Prezados amigos e amigas,

O presente Blog, tem a finalidade de ser mais um instrumento de valorização da família.
Por isso trará sempre artigos relacionados a esse tema, abordando os diversos aspectos que envolvem a formação de uma família sadia e segundo os preceitos cristãos, além de enfocar os diversos aspectos do relacionamento familiar.
Esperamos assim, que possa servir como um meio de reflexão, ajuda e fortalecimento àquelas famílias que encontram-se em situação difícil.

Que Deus nos ajude nessa empreitada.

Pedimos ainda que a Sagrada Família abençoe e proteja a todas as famílias do mundo inteiro. Amém !

José Vicente Ucha Campos
jvucampos@gmail.com

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

terça-feira, 10 de setembro de 2013

        

CONCURSO: 

 Apresenta a sua Família ao Papa Francisco


O Pontifício Conselho para a Família do Vaticano lançou um concurso no que poderão participar os mais novos da casa. Para isso devem desenhar as suas famílias e enviar os desenhos ao Papa. Os desenhos ganhadores serão apresentados ao Papa Francisco durante a Peregrinação das Famílias ao Túmulo de Pedro em Roma, nos dias 26 e 27 de outubro deste ano.
O Pontifício Concílio para a Família da Santa Sé lançou esta convocatória a todas as crianças entre 3 e 11 anos de idade, para que enviem até o dia 30 de setembro desenhos de sua família em uma folha A4/letter em formato eletrônico indicando seu nome, idade e lugar de procedência.
Os desenhos ganhadores também serão publicados nos jornais locais, "IL Giornalino" e "G-Beby" e projetados durante as atividades da peregrinação.
O correio eletrônico para enviar os desenhos é: roma2013@family.va

http://peregrinacao.org/noticias/405-concurso-apresenta-a-sua-familia-ao-papa-francisco

quinta-feira, 2 de maio de 2013

quarta-feira, 1 de maio de 2013

sábado, 20 de abril de 2013

DIGA NÃO AO ABORTO!


terça-feira, 16 de abril de 2013

sábado, 13 de abril de 2013

segunda-feira, 1 de abril de 2013


Sem comentários...

domingo, 31 de março de 2013


A Páscoa de Jesus Cristo e os dias atuais.

Amigos, hoje estamos celebrando a Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Vitória de Cristo sobre a Morte, a Sua Ressurreição.
É o momento ápice da nossa fé cristã: “Cristo venceu a morte e está vivo no meio de nós” e, com a sua ressurreição nos dá também a oportunidade de ressuscitarmos um dia e vivermos ao seu lado, no céu, para a eternidade.
Então, só podemos agradecer e muito, a esse Deus maravilhoso e amoroso, que mesmo tendo sido flagelado, humilhado, escarnecido, esbofeteado e morto da pior e mais humilhante maneira por nós seres humanos, suas criaturas, ao invés de se revoltar conosco, de nos castigar, nos dá a vida eterna ao seu lado.
Que outro Deus, se existisse, seria capaz de ato de tão grande amor para com aqueles que o desprezaram?
Vimos durante esses dias da Semana Santa, que antecederam a Páscoa, o sofrimento pelo qual passou Nosso Senhor Jesus Cristo. E, sem motivo algum.
Se imaginássemos que esse julgamento de Jesus, ocorrido há dois mil anos atrás por Pilatos, fosse hoje, o que diriam os advogados de acusação? Imaginemos...
“Senhor juiz, nós advogados de acusação, queremos a condenação à morte desse Jesus Cristo, pelos diversos crimes que Ele cometeu ao longo dos últimos três anos de sua vida.
São eles (os “crimes”):
- Se juntou a escória de nossa sociedade, ou seja, aos leprosos, pondo em risco a nossa saúde. Pois os tratava com carinho e amor, inclusive chegando ao cúmulo de curar alguns.
- Teve a ousadia de curar diversos deficientes físicos, que não conseguiam andar e viviam se arrastando pelo chão, assim como diversos deficientes visuais e outros.
- Como se já não bastasse isso, ultrapassou os limites da moral e dos bons costumes e defendeu e acolheu mulheres da vida, ou seja, prostitutas, dando a elas a oportunidade de mudarem de vida.
- Fez amizade com os cobradores de impostos, chegando ao ponto de ter um deles como seu seguidor direto, chamados de apóstolos, tendo a ousadia de almoçar em sua casa. Sem comentários...
- Sem contar ainda, senhor juiz, os demônios que tirou de diversas pessoas, as enfermidades curadas de outras, chegando ao ponto, meritíssimo, de ressuscitar pessoas que já haviam morrido. Essa foi demais...
- E para não nos estendermos muito e fecharmos com chave de ouro essas nossas acusações, relatamos que esse Jesus Cristo, andava pregando por aí a caridade, a fraternidade, o amor entre as pessoas, pedindo que elas respondessem com o bem ao mal que tivessem recebido. Onde já se viu isso...”
Enfim meus amigos, acho que hoje em dia, se a nossa justiça não falhasse, o nosso querido e amado Deus, Jesus Cristo, deveria ser solto e reverenciado e homenageado, como o foram diversas personalidades da nossa época, que pregavam nada mais que as mesmas coisas que Jesus pregava há dois mil anos atrás, como Martin Luther King, Mahatma Gandhi, madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce e tantos outros.
Mas infelizmente, Jesus não é incluído por muitos nos rol dessas personalidades, pelo contrário, o que mais se vê hoje em dia, são pessoas que agem como verdadeiros advogados de acusação de Jesus Cristo e de sua Igreja.
Mas, por que essas pessoas agem assim só com relação a Jesus, como verdadeiros “advogados de acusação” modernos. A quem elas defendem, quem é que lhes “contratou” ou arregimentou? Só pode ser alguém que não queira que as pessoas vivam o verdadeiro amor e não vivam em harmonia. Só pode ser alguém que goste da discórdia, da desunião das pessoas, que goste do ódio e do rancor. E sabemos muito bem quem gosta disso tudo...
Meditando sobre tudo isso, vemos a injustiça que cometemos com o nosso Deus amado. Ele, que só deu demonstrações de amor, de humildade, de fraternidade e que, nos deixou um legado, as Sagradas Escrituras, onde nos orienta a como vivermos esse amor, respeitando os outros, praticando a justiça, não nos omitindo sobre a verdade, respeitando as diferenças e muito mais. As Sagradas Escrituras, ou mais precisamente, o Evangelho de Jesus Cristo, em todas as suas quatro narrativas, são o Seu “Testamento do Amor” para conosco.
Então eu me pergunto: Por que existem hoje em dia pessoas que não aceitam Jesus Cristo e a sua mensagem, que debocham da Sua Igreja, de seus ensinamentos?
Por que vemos a todo dia, nos jornais, na televisão e na internet, declarações contra Jesus e a Sua Igreja, alguns chamando a Igreja de Cristo de racista, de homofóbica, de preconceituosa, se ela segue simplesmente os ensinamentos de seu Mestre, que como vimos acima é contra tudo isso?
E o pior é que essas pessoas são as mesmas que dizendo-se em favor dos direitos das “minorias” e dos “excluídos”, como elas se intitulam, não fazem nada contra a corrupção desenfreada que assola nosso país, não se revoltam contra os roubos descarados do dinheiro da saúde, que leva milhares de pessoas a enfrentarem filas imensas desde a madrugada ou do dia anterior, no frio, na chuva ou no sol escaldante, para chegando na sua vez, ouvirem dos atendentes dos Hospitais e Postos de Saúde, que as senhas acabaram e que não poderão ser atendidas naquele dia; como se suas enfermidades pudessem esperar até conseguirem o milagre de serem atendidas por um médico. E, correndo o risco ainda de serem mal atendidas e precisarem voltar à sua “via crucis”, parecida com aquela que o próprio Cristo viveu.
Por que será que essas pessoas, ao invés de ficarem atacando a Igreja de Cristo, que só defende o bem e o amor, e que luta pela boa convivência das pessoas no mundo todo, não vão para os palanques da vida ou nas mídias disponíveis para lutarem por um ensino melhor, por uma melhor distribuição de renda, pela diminuição da violência, pela solução da seca do Nordeste brasileiro, pela extinção da fome nos países do continente africano, pelos direitos humanos nos países de regime ditatorial e tanto mais... Ao invés disso, querem atacar a imagem do Papa e a Igreja Católica, que não faz mal a ninguém e só prega a mensagem de Cristo, ou seja, o Amor entre todos.
Sabemos que ninguém é obrigado a aceitar e a seguir a doutrina da Igreja Católica ou outra igreja Cristã, mas não podemos aceitar calados que o nosso Cristo, a Sua Igreja ou mesmo o Papa, sejam atacados, zombados, desrespeitados por alguém que não concorda com a nossa doutrina. Afinal, Jesus já sofreu muito por nós e não podemos deixar que o Seu nome, tão poderoso, seja ridicularizado por ninguém nesse mundo.
Afinal essas mesmas pessoas vão às ruas defenderem a liberdade de expressão, o direito de existir as diferenças, o direito de pensarem diferentes. Mas isso eles defendem quando é do interesse deles, o que os outros pensam ao que tudo indica, não deve ser respeitado por eles mesmos.
Acho que tudo isso ocorre porque dá mais destaque a sua causa, ou a quem eles servem, atacar a Igreja de Cristo e ao Papa, do que lutar pelos direitos das pessoas, pelo fim da corrupção e pelo Amor.
Devemos todos nós, aproveitando esse momento tão maravilhoso da Páscoa do Senhor e da Sua demonstração de Amor imenso por todos nós seres humanos, sem distinção de cor, de raça, de situação financeira ou mesmo de credo, repensarmos a nossa vida, os nossos conceitos do que é certo e do que é errado, do que precisamos mudar, do que é realmente importante para nossas vidas e de nossos irmãos e, do que levaremos conosco quando um dia formos nos encontrar definitivamente com esse nosso Deus maravilhoso. E disso, ninguém escapará, acreditando ou não Nele ou na Sua Igreja.
Uma Feliz e Santa Páscoa para todos.

Por José Vicente Ucha Campos

quinta-feira, 14 de março de 2013

Como a Igreja Católica é maravilhosa.

Ontem, milhões de pessoas no mundo todo, deixaram sua agitação do dia a dia, seus afazeres, suas preocupações, suas responsabilidades e pararam durante mais de uma hora em frente a televisão, para primeiro, ficar olhando para uma chaminé, que nem era das mais bonitas, sobre um telhado. Se bem que esse telhado fosse em Roma, cobrindo a Capela Cistina, mas...

Depois ficaram, ansiosos e impacientes, olhando para uma janela fechada...

Com certeza muitas dessas pessoas, não eram católicas, muitas outras deviam ser daquelas que antes do conclave estavam criticando a Igreja Católica e até o Papa, muitas deviam ser “aqueles experts” que deram opiniões sobre como deveria ser o novo Papa e em que a Igreja Católica deveria mudar para atender aos seus interesses pessoais e para não “acabar”, como ousaram dizer alguns deles. Que pretensão...
Mas, uma coisa é certa, o mundo se rendeu à pessoa de um homem simples, humilde e carismático. Até a Rede Record de Televisão, aquela do bispo Macedo, transmitiu a apresentação do nosso Papa, ao vivo.

As especulações e a curiosidade eram grandes. Muitos, especialmente os “especialistas” em  Igreja Católica, os chamados “Vaticanistas” (que diga-se de passagem apareceram aos montes, de onde ninguém sabe), esperavam que suas previsões se confirmassem e um de seus cardeais pré determinados fosse eleito.

Mas, todos se esqueceram de que quem rege a Igreja Católica é o Espírito Santo de Deus e que só Ele, é o responsável pela escolha daquele que será o sucessor de Pedro. Só o Espírito de Deus sabe do que a Sua Igreja precisa, que rumo ela tem que tomar e do que o povo por esse mundo afora está precisando.
Por isso, Deus nos presenteou, com um Papa, tímido no início, mas, alegre e carismático logo a seguir. Com uma humildade que nos lembrou o próprio Jesus Cristo.

Deus nos presenteou com um Papa que ninguém imaginava. Mas, é assim que o nosso Deus age sempre, nos surpreendendo positivamente, nos alegrando e nos dando aquilo que precisamos e não o que queremos e achamos que precisamos.

E como foi linda a expressão de alegria que cobria o rosto das milhares  de pessoas que estavam na Praça de São Pedro.

Com certeza o mundo todo ficou mais alegre e mais esperançoso nesta quarta-feira, dia 13 de março de 2013. Pois Deus nos deu um grande presente: o nosso PAPA. E não foi um presente só para os católicos, mas, para o mundo todo.
Obrigado Senhor por nos amar tanto.

Seja Bem-vindo Papa Francisco!

Por: José Vicente Ucha Campos

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

MULHERES ENCONTRAM APOIO PARA NÃO COMETER ABORTO

Ao  se  encontrarem   sozinhas,  desprezadas  e  angustiadas  diante de  uma  gravidez  não  planejada, algumas mulheres  pensam  que o aborto é uma  saída. Mas o aborto  não só  mata uma vida indefesa, como também “mata por dentro os que praticam tal ato”. É o que acredita o membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, Dom Joaquim Justino Carreira. 

“A  vida  humana  é  um  dom  de  Deus  para  a   pessoa concebida e para a pessoa que tem um ser humano dentro do  seu  seio. Nós  não somos  donos  da vida dos outros, somos  protetores  e  por  isso  não  podemos  de   forma alguma eliminar sumariamente a vida de ninguém”, salienta Dom Joaquim.

Mas que outras opções uma mulher tem ao se ver sozinha a espera de um filho? Um novo projeto implantado agora na Arquidiocese de São Paulo dá  aconselhamento  e  amparo para mulheres em situações vulneráveis, incentivando que elas tenham seus filhos. 

O Centro de Ajuda a Mulher (CAM) funciona na sede da Comunidade Unidos em Cristo, na Cidade de São Paulo, Bairro Santana, à Rua Dr. Gabriel Piza, nº 566, próximo à Estação Santana do Metrô.

O CAM  oferece  cursos  de  artesanato  e  capacitação  para  que as mães tenham condições de trabalhar e sustentar  seus  filhos. Mas  se  mesmo  assim  elas  não  puderem  criá-los, o  projeto  aconselha que elas os coloquem para a adoção.

“O  atendimento  pode   iniciar-se  por  telefone  e  continuar  com  a  presença  da  pessoa   no  Centro  de Atendimento.  Existem  diversas  parcerias  e  voluntários  preparados  para  acolher, esclarecer  e ajudar as pessoas em suas necessidades concretas. Tudo se fará em defesa da vida da mãe e do filho que está em seu seio”, explica Dom Joaquim.

O telefone do CAM é o (11) 2099 0602 e o contato também pode ser feito por emailprojetocam.saopaulo@gmail.com. 

Perdão e restauração
    
Mulheres que passaram pela dolorosa experiência da rejeição de uma gravidez encontram apoio também no Projeto Raquel para recuperar-se dos estragos físico, psicológicos e espirituais e restaurar-se como pessoa. 

“A  recuperação  nesses  três  aspectos  poderá  ocorrer  em  etapas diferentes; por exemplo: o físico é logo depois recuperado, o psicológico e espiritual têm tempos próprios e é diferente para cada mulher. Restaurar é  um  processo  intenso  que  envolve  a  pessoa  como  um ser bio-psico-espiritual, e essa é a proposta do projeto Raquel”, esclarece Eneida Carmona, fundadora  da Comunidade Unidos em Cristo, que, além deste projeto, também está comprometida com o CAM.

Eneida e seu esposo Luiz Carmona, ambos fundadores da Comunidade  Unidos em Cristo, afirmam que a experiência  profissional  mostra  que  a restauração de uma pessoa precisa ocorrer nessas três dimensões.

O contato com o Projeto Raquel pode ser feito pelo email projetoraquel.saopaulo@gmail.com e/ou pelo telefone (11) 2579 4175

A missão da Igreja não é excluir, mas incluir. Como explica Dom Joaquim, não é a Igreja que excomunga uma pessoa, mas ela mesma, a partir de um ato, se coloca em excomunhão. 

“A Igreja só afirma esta verdade dizendo que este ato é abominável e destrói a criança, a pessoa que aborta e a sociedade. O trabalho desenvolvido em favor das pessoas que estão nesta situação de separação é para reconciliá-las com Deus e com os irmãos”, salienta o bispo.

A responsável pelo CAM ressalta que este processo é uma reconciliação também consigo mesma.



Fonte:  Canção Nova Notícias

Aborto se converteu em "vírus" social, afirma ex-abortista conversa à causa pró-vida

MADRI, 15 de dezembro de 2011


A ex-diretora de uma clínica especializada em abortos no Texas (EUA) e autora do livro "UnPLANNED” (“Sem Planejar"), Abby Johnson, advertiu que o aborto se converteu em um "vírus" que se infiltrou na sociedade e animou os que financiam ou trabalham em centros que praticam abortos provocados a perceberem a "humanidade" da criança "destruída".
Johnson, que se submeteu a dois abortos e que trabalhou durante anos em uma clínica que os realizava, recorda na obra o momento em que soube que não devia seguir com seu emprego.
A autora conta que um dia foi solicitada para praticar um aborto     com ecografia e que, enquanto sujeitava a sonda e via o perfil do feto de 13 semanas, desejou não estar ali.
"Não podia imaginar até que ponto esses dez minutos sacudiriam a base sobre a qual se assentavam meus valores e terminariam mudando minha vida", assegura no livro. Assim, relata como o médico introduziu a cânula e quando o feto a sentiu, este começou a dar chutes. Depois, conforme afirma, ligaram o modo sucção e viu "um corpo minúsculo retorcer-se violentamente".
Johnson espera que suas lembranças toquem a consciência dos que ainda seguem trabalhando, embora advirta de que esses empregados "não são o inimigo" pois, segundo ela, são "boas pessoas que foram mal informadas" e que, na realidade, procuram o mesmo que os que opõem o aborto, quer dizer, ajudar a mulher, mas não da"melhor" forma.
"Os trabalhadores e voluntários de ambas as partes têm como objetivo ajudar a mulher e sua família e oferecer-lhe a melhor atenção", assegurou, ao mesmo tempo que concretizou que a diferença está em que "os que apóiam o aborto a ajudam no preciso momento da crise enquanto que os pró-vida o fazem em longo prazo, olhando para o que é melhor para a mulher".

"Dor pelo resto da vida"

Além disso, explicou que, normalmente, o aborto deixa a mulher com seqüelas de "dor, culpa e sobrecarga emocional" que, em muitos casos, podem durar "pelo resto da vida". Do mesmo modo, assinalou que "não só a mulher sai ferida, mas junto com ela toda a família e as pessoas próximas provocando um "efeito dominó".
Conforme indicou, antes ela mesma era defensora do lema "meu corpo, minha eleição", mas afirma que agora percebe o efeito que seus dois abortos tiveram em sua família e lamenta que seus pais poderiam ser avós de outros dois netos se ela não tivesse escolhido abortar.
O livro traduzido ao espanhol será apresentado na Universidade CEU San Pablo de Madrid no próximo 20 de dezembro às 19:30h. 
Na Espanha foram publicadas esta terça-feira as cifras dos abortos realizados durante o ano 2010. Em total, foram registrados 113.031 abortos, uma cifra que supõe 1,3 por cento a mais do que em 2009, quando mulheres 111.482 abortaram, conforme informou o Ministério de Saúde espanhol. Em cifras absolutas, o aumento foi de 1.550 abortos. 
Fonte: www.acidigital.com

MIGUELITO POR NASCER E JÁ TEM PÁGINA

Em Inglês e Espanhol para aqueles que defendem o nascituro

SANTIAGO DE CHILE, quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
O nascituro que chamaremos, por exemplo, no caso de alguém duvidar de que é humano, Miguelito, já tem sua própria página. A criou um grupo pró-vida do Chile.
O Projeto Nasciturus é uma iniciativa em defesa da vida de uma criança por nascer em conformidade à ordem jurídica e constitucional da República do Chile que garante a vida por nascer no seu Art. 19, No. 1. Agora estréia página.
"A fim de promover uma consciência a favor da vida e seu respeito como um direito humano fundamental inerente à pessoa humana em um estado de direito, este site é apresentado como um meio de formação e informação para defender a vida. Todos aqueles que desejam defender, respeitar e promover os direitos humanos estão convidados a participar na defesa do mais fundamental dos mesmos: a vida ", afirmam seus criadores.
Este site em defesa da vida em gestação foi iniciativa do padre Francisco Javier Astaburuaga Ossa, como este informa ao ZENIT.
O protagonista da página é o nascituro e verdadeiramente se beneficia da beleza de umas imagens de alta qualidade que comunicam ao leitor a ternura dessas vidas em processo, desde o ventre de suas mães. Pode-se ler em espanhol e Inglês.
"Este meio pretende ser uma ajuda para a família, profissionais, terapeutas, advogados, profissionais da saúde", afirma o sacerdote Astaburuaga.
Para mais informações: www.nasciturus.cl
Fonte: www.zenit.org

QUANTOS ANOS VOCÊ TINHA QUANDO SEUS PAIS SE DIVORCIARAM?


O drama da separação conjugal vivido pelas crianças afetadas

MADRID, quarta-feira 14 de dezembro de 2011
Oferecemos aos nossos leitores, na nossa seção sobre Observatório Jurídico, um interessante artigo de Rafael Navarro-Valls, membro do Conselho Pontifício para a Família, sobre a tragédia dos divórcios e seu impacto na vida das maiores vítimas, as crianças.
*****
Por Rafael Navarro-Valls
Acabo de participar de um Congresso de interesse especial. Os protagonistas eramos um grupo de especialistas de todo o mundo reunidos em Roma pelo Conselho Pontifício para a Família. A ocasião do encontro foi o 30 º aniversário de um dos documentos mais interessantes do pontificado do beato João Paulo II. Refiro-me à Constituição Apostólica Familiaris Consortio (22.XI.1981). Ao receber a assembléia, Bento XVI destacava a importância do evento com estas palavras: "O Eclipse de Deus é devido à propagação de ideologias contrárias à família."

O Papa não estava exagerando. Um ácido exemplo mediático será suficiente para definir a seriedade do momento histórico pelo qual passa a família. Os jornais americanos gostam de concretizar em poucas palavras o momento da vida que define cada geração. Assim, dirigindo-se àqueles que viveram nos anos quarenta, a questão chave é, geralmente: "Onde você estava quando os japoneses atacaram Pearl Harbor? "For baby boomers, the questions are: ‘Where were you when Kennedy was shot?’” Para os baby boomers (aqueles nascidos entre 1945 e nos primeiros anos da década de 60) as perguntas são:" Onde você estava quando Kennedy foi assassinado?" ou "What were you doing when Nixon resigned?” ou "O que você estava fazendo quando Nixon renunciou?” "For much of my generation --Generation X, born between 1965 and 1980- there is only one question: "When did your parents get divorced?" Para aqueles que viviam no 11 de setembro de 2001, a questão é normalmente: "Onde você estava quando derrubaram o World Trade Center"? Finalmente, para a geração X, ou seja, para aqueles que nasceram entre 1965 e 1980, só há uma pergunta: "Quantos anos você tinha quando seus pais se divorciaram?". Pergunta. Our lives have been framed by the answer. Pergunta que perigosamente se aproxima a crianças de baixa idade.
Um evento dramático
Certamente, a realidade é menos negativo, porque há muitos matrimônios que perseveram toda a vida. Mas sim é verdade, dizia o professor Timothy O' Donnell, em seu discurso ao Congresso que acabei de mencionar, que até mesmo na imprensa mais secular, a experiência do divórcio é colocada entre os eventos dramáticos da história, com uma carga de tragédia profunda.
Pensemos na Europa hoje, um casamento se desfaz a cada 30 segundos. Isto significa que a ruptura conjugal supera o milhão de divórcios por ano. Nos últimos 25 anos, no nosso continente, se destruíram  uns 12 milhões de casamentos. As duvidosas posições de honra são para a Alemanha, Reino Unido, França e Espanha, que acumulam um 60% do total. Provavelmente, uma das causas da quantidade tão grande de fraturas nas uniões matrimoniais, é a eliminação ou redução dos tempos de espera nos processos de divórcio. De acordo com um estudo recente, o 80% do aumento das taxas de divórcio na Europa Ocidental entre 1970 e 1990 têm a causa delas em tal encurtamento. Na Espanha, a lei de 2005 que reduzia a três meses, após a celebração do casamento, a possibilidade de divórcio, e praticamente eliminava a  separação matrimonial como um possível meio para a reconciliação, produziu um aumento explosivo no aumento das rupturas definitivas dos matrimônios. Destaca o aumento excepcional dos casamentos dissolvidos antes de um ano, que é três vezes superior ao número registrado em 2005 como resultado da lei do "divórcio expresso".
Se a esta informação, juntamos o declínio dramático na taxa de fecundidade na União Europeia (1,38 filhos / mulher), bem abaixo do nível de reposição generacional (2,1), está claro que os agentes sociais (advogados, sociólogos, teólogos) ponderem com profunda preocupação a situação. Especialmente a da criança.
Da explosão pos-adolescente ao direito puerocêntrico
Isto está produzindo um efeito duplo: o primeiro negativo, positivo o segundo: o que os sociólogos chamam de "explosão de pós-adolescência" e um processo de produção de direito fortemente “puerocêntrico”. Efetivamente, o declínio acentuado no processo de natalidade produziu um processo de superproteção da minguante prole. Superproteção nem sempre benéfica, pois numa família de poucos irmãos a excessiva, ou ao menos desenfocada, atenção que a criança recebe dos pais confirma-a numa certa ilusão de onipotência. Seu ambiente concentra-se no imediato, e os seus desejos tendem a ser imediatamente satisfeitos. Mas, ao chegar à adolescência, a realidade se torna hostil ao não ser mais possível a imediata satisfação de desejos, gerados por novos estímulos. Essa confusão, muitas vezes, leva a uma forte atração aos estímulos externos, tais como a toxicodependência e a delinquencia.
Quanto ao direito "puerocêntrico" implica um processo sem precedentes de concentração de direitos na criança, que se concretiza em um direito certamente absorvente. Basta este exemplo recente. A Comissão Europeia propôs recentemente (15/02/2011) toda uma série de medidas para proteger os direitos da criança. Trata-se na sua maioria de mudanças jurídicas de apoio às administrações dos países membros. Alguns exemplos sugeridos são: leis que protejam melhor os direitos das crianças como grupo particularmente vulnerável durante os processos judiciais e ante os tribunais; apoio à formação de juízes e outros profissionais da área jurídica para que estejam em condições de ajudar as crianças nos tribunais; medidas contra o cyberbullying, o grooming (manipulação de crianças por adultos através da Internet), a exposição a conteúdos nocivos e outros riscos, através do programa da UE para uma Internet mais segura; apoio à luta contra a violência exercida sobre crianças e contra o turismo sexual infantil.
O que pode ser feito?
O debate final do Congresso a que me referi no início dessas linhas não se limitou a descobrir a imagem de uma família doente. Abundou em medidas positivas. Algumas delas coincidem com as 101 medidas que, para a Espanha, acaba de sugerir o Instituto de Política Familiar (Madrid, 2011). Entre elas: elaborar uma Lei de Prevenção e Mediação Familiar para ajudar matrimônios com crises; ajudas diretas universais à gravidez e por nascimento; aumentar as licenças remuneradas de maternidade e de paternidade; criar "cheques guardería” (cheques creches) e “cheques escolares”; aumentar a % do PIB destinado à família (cerca de 2,1% na UE, 1,5% apenas na Espanha), etc.
No entanto, na minha opinião, se é importante criar um quadro legislativo no qual as famílias possam respirar e cumprir as suas finalidades, será a influência da mídia, das escolas, das igrejas e, sobretudo, das próprias famílias que irão decidir o jogo. Não esperemos que o modelo de família seja, como antes, "um produto" dos costumes, mas deve ser um “instrumento de modificação” desses costumes. Trata-se de oferecer ao Ocidente com muita paciência a ética e a antropologia que pulsa sob a bíblica "una caro” (uma só carne). Trata-se de ser conscientes de que a crises do matrimônio e da família provavelmente, não se devem tanto a razões históricas ou sociológicas quanto a motivos ideológicos. Será no mundo das idéias onde teremos que definir as alterações. Isso vai levar tempo. Mas vale a pena.
Fonte: www.zenit.org

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011



Toda a população de Santa Cruz e bairros vizinhos está convidada a participar deste grande Evento pela Paz.

sábado, 3 de dezembro de 2011

NOVA EVANGELIZAÇÃO É INSEPARÁVEL DA FAMÍLIA CRISTÃ, AFIRMA O PAPA

Vaticano, 01 de dezembro de 2011.

Papa Bento XVI explicou esta manhã que a tarefa da Nova Evangelização é inseparável da família cristã, porque como "Igreja doméstica" é espaço de encontro com Cristo, chamada a comunicá-lo a todos.

Assim indicou o Pontífice em seu discurso aos participantes da assembléia plenária do Pontifício Conselho para a Família, liderados por seu presidente, Cardeal Ennio Antonelli, que ademais celebra o 30º aniversário de sua fundação e da exortação apostólica "Familiaris consortio", ambas obras do Beato Papa João Paulo II.

Durante seu discurso, o Papa assinalou que "em nosso tempo, como já aconteceu em épocas passadas, o eclipse de Deus, a difusão de ideologias contrárias à família e a degradação da ética sexual aparecem conectadas entre si".

Por isso, explicou, "a nova evangelização é inseparada da família cristã. A família é, de fato, o caminho da Igreja, porque é “espaço humano” do encontro com Cristo. Os cônjuges “não só recebem o amor de Cristo, transformada em comunidade salva, mas são também chamados a transmitir aos irmãos o mesmo amor de Cristo, tornando-se “comunidade salvadora”".

Bento XVI disse também que "a família fundada sob o sacramento do Matrimônio é atuação particular da Igreja, comunidade salvada e salvadora, evangelizada e evangelizadora. Como a Igreja, essa é chamada a acolher, irradiar e manifestar no mundo o amor e a presença de Cristo".

“O acolhimento e a transmissão do amor divino são realizadas na dedicação recíproca dos cônjuges, na procriação generosa e responsável, no cuidado e na educação dos filhos, no trabalho e nas relações sociais, na atenção aos necessitados, na participação das atividades eclesiais e no empenho civil”, destacou o Papa.

“A família cristã, na medida em que, por meio de um caminho de conversão permanente sustentada pela graça de Deus, consegue viver o amor como comunhão e serviço, como dom recíproco e aberta a todos, reflete no mundo o esplendor de Cristo e a beleza da Trindade divina", afirmou Bento XVI aos presentes.

O Papa Bento recordou também sua visita à localidade de Ancona para encerrar o Congresso Eucarístico Nacional italiano, onde se reuniu com os sacerdotes e os esposos já que "ambos os estados de vida, de fato, no amor de Cristo, que doa a si mesmo pela salvação da humanidade, na mesma raiz são chamados a uma missão comum: aquela de testemunhar e fazer presente este amor a serviço da comunidade, para a edificação do Povo de Deus". 

"Esta perspectiva consiste, antes de mais nada, em superar uma visão reduzida da família, que a considera como a mera destinatária da ação pastoral. (…) A família é lugar privilegiado de educação humana e cristã e permanece, para esta finalidade, o melhor aliado do ministério sacerdotal". 
Continuando, o Papa enumerou os âmbitos nos quais é mais urgente o protagonismo das famílias cristãs, em colaboração com os sacerdotes: a educação das crianças, adolescentes e jovens ao amor entendido como dom de si e comunhão; a preparação dos noivos para o matrimônio; a formação dos cônjuges; a participação em associações caritativas, educativas e civis; e a pastoral das famílias para as famílias.

O Papa chama a participar de Encontro Mundial das Famílias em Milão 2012

Ao referir-se ao próximo VII Encontro Mundial das Famílias Milão 2012 que será celebrado entre os dias 30 de maio a 3 de junho próximos, Bento XVI afirmou que será uma grande alegria desfrutar da oração e da festa junto a outras famílias vindas de todo o mundo em companhia de seus pastores.

Assim, o Santo Padre fez um chamado às famílias de Milão e das regiões vizinhas a abrirem as portas de seus lares aos peregrinos, e explicou que "na hospitalidade, experimentaremos alegria e entusiasmo: É formoso dar a conhecer a amizade, intercambiar o vivido em família e a experiência de fé a elas legadas", disse.

"Será para mim e para todos nós uma grande alegria estar juntos, rezar e festejar com as famílias vindas de todo o mundo", concluiu.
Fonte: www.acidigital.com

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

JORNAL VATICANO RECORDA ENSINAMENTOS DO CARDEAL RATZINGER SOBRE O DIVÓRCIO E O MATRIMÔNIO

Vaticano, 01 de dezembro de 2011.

Logo depois de que um Bispo alemão questionasse o ensino da Igreja sobre omatrimônio e o divórcio, o jornal vaticano L’Osservatore Romano publica em sua edição de hoje um ensaio do então Cardeal Joseph Ratzinger, agora Papa Bento XVI, no qual explica que esse magistério se apóia as Escrituras, na tradição e na razão.

Em 1998 o agora Papa Bento XVI dizia que "certamente a palavra da verdade pode ser dolorosa e incômoda, mas é o caminho para a santidade, a paz e a liberdade interior".

O artigo foi publicado logo que alguns líderes eclesiásticos na Alemanha solicitassem que a Igreja revise seu ensinamento sobre o matrimônio, junto com a proibição vigente de negar a Eucaristia ou comunhão aos católicos divorciados que voltaram a casar-se.

Em seu trabalho em 1998 à frente da Congregação para a Doutrina da Fé, o agora Papa Bento –então Prefeito deste dicasterio– explicou que os documentos da Igreja sobre o tema "respondem às exigências da verdade e do amor de maneira muito equilibrada".

A publicação foi feita em seis idiomas com o subtítulo "a propósito de algumas objeções contra a doutrina da Igreja sobre a recepção da Comunhão eucarística por parte dos fiéis divorciados que voltaram a casar-se".

O texto reaparece dois meses depois que o presidente da Conferência Episcopal Alemã questionasse publicamente o ensinamento da Igreja sobre o matrimônio em uma entrevista a um jornal.

No dia 5 de setembro, algumas semanas antes da chegada do Santo Padre a Alemanha, Dom Zollitsch disse que "todos nós enfrentamos o problema de como podemos ajudar as pessoas em cujas vidas algumas coisas saíram mau, entre as quais encontram um matrimônio naufragado".

"Este é um assunto de misericórdia e nós discutiremos este problema intensivamente no futuro próximo", disse o Prelado ao jornal alemão Die Zeit.

O jornal perguntou ao Arcebispo especificamente sobre a situação do presidente da Alemanha, Christian Wullf, que é um católico e tornou a casar-se e que se abstém de receber a Comunhão.

Ao ser perguntado logo sobre Klaus Wowereit, católico e com uma relação homossexual pública, o Prelado disse que "devemos ver como podemos dar respostas com bases teológicas às perguntas sobre os estilos de vida". 

No texto publicado hoje o agora Papa Bento XVI explica que o ensinamento da Igreja sobre o matrimônio está apoiado nas Sagradas Escrituras, na tradição e na razão.

Das Escrituras ressalta detalhadamente como "o ensinamento da Igreja sobre a indissolubilidade do matrimônio é fiel às palavras de Jesus".

Quanto à tradição, o Papa indica que sempre existiu um "consenso claro" entre os Padres da Igreja primitiva "sobre a indissolubilidade do matrimônio", algo que aparta o Cristianismo da sociedade romana.

Nesse então, recorda, "os divorciados que voltaram a casar-se entre os fiéis jamais foram admitidos oficialmente à Santa Comunhão logo de um tempo de penitência".

Seguidamente Bento XVI afirma que "se o matrimônio anterior de dois fiéis divorciados e que voltaram a casar-se era válido, então sob nenhuma circunstância sua nova união pode ser considerada válida e portanto a recepção dos sacramentos é intrinsecamente impossível".

O Papa também se referiu à sugestão de que seja o Papa quem "potencialmente dissolva um matrimônio sacramental consumado, que foi irremediavelmente quebrado". 

Sobre isso ele mesmo responde que "se a Igreja aceitasse a teoria de que um matrimônio está morto quando dois esposos já não se amam mais, então Ela deveria sancionar o divórcio e a indissolubilidade do matrimônio ficaria apenas na letra, e já não nos fatos". 
Para aqueles que afirmam que a Igreja Católica é "muito legalista e não pastoral" nestes assuntos, o Santo Padre também responde que a forma de expressar-se da Igreja "parece não ser muito fácil de entender às vezes" e que por isso "precisa ser traduzida por pregadores e catequistas a uma linguagem que relacione às pessoas com seus respectivos ambientes culturais".

"O conteúdo essencial do ensino da Igreja –precisou– deve ser defendido neste processo. Não pode ser diluído alegando questões pastorais, já que comunica a verdade revelada".

Para ler o texto do LOR na íntegra acesse: http://www.osservatoreromano.va/portal/dt?JSPTabContainer.setSelected=JSPTabContainer/Detail&last=false=&path=/news/vaticano/2011/276q11-Testo-card--Ratzinger-sulla-pastorale-dei-F.html&title 
Fonte: www.acidigital.com