge não apenas nas grandes decisões, como o fato de dedicar duas reuniões mundiais dos bispos às famílias, às suas riquezas, mas também se debruçar sobre suas dificuldades”. 

casamento, afirmou o Papa, “conduz-nos ao coração do projeto de Deus, que é um projeto de aliança com seu povo, com todos nós: um projeto de comunhão”.

A imagem de Deus, escreve Valli, é sem dúvida o casal, a união entre o homem e a mulher. O Papa Francisco diz que antes de tudo “somos criados para amar, como reflexo de Deus e do Seu amor”, e que é na união conjugal entre o homem e a mulher que se realiza esta


vocação, “no sinal de reciprocidade e de comunhão de vida plena e definitiva”.

Quando um homem e uma mulher se unem em matrimônio, Deus “se reflete neles”. Da mesma maneira, como indica São Paulo na Carta aos Efésios, nos esposos cristãos reflete-se “a relação instaurada de Cristo com a Igreja, uma relação esponsal”. 

As três características do amor que Jesus nutre pela Igreja, a Sua esposa, são a fidelidade, a perseverança e a fecundidade, que são também as características de um autêntico casamento cristão, no qual o amor se apresenta sobretudo de dois modos: como custódia recíproca e como fraternidade. 

“Nunca alarmante, sempre confiante na Divina Providência, mas consciente da necessidade de colocar bem o foco nos novos desafios”, observa Valli, o Papa Francisco decidiu dedicar à família um caminho sinodal articulado: um sínodo extraordinário (2014) e um ordinário (2015). “A primeira etapa tem como propósito identificar novas linhas operativas para a pastoral da família”. 

Os desafios são grandes e complexos: “vai da rápida difusão das uniões de fato (que em alguns casos chegam ao casamento, mas muito mais frequentes excluem totalmente a ideia), à união entre pessoas do mesmo sexo; da busca, por parte destas pessoas, de poder adotar filhos entre pessoas de culturas de fé diferente; da família monoparental (onde está presente somente um dos pais com os filhos), à poligamia; dos casamentos combinados (com tudo aquilo que implica para a mulher, muitas vezes reduzida a objeto), para os casais que vivem distantes da própria terra por causa dos fenômenos migratórios”. No fundo, “uma mentalidade sempre mais permeada da ideia desenvolvida no Ocidente de que não vale a pena se envolver para sempre, que a fé é um mito e que a instabilidade das relações afetivas seja não um problema, mas a norma, e como tal é simplesmente reconhecida”.

Um outro dado desafia a Igreja diretamente: “o individualismo, com as suas veias hedonistas, penetrou também entre aqueles que ainda, apesar de tudo, se dizem crentes”. Se está em presença de uma fé que “em muitos casos não somente desce facilmente a um acordo com a mentalidade secundária, mas considera natural acolher somente alguns preceitos e não outros, ou reinterpretar as indicações doutrinárias dependendo das situações individuais e interesses contingentes”.

Consciente dos problemas, Francisco não se esconde quando se trata de denunciar os ataques que sofre a família, fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher, mas nele prevalece sempre o desejo de, por sua vez, olhar a questão de maneira positiva. 

O compromisso de todos, começando pelos pastores, deve ser o de “reconhecer quanto é bonito, verdadeiro e bom formar uma família, ser família hoje; quanto é indispensável isto para a vida do mundo, para o futuro da humanidade”, afirmou. “É-nos pedido de colocar em evidência o luminoso plano de Deus sobre a família e ajudar os cônjuges a vivê-lo com alegria em sua existência, acompanhá-los em tantas dificuldades, com uma pastoral inteligente, corajosa e plena de amor”.

Na vida conjugal, valem sempre “três palavras mágicas”: “por favor, obrigado e desculpa”. “Por favor: para não ser intruso na vida do cônjuge. Obrigado: agradecer ao cônjuge por aquilo que fez por mim. E visto que todos nós erramos, a outra palavra que é um pouco mais difícil de dizer, mas necessária: desculpa. Com estas três palavras, com a oração do esposo pela esposa e vice-versa, e com o fato de fazer as pazes sempre antes que termine o dia, o casamento vai adiante”. 

Matéria reproduzida do site: www.aleteia.org

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

O QUE NÃO SE DEVE FALAR PARA AS CRIANÇAS


Pediatra lista situações que podem interferir 
na formação da personalidade.

Os pais são os exemplos dos filhos e suas atitudes podem ter um impacto positivo ou negativo na formação da personalidade e identidade social da criança. Por isso, de acordo com o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo, existem algumas coisas que jamais devem ser ditas às crianças ou faladas na frente delas. Veja quais são:

1 - Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.

2 - Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.

3 - Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.

4 - Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.

5 - Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.

6 - Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.

7 - Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.

8 - Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.

9 - Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.

10 - Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.
Fonte: itodas