Prezados amigos e amigas,
O presente Blog, tem a finalidade de ser mais um instrumento de valorização da família.
Por isso trará sempre artigos relacionados a esse tema, abordando os diversos aspectos que envolvem a formação de uma família sadia e segundo os preceitos cristãos, além de enfocar os diversos aspectos do relacionamento familiar.
Esperamos assim, que possa servir como um meio de reflexão, ajuda e fortalecimento àquelas famílias que encontram-se em situação difícil.
Que Deus nos ajude nessa empreitada.
Pedimos ainda que a Sagrada Família abençoe e proteja a todas as famílias do mundo inteiro. Amém !
José Vicente Ucha Campos
jvucampos@gmail.com
O presente Blog, tem a finalidade de ser mais um instrumento de valorização da família.
Por isso trará sempre artigos relacionados a esse tema, abordando os diversos aspectos que envolvem a formação de uma família sadia e segundo os preceitos cristãos, além de enfocar os diversos aspectos do relacionamento familiar.
Esperamos assim, que possa servir como um meio de reflexão, ajuda e fortalecimento àquelas famílias que encontram-se em situação difícil.
Que Deus nos ajude nessa empreitada.
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José Vicente Ucha Campos
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quinta-feira, 21 de novembro de 2019
segunda-feira, 23 de abril de 2018
ATÉ QUE PONTO É COMUM A REBELDIA NA ADOLESCÊNCIA ?
Foto ilustrativa: Wavebreakmedia
/ by
Getty
Images
Não
sei se o adolescente é rebelde ou se está rebelde
Fico
em dúvida se o adolescente tem sido criado para ser rebelde ou se tudo isso é
só conversa, se a verdade é que eles são rebeldes por conta das mudanças
hormonais. Será? Antigamente, até que acontecia isso mesmo, bastava chegarem à
adolescência que a rebeldia se manifestava. Mas, hoje é comum ouvir expressões
como: “Que criança rebelde!”, "Mas essa
juventude é uma rebeldia!", “Olha para isso, um velho desse rebelde!”.
Portanto, já não sei mais se a rebeldia é uma característica comum da
adolescência.
A
realidade do mundo moderno me faz pensar sobre até que ponto é comum esta
mudança de comportamento tão irreverente estar apenas na adolescência, pois
temos ouvido e visto, pelos veículos de comunicação, que a rebeldia está
presente em todas as fases ou posições que o ser humano se coloca.
A
quebra dos limites; o desrespeito no trânsito; as brigas nos estádios; o
abandono familiar; os desvios das funções da escola e do Estado; foram
situações que promoveram um ambiente completamente rebelde. O dicionário
on-line de português traduz esse conceito como “ato de rebelar-se; não
conformidade; reação. Figura de oposição, resistência”. A Bíblia alerta sobre a
rebeldia quando diz: “Ai dos filhos rebeldes ,diz o Senhor, que executam planos
que não procedem de mim e fazem aliança sem a minha aprovação para
acrescentarem pecado sobre pecado!” (Isaías 30,1). Então, precisaremos
dispensar atenção, cuidado, critérios para educar os nossos pequeninos que se
tornarão não só adolescentes, mas pais de família e profissionais. Considerando
que a nossa vontade de pais cristãos é formá-los dentro dos princípios bíblicos
e todas as coisas lhes serão acrescentadas.
O
adolescente por si só teria alguns argumentos que os deixam, de fato, mais
imponentes e donos de si, mas não necessariamente precisariam entrar na
frequência da rebeldia ou tornar-se rebelde. O ambiente é um fator, muitas
vezes, determinante para tal comportamento. Os pais tendem a dar muita
assistência, afeto positivo, carinho, escuta enquanto os filhos ainda se
encontram na primeira e segunda infância. Com o passar do tempo, vive-se uma
ilusão que esses filhos estão crescendo e se tornando autônomos. Quem não foi
ensinado para se tornar autônomo pode ser com tanta facilidade e rapidez. E aí
está a brecha para rebeldia.
Os
pais, a escola e a sociedade iniciam um processo de cobrança muito grande, a
ponto de levar o adolescente a não suportar tantas desqualificações. Ora, ele
nunca arrumou a cama nem levou sua toalha para o varal. Só porque fez 12 anos
ou entrou no curso Fundamental II precisará fazer. Ele nunca cedeu sua cadeira
para os mais velhos, muito menos os ajudou, quando pequeno, a tirar a feira de
supermercado do carro; nunca foi treinado, estimulado positivamente a realizar
tais procedimentos. Como ele, o adolescente, não ficará rebelde? Claro. É
preciso entender que a adolescência faz parte de um processo de desenvolvimento
humano; ela não cai do céu. “Agora tornou-se adolescente.” Abriu-se a porta da
sala e o “aborrecente”
entrou em casa. Esse adolescente esteve sempre em nossa casa, foi o filhinho de
que trocamos as fraldas, que levamos para passear, tomar sorvete, visitar os
parentes aos domingos e brincar de bicicleta na pracinha. O que se perdeu com o
passar do tempo? Onde nós nos perdemos? Continuamos beijando-o quando voltamos
do trabalho ou apenas lhe fazemos perguntas básicas como: “estudou?; fez o
dever?; tomou banho?; comeu o quê?” (…).
Defendo
o princípio que a fase da adolescência não precisaria ser marcada pela
rebeldia, mas respeitada por suas mudanças orgânicas e psicossociais, assim
como todo ritual de passagem que precisa ser atualizados na forma de pensar e
agir da família, escola e sociedade. As pessoas que compõem o ambiente familiar
do indivíduo precisam estar bem informadas sobre cada fase que nos constituem
como seres humanos. Vejamos: que tal nos lembrarmos da nossa adolescência? O
que nossos pais diriam?
Os
adolescentes não devem ser uma ameaça para a família
Nós
precisamos enxergar essa fase como fruto da nossa educação. Os adolescentes não
devem ser uma ameaça para a família. Eles são ricas bênçãos para quem tão bem
os educou. Os pais deverão livrá-los da rebeldia, desta aparente liberdade que
só os faz sofrer. Portanto, vamos fazer o caminho de volta? Vamos atrás de quem
é nosso. Vamos deixar as regras claras em casa, dar bons exemplos, oportunizar
bons modelos aos nossos filhos, aos nossos alunos, a fim de que eles possam
chegar à fase dos 12 aos 18 anos produzindo autoestima, seguros de si mesmos.
Filhos pequenos superprotegidos ou abandonados de orientações e de convivência
familiar se tornarão filhos (adolescentes) rebeldes, amargos e grosseiros. Esse
tipo de criação não ensina o caminho da gratidão e do respeito. Às vezes, não
damos o melhor e queremos “tirar o tapete” dos filhos quando chegam nesta fase
da vida.
Existem
várias passagens bíblicas que apresentam as consequências de pessoas que foram
rebeldes. Um grande exemplo foi o que aconteceu com o povo de Israel: Deus
havia libertado os israelitas da terra do Egito, onde esses eram escravos.
Mesmo com tantos milagres, eles se rebelaram contra o Senhor, fizeram um
bezerro de ouro para adorar, e, como castigo, peregrinaram quarenta anos pelo
deserto e somente alguns conquistaram a terra prometida.
O
comportamento de rebeldia não agrada a Deus, não nos faz pessoas felizes.
Nascemos para ser aceitos, aprovados. O bom convívio social é cura para nossa
alma, alegria para o nosso viver. Qualquer tipo de rebeldia está diretamente
ligada ao pecado, pois envolve a desobediência deliberada e infringe os padrões
de autoridade que foram estabelecidos por Deus. Não importa se é rebeldia
contra os pais, contra os líderes da Igreja, contra a lei; seja qual for, está
totalmente contra aos princípios bíblicos. Não estou aqui autorizando a
subserviência, a alienação ou a cegueira espiritual. O filho precisa ter seu
espaço, sua voz escutada e compreendida, logo, muito bem orientada e
disciplinada. Assim, os pais precisam se impor como pais de alguém a quem lhe
foi atribuída a função de educar na graça e na sabedoria. Não desistir do ‘sim’
quando deverá ser ‘sim’, e do ‘não’ quando deverá ser ‘não’. Filhos precisam
respeitar, admirar e amar os pais como autoridades. Os pais precisam ser
respeitados, admirados e amados por seus filhos como autoridades. Portanto, os
pais deverão trazer consigo o desejo e a determinação de ter filhos
adolescentes amigos, disciplinados, estudiosos e em paz com si mesmos e com os
outros.
Vamos
lá, família! Não vamos nos render aos modelos tão seculares ou efêmeros.
Esses
modelos querem nos seduzir. Não vamos desistir nem terceirizar a nossa função,
mesmo quando nos sentirmos perdidos, sem saída para enfrentar todas as fases
que nossos filhos estejam vivendo.
Por: Judinara Braz
Fonte:
Canção Nova
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
sábado, 27 de janeiro de 2018
A EDUCAÇÃO DOS FILHOS - COMO ERA x COMO É HOJE EM DIA
Convido a todos os pais a assistirem esse vídeo atentamente e refletirem sobre ele...
Precisamos rever nossos conceitos de criação dos filhos,
hoje em dia.
Do jeito que a coisa está indo, não sei aonde iremos chegar.
Assistam e reflitam
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
quinta-feira, 26 de outubro de 2017
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
domingo, 8 de outubro de 2017
sábado, 7 de outubro de 2017
sábado, 3 de junho de 2017
quarta-feira, 24 de maio de 2017
segunda-feira, 15 de maio de 2017
domingo, 14 de maio de 2017
sexta-feira, 28 de abril de 2017
LINDA DEFINIÇÃO DE FAMÍLIA !
"Família é um grupo de pessoas,
cheias de defeitos, que Deus reúne para que convivam com as diferenças e
desenvolvam a tolerância, a benevolência, a caridade, o perdão, o respeito, a
gratidão, a paciência, tenham direitos e deveres, limites, enfim, que aprendam
a AMAR; fazendo ao outro o que querem que o outro lhes faça, sem exigir deles a
perfeição que ainda não temos. Nós não nascemos onde merecemos, mas onde
necessitamos evoluir."
Papa Francisco
domingo, 23 de abril de 2017
terça-feira, 18 de abril de 2017
BALEIA AZUL - UM CAMINHO PREPARADO PARA LEVAR SEU FILHO PARA A MORTE - COMO PREVENIR QUE SEU FILHO ENTRE NESSE JOGO
JOGO DA BALEIA AZUL - O QUE É? QUAIS OS RISCOS PARA O SEU FILHO(A)?
Um jogo mortal vem ganhando popularidade
e chamando a atenção de todos na Internet e no Mundo, o denominado Baleia Azul
(Blue Whale). Um grupo oriundo da Rússia, conhecido como “#F57”, está sendo
investigado devido à suspeita de que, com seu jogo Baleia Azul, já teria
induzido mais de 130 jovens, predominantemente na Europa, a cometerem suicídio
desde 2015.
Recentemente, no Brasil, a imprensa
divulgou que uma jovem de 16 anos, de Vila Rica/MT, cometeu suicídio, além de
um menino de 19 anos, de Pará de Minas/MG, ambas as mortes atribuídas ao jogo
Baleia Azul. Na Paraíba e no Rio de Janeiro já estão em andamento investigações
referentes à recente popularização deste game criminoso.
Isto se transformou em um problema
mundial. Na França, Inglaterra e Romênia as escolas têm feito comunicados
alertando as famílias de seus alunos para terem especial atenção com este jogo
e comportamento de seus filhos.
Tudo se inicia com um convite para a
página privada e secreta deste grupo “#F57” no Facebook, e nela um instrutor
passa alguns desafios aos seus novos jogadores. A partir de então, o que parece
um jogo inocente, torna-se macabro e mortal.
No total, são propostos 50 desafios,
tais como: escrever com uma navalha o nome daquele grupo na palma da mão,
cortar o próprio lábio, desenhar uma baleia em seu corpo com uma faca, até
chegar ao desafio final, que ordena tirar a própria vida.
Um dado preocupante é que, após a vítima
iniciar os desafios, ela não poderá desistir. Dizem alguns participantes, que
caso pretendam desistir, são ameaçados pelos administradores do game, pois se
deve ir até o desafio final.
Não há dúvida que esse jogo preocupante
e mortal é contrário ao nosso ordenamento jurídico, e fica claro que a conduta
dos responsáveis é criminosa.
O crime cometido pelos criadores e
administradores é de induzimento ou instigação ao suicídio, podendo ser
extensivo a qualquer um que convide ou compartilhe para outra pessoa jogar.
Este ilícito se consuma quando o jogador (convidado) realiza o desafio final de
tirar a própria vida. O tipo penal é o previsto no artigo 122 do Código Penal brasileiro,
de induzimento, instigação ou auxílio a suicídio, com pena prevista de reclusão
de dois a seis anos, podendo a pena ser duplicada caso a vítima seja menor de
18 anos (situação predominante dentre as vítimas deste jogo).
No que diz respeito à conduta do
instrutor do jogo, o qual conduz a vítima durante as tarefas, em razão de seu
auxílio ao participante a cometer o suicídio, também está sujeito à punição
prevista no artigo 122 do Código Penal, caso o jogador cumpra o desafio final
com êxito.
Além disso, se jogador desistir e
efetivamente sofrer ameaças, o autor destas comete o crime previsto no artigo
147, também do Código Penal, que estabelece: “Ameaçar alguém, por palavra,
escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto e
grave. Pena: detenção de um a seis meses ou multa”.
Já no caso da vítima (suicida), tanto
para o suicídio consumado ou tentado, não existe a previsão legal para sua
responsabilização, pois a conduta é atípica, ou seja, não se trata de crime.
Porém, se o jogador não conseguir
consumar o suicídio, e se lesionar gravemente, o agente que lhe induziu,
instigou ou auxiliou a esta tentativa, será apenado criminalmente com reclusão
de um a três anos, como prevê o próprio artigo 122 do Código Penal.
É fato que os instrutores e criadores do
jogo são cibercriminosos e estão utilizando o poder da Internet para
influenciar crianças e jovens a cometerem suicídio. Aqueles que, no Brasil,
estão “brincando” de instrutores e convidam outros a jogar, caso seus convidados
completem a tarefa final, também serão punidos, pois se tratam de criminosos.
Por fim, estes tipos de jogos mortais
devem ser urgentemente investigados e reprimidos, punindo-se os responsáveis,
para que os jovens não mais participem destes desafios, evitando-se, assim,
mais vítimas deste verdadeiro massacre digital.
COMO PREVENIR QUE SEU FILHO(A) ENTRE NESSE CAMINHO QUE SÓ LEVA A MORTE
Mudança de comportamento
Os pais devem estar atentos às mudanças bruscas de comportamento dos filhos, o que pode ser um sinal de que a criança está sofrendo e não está sabendo lidar com o sofrimento.
Observação constante
Os pais devem observar seus filhos o tempo todo com relação a qualquer tipo de manchas, arranhões e cortes pelo corpo, indagando de forma tranquila e serena o que aconteceu para aparecer essas marcas.
Demonstre interesse
Para perceber que a criança está enfrentando problemas, é essencial que os pais se interessem por sua rotina. Segundo especialistas, esse deve ser um ato genuíno, não momentâneo por causa do jogo.
Diálogo constante
As conversas com os filhos, sobretudo os adolescentes, pode não ser fácil, mas os pais devem abrir canais para que eles se sintam confortáveis em compartilhar suas angústias e se sintam protegidos.
Vulnerabilidade
Para os especialistas, jovens e adolescentes com a autoestima baixa e sem vínculo familiar fortalecido são mais vulneráveis a armadilhas como o jogo da Baleia Azul.
Confiança
Os jovens precisam de pessoas de confiança para compartilhar seus anseios e frustrações, seja na escola ou na família.
Participação da escola
As escolas podem ajudar na prevenção de situações de risco, identificado entre os alunos os mais vulneráveis a se engajarem em jogos como esse e conscientizando os estudantes sobre a importância da vida.
Comportamento familiar
Seu filho(a) dificilmente quer fazer as refeições com vocês pais, não tem paciência em conversar com vocês sobre nada e vive trancado em seu quarto? Está na hora de reconquistá-lo com paciência, carinho e demonstrando que vocês são seus melhores amigos e em quem ele pode confiar.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
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