Prezados amigos e amigas,

O presente Blog, tem a finalidade de ser mais um instrumento de valorização da família.
Por isso trará sempre artigos relacionados a esse tema, abordando os diversos aspectos que envolvem a formação de uma família sadia e segundo os preceitos cristãos, além de enfocar os diversos aspectos do relacionamento familiar.
Esperamos assim, que possa servir como um meio de reflexão, ajuda e fortalecimento àquelas famílias que encontram-se em situação difícil.

Que Deus nos ajude nessa empreitada.

Pedimos ainda que a Sagrada Família abençoe e proteja a todas as famílias do mundo inteiro. Amém !

José Vicente Ucha Campos
jvucampos@gmail.com

sábado, 10 de outubro de 2015

VOCÊ JÁ REPAROU SE TEM UM MURO DENTRO DE SUA CASA?


Eu e a minha esposa já fomos algumas vezes surpreendidos por casais amigos nossos, que chegaram com a notícia bombástica e repentina, de que estavam se separando.

É claro, que fizemos a pergunta que qualquer um faria, ainda mais porque nunca tínhamos notado ou sabido de nada que pudesse estar acontecendo de errado em seus casamentos, que é:

"O que foi que aconteceu?"

"Por que vocês estão se separando assim, de uma hora pra outra?"

E mais surpresos ficamos ainda, quando alguns desses casais nos disseram que não sabiam ao certo porque estavam se separando mas, que o relacionamento deles tinha chegado ao fim. "Tinha acabado o amor!"

Ora, amigos e amigas, sabemos que um amor verdadeiro não acaba de um dia para o outro, de uma noite pro dia, nem de uma hora pra outra. O que acontece em muitos casamentos, é que o relacionamento diário do esposo e da esposa vai se deteriorando aos poucos, as vezes em pequenas coisas, que não vão sendo resolvidas no seu tempo e nem percebidas pelos dois e, acabam explodindo um dia, onde os cônjuges, ou pelo menos um deles, acorda e vê que o desgaste está grande demais e que não vale mais a pena lutar pelo seu relacionamento, pois não vê ou não vêem mais a solução para seu casamento.

É o que acontece, quando coisas bobas, a princípio, feitas por um dos cônjuges, e que vão se sucedendo durante os anos de casados e que não agradam ao outro, mas que não merecem uma conversa dos dois para corrigirem o rumo desses erros. Ou seja, um vai suportando ou fingindo que suporta o erro do outro como se não tivesse se incomodando com isso, até o dia que resolve dar um basta definitivo não só naquelas bobagens do outro, mas no seu próprio relacionamento.

É como se o casal estivesse construindo um "muro" imaginário entre eles, o qual vai sendo construído ao longo dos anos de casados, sem que eles mesmos, marido e mulher, se percebam disso.

Cada discussãozinha, cada coisa dita que fira o outro e que não seja reparada ou perdoada, cada coisa feita de errado por um dos cônjuges que não tenha sido questionada pelo outro de forma a se perdoarem mutuamente, cada desatenção um para com o outro, cada grosseria, cada falta de carinho, cada esquecimento do dia do aniversário de casamento, cada gesto de desamor, enfim, cada  gota extra de desamor colocada no copo acarretará no transbordamento do mesmo num futuro próximo.

Já no caso do muro, ele vai sendo construído como vimos acima, pelos próprios cônjuges, que vão colocando cada um,  um tijolinho a mais todo dia, nas horas de desafeto mas, sem que eles percebam que o muro está crescendo cada dia mais; até que chegará o dia em que o muro estará tão alto, que eles não conseguirão mais se ver, mesmo estando os dois morando na mesma casa, sob o mesmo teto, e compartilhando os mesmos espaços do que um dia foi o seu lar.

Nesse dia, já com o desgaste evidente pelo descaso, falta de carinho, até desprezo e desinteresse de um pelas coisas do outro, chegam a conclusão que só lhes resta a separação.

E quando lhes perguntamos então o que aconteceu, eles respondem que não sabem. E, muitas vezes não sabem mesmo, pois não foi nada de mais sério ou gritante que aconteceu, mas simplesmente a constatação de um desgaste ocorrido ao longo dos anos e que não foi sentido nem reparado pelos dois, nem muito menos conversado e discutido para que tivessem acertado os ponteiros antes que o muro estivesse erguido.

Mas, não há solução para isso?

Claro que há!

Mas, vai precisar de uma vontade grande dos dois em quererem primeiro, destruírem o muro. E isso pode levar algum tempo de conversa e boa vontade, onde os cônjuges devem tentar, de forma sincera e humilde, rever suas vidas e identificar o que lhes causou dor um para o outro, o que lhes incomodou, lhes desagradou, para então começarem a tirar "tijolo por tijolo" e assim desmontarem o dito muro.

É necessário também, que os dois façam um pacto de amor, no qual se comprometerão em tentar de todas as formas não repetirem os erros que cometeram e que ajudou a construir o tal muro.

Devem se comprometer em mudar pelo amor que têm um para com o outro e pela família, quando tiverem filhos.  Devem passar a dialogar mais, de forma sincera e carinhosa, sempre expondo suas opiniões, para que o outro entenda o que está lhe desagradando.

Os cônjuges devem lembrar, no entanto, que no casamento é necessário que muitas vezes aceitemos coisas que nos são incômodas e não satisfatórias. Pois é impossível que num relacionamento duradouro sejamos sempre atendidos em todas as nossas necessidades e vontades, pois com certeza se isso acontecer, o outro estará sempre abrindo mão de suas vontades em nosso favor, e isso não é correto. Deve haver um consenso entre os dois naquilo que pode ser cedido por um ou pelo outro, principalmente em favor da família. Não é mais o que eu quero ou o que ela quer, mas sim, o que é melhor para nossa família como um todo, onde convivem pai, mãe e filhos.

Outra coisa fundamental, para a desconstrução desse muro, é pedir a ajuda de um carpinteiro. Isso mesmo, não é de um pedreiro não, mas de um carpinteiro. O nosso Deus de amor, Jesus Cristo. Pois só colocando Deus em nosso relacionamento conjugal, poderemos ter a serenidade, a humildade e o discernimento necessários para agirmos de forma a mantermos firme a nossa casa, que deve ser construída sobre a rocha e sem muros em seu interior, mas como diz o nosso querido Papa Francisco, cheio de pontes, que ligam as pessoas no verdadeiro amor.

Se você está num caso desse, pare, pense, converse com sinceridade e humildade e principalmente reze a Deus e à Nossa Senhora, nossa mãezinha, para que os ilumine e os oriente no caminho a ser seguido para o verdadeiro amor.

Não é fácil! Mas é possível! E é altamente gratificante!

Pois a família é o bem maior que todos nós podemos ter. Por isso, lute pela sua!

Deus os abençoe!


Por: José Vicente ucha Campos

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

AVISO AOS NAVEGANTES: SE ALGUÉM ESPERA QUE O SÍNODO DA FAMÍLIA TRAGA MUDANÇAS ESPETACULARES NA DOUTRINA, VAI FICAR FRUSTRADO

Presidente, relator e secretário 
do encontro dão as primeiras informações aos jornalistas

A primeira manhã de discussões do sínodo dos bispos sobre a missão e a vocação da família no mundo contemporâneo terminou com uma sessão informativa para os meios de comunicação, a cargo do presidente delegado, cardeal André Vingt-Trois, arcebispo de Paris; do relator geral, cardeal Peter Erdö, arcebispo de Budapeste; e de dom Bruno Forte, secretário especial para o sínodo.

Alguns destaques do que eles disseram à imprensa:

– Quem está esperando uma mudança espetacular na doutrina da Igreja vai se frustrar.

– As comunidades e famílias cristãs têm papel fundamental na transmissão da fé. A colaboração das famílias não é só importante: é uma necessidade.

– O sínodo tem duas finalidades: propor o Evangelho da família, em que a família é sujeito e objeto central da pastoral, e reforçar a atitude pastoral de acompanhamento e de integração das famílias.

– A pressão da mídia não é novidade, mas não deve interferir: os assuntos mais midiáticos não são, necessariamente, os mais relevantes para o sínodo, e o papa Francisco não se submeterá às “tendências do momento”.

– A Igreja não pode ser insensível aos novos desafios apresentados pelas mudanças culturais. No entanto, este não é um sínodo doutrinal, e sim pastoral: seu foco são os desafios pastorais que existem e que exigem resposta. A missão da Igreja envolve o acompanhamento das profundas transformações da sociedade, mas dentro da fidelidade à doutrina.

Fonte: Aleteia

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

COMEÇA NESTE DOMINGO O SÍNODO SOBRE A FAMÍLIA


O cardeal Lorenzo Baldisseri, secretário geral do Sínodo dos Bispos, divulgou hoje, no Vaticano, alguns números envolvidos no chamado “Sínodo da Família”, a reunião mundial de bispos que começa neste domingo e vai até o dia 25 para refletir e discutir sobre “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”.

Começa: neste domingo, 4 de outubro
Termina: domingo, 25 de outubro
Participam como padres sinodais:
  • 74 cardeais
  • 6 patriarcas
  • 1 arcebispo maior
  • 73 arcebispos
  • 102 bispos (6 deles auxiliares)
  • 3 vigários apostólicos
  • 1 vigário emérito
  • 2 párocos
  • 13 religiosos.
Participam como especialistas ou auditores:
  • 18 pais ou mães de família
  • 51 auditores ou auditoras
  • 14 são delegados fraternos.
Discutem-se os temas em grupos chamados “Círculi minores”:
  • 4 em inglês
  • 3 em espanhol
  • 3 em francês
  • 2 em italiano
  • 1 em alemão
Rezemos pelos frutos deste sínodo em defesa da família!

Fonte:  Aleteia

A PODEROSA ORAÇÃO QUE ESTÁ TRANSFORMANDO OS CASAIS


Se alguém lhe dissesse que existe algo que você pode fazer e que é capaz de garantir que seu casamento durará a vida toda, e que isso só exige 5 minutos do seu dia, você não faria?
 
Que tal experimentar? A oração que apresentaremos a seguir pode ser rezada diariamente pelo casal, com muita sinceridade de coração.
 
Como rezá-la?
 
Façam esta oração lentamente, abraçados ou de mãos dadas, olhando nos olhos um do outro com frequência ao longo da oração, nas pausas entre uma frase e outra.
 
Não tenham medo de conversar sobre o que oram, especialmente logo após a oração.
 
Durante a oração, vale a pena recordar o momento em que se conheceram ou o dia do seu casamento.
 
A vida certamente lhes apresentou muitos desafios ao longo do tempo; talvez não esperassem por isso no dia em que se conheceram, mas vocês atravessaram muitas coisas juntos até hoje, e o fogo providencial das suas provações e do seu amor os uniu mais do que nunca.
 
A oração que transforma os casais
 

Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo,
obrigado pelo profundo dom do sacramento do matrimônio.
Obrigado pelo magnífico presente que é o meu esposo(a),
a quem Tu, perfeita providência,
escolheste para mim desde toda a eternidade.
Permite que eu sempre o(a) trate como realeza,
com toda a honra, respeito e dignidade que merece.
 
Ajuda-me, meu Deus,
a ser desprendido(a) no meu casamento,
para dar tudo pelo meu esposo(a),
sem reservar nada para mim,
sem esperar nada em troca,
reconhecendo e agradecendo
tudo o que ele(a) faz por mim
e pela nossa família todos os dias.
 
Senhor, fortalece e protege nosso casamento.
Ajuda-nos a orar juntos todos os dias.
Permite-nos confiar em Ti do jeito que Tu mereces.
Que nosso casamento seja frutífero
e aberto à tua vontade
no privilégio da procriação e cuidado da vida.
Ajuda-nos a construir uma família forte,
segura, amorosa, cheia de fé,
uma Igreja doméstica.
 
Santíssima Virgem Maria,
colocamos nosso casamento em tuas mãos.
Protege nossa família sob o teu manto.
 
Senhor Jesus, confiamos em Ti,
porque sempre estás conosco
e queres o melhor para nós,
dando-nos sempre o que é bom,
inclusive as cruzes que permites em nossas vidas.
 

(E terminem dizendo um ao outro:)


 
Querido(a) ….. (nome do cônjuge):
você e eu somos um.
Eu te prometo que sempre te amarei
e serei fiel a ti,
nunca te abandonarei
e daria minha vida por ti.
Com Deus e contigo na minha vida
eu tenho tudo.
 
Obrigado(a), Jesus.
Nós te amamos.
Amém.
 
Que Deus os abençoe e faça de vocês um casal santo no amor!

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

segunda-feira, 14 de setembro de 2015


terça-feira, 8 de setembro de 2015

PAPA - PROCESSOS DE NULIDADE MATRIMONIAL MAIS SIMPLES E RÁPIDOS

Cidade do Vaticano (RV) – Foram anunciadas na manhã desta terça-feira (08/09) as principais mudanças decididas pelo Papa em relação aos processos de nulidade matrimonial.

O objetivo do Papa não é favorecer a nulidade dos matrimônios, mas a rapidez dos processos: simplificar, evitando que por causa de atrasos no julgamento, o coração dos fiéis que aguardam o esclarecimento sobre seu estado “não seja longamente oprimido pelas trevas da dúvida”.
As alterações constam nos dois documentos ‘Mitis Iudex Dominus Iesus’ (Senhor Jesus, meigo juiz) e ‘Mitis et misericors Iesus’ (Jesus, meigo e misericordioso), apresentados na Sala de Imprensa da Sé.
A reforma foi elaborada com base nos seguintes critérios: 
1.    Uma só sentença favorável para a nulidade executiva: não será mais necessária a decisão de dois tribunais. Com a certeza moral do primeiro juiz, o matrimônio será declarado nulo.
2.    Juiz único sob a responsabilidade do Bispo: no exercício pastoral da própria ‘autoridade judicial’, o Bispo deverá assegurar que não haja atenuações ou abrandamentos. 
3.    O próprio Bispo será o juiz: para traduzir na prática o ensinamento do Concílio Vaticano II, de que o Bispo é o juiz em sua Igreja, auspicia-se que ele mesmo ofereça um sinal de conversão nas estruturas eclesiásticas e não delegue à Cúria a função judicial no campo matrimonial. Isto deve valer especialmente nos processos mais breves, em casos de nulidade mais evidentes. 
4.    Processos mais rápidos: nos casos em que a nulidade do matrimônio for sustentada por argumentos particularmente evidentes. 
5.    O apelo à Sé Metropolitana: este ofício da província eclesiástica é um sinal distintivo da sinodalidade na Igreja.
6.    A missão própria das Conferências Episcopais: considerando o afã apostólico de alcançar os fiéis dispersos, elas devem sentir o dever de compartilhar a ‘conversão’ e respeitarem absolutamente o direito dos Bispos de organizar a autoridade judicial na própria Igreja particular. Outro ponto é a gratuidade dos processos, porque “a Igreja, mostrando-se mãe generosa, ligada estritamente à salvação das almas, manifeste o amor gratuito de Cristo, por quem fomos todos salvos”.
7.    O apelo à Sé Apostólica: será mantido o apelo à Rota Romana, no respeito do antigo princípio jurídico de vínculo entre a Sé de Pedro e as Igrejas particulares.
8.    Previsões para as Igrejas Orientais: considerando seu peculiar ordenamento eclesial e disciplinar, foram emanados separadamente as normas para a reforma dos processos matrimoniais no Código dos Cânones das Igrejas Orientais.
Diante dos jornalistas credenciados, o juiz decano do Tribunal da Rota Romana, Mons. Pio Vito Pinto explicou que os decretos (motu próprio) são resultado do trabalho da comissão especial para a reforma destes processos, nomeada pelo Papa em setembro de 2014.  
Também estavam na coletiva o Cardeal Francesco Coccopalmerio, Presidente do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, e o arcebispo jesuíta  Luis Francisco Ladaria, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé.
Fonte: Radio Vaticano

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

BAILES FUNK - DROGAS, BEBIDAS, SEXO EM PÚBLICO E UMA MENOR GRÁVIDA POR DIA


A equipe do telejornal Hora 1, da rede Globo, visitou durante os últimos dois meses os bailes funk de São Paulo, também conhecidos como “pancadões”, e encontrou um cenário de adolescentes usando drogas, bebendo e praticando atos sexuais em público, nas próprias ruas onde acontecem esses eventos que, em grande parte, são dominados pelo narcotráfico.

A reportagem ainda levantou um dado chocante: todos os dias, pelo menos uma menina sai grávida desses bailes. Os números foram estimados por Albertina Duarte Takiuti, que coordena o Programa da Adolescência do Estado de São Paulo.

NÚMEROS ASSUSTADORES

Em 2013, entre as jovens e adolescentes que procuram as casas de apoio do governo estadual paulista, 3,4 mil meninas entre 10 e 14 anos engravidaram, 340 delas em bailes funk.

Em agosto deste ano, um novo levantamento com 96 jovens e adolescentes nas casas de apoio revelou que 37% delas são contrárias à relação sexual nos bailes, enquanto 47% são indiferentes e 16% acham a prática “normal”.

EM PLENA RUA

Moradores de um bairro da Zona Leste de São Paulo, entrevistados pela reportagem, disseram que os bailes acontecem todos os fins de semana, envolvendo adultos e adolescentes que bebem, usam drogas e, em muitos casos, fazem sexo na rua.

DEPOIMENTOS

De uma das menores que conversou com os jornalistas:
“…Vem um monte de menino atrás de você, já te pedindo beijo, oferecendo bebida, mandando entrar no carro para sair… A competição é essa: quem ‘fica’ com mais. A maioria das meninas é assim: ‘Você ficou com um, eu fiquei com dois’. ‘Você ficou com dois, eu fiquei com três'”.

De um jovem que frequentava assiduamente os bailes na adolescência:
“Eu me prevenia da melhor forma possível. Tinha amigos meus que geralmente não se preveniam e iam de qualquer forma, em qualquer ambiente, em qualquer lugar. Tava nem aí… Depois bate arrependimento. Só que depois era tarde”.

De uma adolescente de 15 anos que tem uma filha de 6 meses:
“Eu fiquei pasma [com a gravidez]. Ainda não caiu a ficha, entendeu? [O pai da bebê] não assumiu ainda. Ele não conversa comigo… Filho é uma coisa que não pode brincar. Tem que pensar em trabalhar, estudar, cuidar, ter responsabilidade”.
Fonte: Aleteia

E OS PAIS DESSAS ADOLESCENTES ? ONDE ESTÃO ?

SERÁ QUE TUDO ISSO NÃO COMEÇA NUMA FAMÍLIA DESESTRUTURADA, ONDE OS FILHOS NÃO RESPEITAM OS PAIS E OS PAIS NÃO CUMPREM SEU PAPEL DE EDUCADORES E DE EXEMPLO POSITIVO PARA OS FILHOS?

QUE EXPECTATIVA DE VIDA TERÃO ESSAS ADOLESCENTES GRÁVIDAS?

AONDE VAMOS CHEGAR COM ESSA DESESTRUTURAÇÃO DA FAMÍLIA?

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

PAPA AUTORIZA PADRES A PERDOAR CATÓLICAS ARREPENDIDAS POR FAZER ABORTO


"O perdão de Deus não pode ser negado a qualquer um que tenha se arrependido." 
Afirmou o Papa Francisco


O papa Francisco anunciou nesta terça-feira que os padres de todo o mundo poderão conceder durante o ano do Jubileu o perdão às mulheres que abortaram e às pessoas que os realizaram e pediu uma anistia para os detidos, o que gerou reações.

O anúncio foi feito por meio de uma carta ao presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, na qual autoriza todos os padres durante o ano do Jubileu, que começa em dezembro, a absolver as mulheres que se arrependeram do aborto.

“Conheço bem as condições que conduziram (as mulheres) a esta decisão. Sei que é um drama existencial e moral. Encontrei muitas mulheres que levavam em seu coração uma cicatriz por esta escolha sofrida e dolorosa”, escreveu o Papa que nasceu na América Latina, onde o aborto é ilegal em muitos países.

“Alguns vivem o drama do aborto com uma consciência superficial, quase sem perceber o gravíssimo mal que comporta um ato deste tipo. Muitos outros, porém, inclusive vivendo este momento como uma derrota, consideram não ter outro caminho por onde ir”, completa.

O Papa considera o aborto um pecado, um drama injusto e ao mesmo tempo uma derrota, escreveu.

“O perdão de Deus não pode ser negado a qualquer um que tenha se arrependido”, ressalta o pontífice ao anunciar a medida excepcional.

“Eu decidi conceder a todos os padres para o Ano Jubilar (8 de dezembro de 2015 a 1 de setembro de 2016), apesar de qualquer questão contrária, a faculdade de absolver do pecado do aborto aqueles que o tenham praticado e arrependidos de coração pedem por isto o perdão”, escreveu Francisco.

“Os padres devem se preparar para esta grande tarefa, sabendo conjugar palavras de genuína acolhida com uma reflexão que ajude a compreender o pecado cometido, e indicar um caminho de conversão verdadeira”, explica.

Segundo as normas da Igreja, os bispos são os responsáveis por conceder o perdão de acordo com o caso.

O direito canônico considera o aborto uma falta particularmente grave que implica a excomunhão automática, exceto se a pessoa for forçada a fazê-lo.

Anistia para os detidos.

Na carta, o pontífice explica ainda que o Jubileu deve ser entendido como uma “grande anistia” para os presos.

“O Jubileu sempre foi a ocasião de uma grande anistia, destinada a tornar partícipes muitas pessoas que, ainda que merecessem uma pena, tomaram consciência da injustiça cometida e desejam sinceramente se integrar novamente na sociedade dando sua contribuição honesta”, disse.

Um apelo que também foi feito por João Paulo II durante o Jubileu do ano 2000, ao pedir medidas de clemência para os presos em todo o mundo.

O líder do Partido Radical italiano, Marco Pannella, que há décadas denuncia a situação da superlotação das prisões italianas, agradeceu ao pontífice por seu pedido.

“Obrigado, admiro sua coragem, representa uma voz de esperança”, disse.

Indulgência para doentes, idosos e presos.

Além da anistia, os detidos poderão obter a indulgência “nas capelas das prisões porque a misericórdia de Deus, capaz de converter os corações, é também capaz de converter as grades em experiência de liberdade”, ressaltou com seu eficaz estilo de escrita.

Os idosos, as pessoas sozinhas, os que não podem sair de suas casas também poderão receber a indulgência “através dos diversos meios de comunicação”, ou seja, televisão, rádio, internet, etc.

Francisco envia na carta uma mensagem de reconciliação aos ultraconservadores do movimento lefebvrista da Fraternidade São Pio X, excomungados há três décadas por João Paulo II.

Ele afirma aos católicos que frequentam as igrejas nas quais os padres da Fraternidade de São Pio X celebram missas que “ninguém” está excluído.

“Por uma disposição minha estabeleço que os que durante o Ano Santo da Misericórdia se aproximarem dos sacerdotes da Fraternidade São Pio X para celebrar o Sacramento da Reconciliação receberão válida e licitamente a absolvição de seus pecados”, anunciou.

Fonte: Aleteia

sábado, 22 de agosto de 2015

FRAUDE NA ENQUETE SOBRE O CONCEITO DE FAMÍLIA NO SITE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS


ESSE PAÍS NÃO É SÉRIO MESMO...

ATÉ A INSTITUIÇÃO QUE DEVE NOS REPRESENTAR E PRIMAR PELO CARÁTER, 

HONESTIDADE E JUSTIÇA, FRAUDA RESULTADO DE ENQUETE FEITA 

PELO SITE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS NA INTERNET.

PARECE UMA TREMENDA ARMAÇÃO PARA ARRUMAR UMA DESCULPA PRA 

ALTERAR O CONCEITO DE FAMÍLIA DO ESTATUTO.

QUE VERGONHA !!!

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM O MOMENTO DA REFEIÇÃO ?

© Daniel Schultz / CC

Você já reparou o comportamento das crianças à mesa, na hora da refeição? Tenho pensado um pouco nisso ultimamente. Nos restaurantes, os adultos conversam e as crianças se divertem em seus tablets e smartphones. Há mesas com várias crianças, cada uma com seu aparelhinho… à mão. De repente, os adultos riem – provavelmente, alguém falou algo engraçado – mas as crianças permanecem concentradas nas suas telas. Num outro momento, uma criança ri ou fica brava – talvez tenha vencido ou perdido uma fase do jogo –, os adultos continuam conversando e as outras crianças, entretidas no seu mundo virtual. É como se estivessem em lugares diferentes, não sentados à mesma mesa, aguardando serem servidos. Impressionante!

Então, estas cenas, cada vez mais frequentes, têm me feito refletir sobre o comportamento infantil. Mais precisamente, sobre a ausência do adulto na orientação da criança. Sim, porque se alimentar com calma e atenção fazem bem à saúde, todos sabemos, e precisamos ensinar às crianças. Além disso, que convivência é essa que se restringe ao diálogo adulto – isso quando também não estão no celular – permitindo que a criança permaneça alheia ao que se passa à mesa?

Mas a tecnologia não é a única que minimiza a oportunidade do diálogo saudável e prazeroso nos momentos de refeição em família. No Brasil, os restaurantes sempre têm a área das crianças, os plays. Até as redes de fast food, onde, em tese, se deveria sentar e comer depressa, oferecem estes espaços. Repare: as famílias chegam, escolhem uma mesa, organizam bolsas, casacos e afins e, logo em seguida, as crianças correm para a área dos brinquedos. E lá permanecem! A comida chega, alguns pais exigem o retorno dos filhos à mesa, outros, nem isso, comem depois. O que está acontecendo com a educação, aquela que deve ser dada pela família, aquela que envolve valores, define padrões de comportamento, ensina como se comportar?

Nossas crianças já não sabem se comportar à mesa! Em casa, quando não estão com seus tablets e smartphones, comem em frente à televisão ou, se comem à mesa, assim que se sentem satisfeitas, simplesmente se levantam e vão fazer outra coisa – as mais educadas pedem licença. Ninguém espera a refeição acabar – e entendo por acabar quando tudo o que tinha para ser servido foi, desde a refeição em si, até a sobremesa ou o cafezinho.

Numa viagem à Europa, fui recebida por uma família para o almoço. Lá havia uma menininha de três anos que, na época, lutava contra um câncer – uma menina pequena e doente, então. Pois bem, sentamo-nos todos à mesa, o almoço foi servido, os adultos conversavam e a incluíam na conversa também – ela era a única criança na casa –, depois da refeição, a sobremesa e o café, e a menina lá, pequena e doente, conversando com todos. Estranhei a situação, por que fazê-la esperar para sair da mesa? Por que não deixa-la ir brincar em seu quarto? Muitos por quês – veja o que faz a ingenuidade do olhar. Depois entendi que ela ficava porque era tratada como igual, porque estava sendo educada. Porque existem regras de civilidade quando se vive em sociedade e se está à mesa. Porque o momento da alimentação é sagrado. Enfim, muitos porquês de resposta também.

Sim, somos brasileiros, americanos, diferente dos europeus. Concordo. Mas o que me assusta é a ausência do estranhamento. Nossas crianças querem brincar e brincam. Acham chato ficar conversando, então podem sair. Os pais querem se divertir com os demais adultos, por que manter crianças à mesa para ter que lhes dar atenção e falar sobre assuntos infantis também? Sinto, mas me parece ser mais fácil lhes entregar aparelhos tecnológicos ou escolher restaurantes com área de brinquedos para que se distraiam e não perturbem, porque criança entediada perturba, quer achar algo para fazer.

É exatamente isso que me incomoda; não a tecnologia ou os plays, mas o fato de elas não conviverem e de não o fazerem por opção adulta, mesmo que velada. No fundo, o adulto não quer se ocupar com elas. Esse é o problema. E o que parece falta de educação é também, e antes de mais nada, falta de respeito à criança. Porque é ela quem está deixando de ser educada, civilizada. Claro que, se ela tiver que escolher, vai querer brincar. Mas ela tem maturidade suficiente para escolher livremente? Não seria mais prudente lhe darmos opções de escolha? Se seu filho já se acostumou aos brinquedos – sejam tecnológicos ou não – por que não começar com opções de escolha? Conversa antes, refeição e brincadeira depois? Ou o contrário. Ou outras possibilidades, como folhas e lápis para brincarmos todos juntos à mesa. Desenhos, stop, forca, jogo da velha etc.

Enfim, quem tem filho tem a obrigação de educá-lo, e educar crianças dá trabalho. Vamos pensar sobre o assunto?

Fonte: Aleteia

quarta-feira, 19 de agosto de 2015


ESTÁ PRECISANDO DE AJUDA NO SEU CASAMENTO OU 

QUER FORTALECER A RELAÇÃO ?


NÃO PERCA ESTA OPORTUNIDADE !

terça-feira, 18 de agosto de 2015


quinta-feira, 13 de agosto de 2015


segunda-feira, 10 de agosto de 2015


sábado, 8 de agosto de 2015

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

TERÇO MARIANO NA SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA


ACESSE O LINK PARA VER A PROGRAMAÇÃO DO TERÇO NOS VICARIATOS 
DA ARQUIDIOCESE DO RIO DE JANEIRO

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

BRASIL SEM ABORTO



BRASIL SEM ABORTO 

AMANHÃ, 6 de agosto, a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza a 3ª audiência interativa para instrução da SUG 15/2014. A proposta pede a realização do aborto no Sistema Único de Saúde (SUS) até 12 semanas de gestação, bastando a vontade da gestante. Vamos juntos #impedir isso e formar um Brasil sem aborto! Por que legalizar a morte, se queremos vida? 

A participação de todos é muito importante e faz a diferença! Se você não puder comparecer, então acompanhe e participe enviando perguntas e comentários para o link: http://www12.senado.gov.br/ecidadania/visualizacaoaudiencia…

terça-feira, 4 de agosto de 2015